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Senado aprova regulamentação a mototáxi e motoboy
Em Brasília


O Senado aprovou nesta quarta-feira (8), em votação simbólica, projeto de lei que regulamenta as profissões de motoboy, mototaxista e motofrete. A nova lei, que ainda precisa ser sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estabelece a idade mínima de 21 anos para o exercício dessas profissões, além da exigência de habilitação por, no mínimo, dois anos na categoria de motos.


Segundo o relator da proposta, senador Expedito Júnior (PR-RO), existem atualmente no Brasil 2,5 milhões de motoboys e mototaxistas que trabalham na informalidade por falta de regulamentação dessas profissões.

"Agora vamos ter regras claras", comemorou Expedito Júnior. Pelo projeto, caberá às câmaras de vereadores definirem em cada município regras específicas, como se poderá haver ou não mototáxi para transporte de passageiros.

A proposta prevê que o motoqueiro só ficará habilitado para exercer as profissões de motoboy, mototaxista e motofrete depois de aprovados em curso do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O Contran ficará encarregado de definir as punições para os profissionais que descumprirem a nova lei.


Fonte: UOL (http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/2009/07/08/ult4469u43460.jhtm)



Importamos o que existe de pior com relação às motos, diz técnico em trânsito


da Folha Online

Hoje na Folha O plenário do Senado aprovou na noite desta quarta-feira projeto de lei que regulamenta as profissões de mototaxista e motoboy no Brasil. Para o engenheiro e sociólogo Eduardo Alcântara Vasconcellos, 56, "importamos o pior do que já existe na África e na Ásia pobre, de uma maneira populista e irresponsável [em relação às motos]".

Em entreviasta a Alencar Izidoro publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal), o especialista defende a segurança e diz que "o discurso de que a moto gera emprego e liberta o pobre, essa demagogia é mais forte".


Há cinco anos, a OMS (Organização Mundial da Saúde) fez um alerta mundial para os riscos do avanço das motos nos países em desenvolvimento. Vasconcellos, que participou como representante brasileiro no relatório da entidade, avalia que as recomendações tiveram um efeito "zero" --e que um dos exemplos da situação no Brasil é a regulamentação nacional da atividade do mototáxi.

Segundo texto aprovado pelos senadores, a permissão para esse tipo de transporte exige que a profissão só seja exercida por quem tiver mais de 21 anos e com curso a ser regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito. A lei segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva --com chance de ser aprovada.

Para ele, que tem pós-doutorado na Universidade de Cornell (EUA) e é assessor da ANTP (associação de transportes públicos), as mudanças vão atingir mais a periferia das grandes metrópoles. "Nas grandes metrópoles vai haver uma resistência maior, porque o transporte público é mais farto. Mas nas áreas periféricas delas vai surgir com certeza. Existem deficiências estruturais na oferta do sistema de ônibus, na qualidade, a tarifa é muito alta em vários lugares."

Leia a entrevista completa na Folha desta quinta-feira, que já está nas bancas.


Fonte: UOL (http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u592767.shtml)
 

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Discussion Starter · #2 ·
Será que sou uma das poucas pessoas que apóiam o mototáxi no Brasil?

Esta notícia é muito boa, pois irá regulamentar o serviço e trazer segurança para os usuários deste meio de transporte extremamente importante para várias cidades brasileiras. Falar que moto é perigoso é se levar pelo papo de alguns sem pesquisar direito; o que faz crescer o número de acidentes envolvendo motos é a irresponsabilidade da esmagadora maioria dos moleques (apesar de terem entre 20 e 25 anos, são moleques sim, pois agem como tal) que pensam ser um Valentino Rossi da vida nas ruas de São Paulo, por exemplo.

Extinguir o mototáxi seria o mesmo que tirar a comida da mesa de muitos pais de família. Além disso, várias cidades do Brasil sequer tem transporte coletivo e o mototáxi é a única opção para quem não tem veículo próprio. E digo que mototáxi pode funcionar sim nas grandes cidades brasileiras, desde que operem somente nos bairros periféricos e integrados à rede de transporte de massa (ônibus, trem e metrô).

Se até a Europa já tem mototáxi (Londres e Paris já possuem este serviço), por que o Brasil tem que acabar com este serviço? Falar que mototáxi é coisa de país pobre e algo totalmente equivocado; pois já disse acima que os países europeus já possuem este serviço de transporte.
 

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^^ As pessoas não entende que importar essas modas de outros países não dá certo no Brasil, pois no país as leis tem pouca serventia, pois todas as estimativas de morte nos principais centros urbanos, são principalmente de motoqueiros.

E querem apostar, o que os moto-taxis para cortar caminhão, vão utilizar as calçadas. Detalhe a multa é de 600 reais. E sem falar que existe o problema de saúde pública, que vai garantir que é higiênico usar o mesmo capacete de várias pessoas, correndo perigo de pegar caspa, seborréia, entre outros.

Então importaram o que é de pior, agora que o Senador regularizou, jogou a bomba para sociedade ter que aguentar outra classe, que tende aumentar as estimativas de mortes no transito.

Se um motoboy anda em alta velocidade para cumprir horários e ganhar mais dinheiro, o mesmo vai ocorrer com os mototaxis. Uma coisa eu garanto, eles não vão entrar no aeroporto de Brasília, se eles vierem entrar lá, vai levar bala, pois o sindicato de taxistas daqui são totalmente contra essa nova modalidade de transporte.
 

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Serviço de mototáxi não vai existir nas grandes metrópoles, mas sim em cidades pequenas e médias do interior do Brasil, onde o transporte coletivo é caro, raro ou inexistente.

Finalmente o Senado fez algo que preste. Não sei o porque do medo de muita gente, já que acidentes envolvendo esta categoria são raros, ao contrário dos motoboys dos grandes centros urbanos. São duas categorias diferentes.
 

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^^ olha, eu não sou a favor de mototaxi na capital pq isso vai ocasionar mais acidentes com mais vitimas. Porém em cidades pequenas e médias ai sim, mas com o caos daqui da capital não quero nem pensar no pior....
E eu não me arrisco a pegar nenhum desses mototaxi....
 

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^^ olha, eu não sou a favor de mototaxi na capital pq isso vai ocasionar mais acidentes com mais vitimas. Porém em cidades pequenas e médias ai sim, mas com o caos daqui da capital não quero nem pensar no pior....
E eu não me arrisco a pegar nenhum desses mototaxi....
Mas nem no interior? então quando for à uma cidade pequena, trate de ir com seu carro porque transporte público, xiiiiii... :lol:
 

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Transporte. Câmara Municipal barrou todos projetos do tipo este ano e exige mais discussão

Serviço de mototáxi enfrenta resistência em Belo Horizonte
Senado aprovou, anteontem, projeto que regulamenta a profissão

Gabriela Pedroso
A notícia da aprovação, no Senado, do projeto de lei que regulamenta as profissões de mototaxista e motofrete (motoboy) foi recebida com muita comemoração pelos profissionais da categoria. Mas, apesar de o primeiro passo ter sido dado em favor dos motociclistas, ainda vai haver muita discussão sobre a regulamentação das atividades nas cidades brasileiras, especialmente sobre o transporte de passageiros.

Além da sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os municípios também precisarão criar leis para autorizar a atividade de mototaxista. Em Belo Horizonte, mesmo se houver sinal verde por parte do presidente, a regulamentação enfrentará barreiras. Uma delas está na Câmara Municipal, onde, até então, todos os projetos voltados à regulamentação do serviço receberam parecer contrário da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário.

Segundo o presidente da comissão, o vereador Preto (DEM), a capital mineira não tem condições de receber esse tipo de transporte. De acordo com ele, nem as vias nem o relevo da cidade são favoráveis à atividade do mototáxi. "Já estamos discutindo a possibilidade de fazer o sistema de rodízio em Belo Horizonte. Então, como é que vamos criar mais um tipo de transporte na cidade?", argumentou Preto. Ele informa que, a partir de agosto solicitará audiências públicas com os órgãos competentes para ver se o município tem condições de adotar esse transporte. "Sei do nosso compromisso com a cidade. Temos que ter responsabilidade para discutir essa situação", completou.

A Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) informou que, além da sanção do presidente Lula, a criação do serviço de mototáxi exige também regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A autarquia ressaltou ainda a necessidade de autorização do poder público municipal, via projeto de lei.

Apesar de proibida na cidade, a atividade de mototaxista foi flagrada em reportagem de O TEMPO, publicada em junho. Muitos passageiros eram transportados do centro da cidade para os bairros, muitas vezes por motoboys, durante os intervalos das entregas de produtos ou documentos.

Apesar de comemorar a aprovação do Senado, o presidente do Sindicato dos Motociclistas e Ciclistas do Estado de Minas Gerais, Rogério dos Santos Lara, prefere aguardar a sanção do presidente Lula com mais cautela. Ele conta que, desde 2002, o sindicato vem acompanhando o processo de regulamentação da profissão e, desde então, o maior obstáculo da categoria tem sido as empresas de ônibus e táxis, que usam do poder econômico e político para impedir a atividade.

"Se o projeto for aprovado, o mototaxista vai tirar uma fatia do mercado das empresas de ônibus, micro-ônibus e táxis, e elas não vão ficar paradas".

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Ministro não aprova a decisão
Brasília. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, condenou a aprovação, pelo Senado, do projeto que regulamenta a profissão de mototaxista. "É preocupante’’, afirmou o ministro. "A curva de acidentes fatais com motos vem crescendo no Brasil inteiro.’’

De acordo com estimativas da categoria, há, atualmente, 500 mil mototaxistas e 10 milhões de usuários do transporte em todo o Brasil. Com a regulamentação da profissão, os números devem aumentar.

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Minientrevista

"O transporte no Brasil é uma catástrofe"
Robson Paulino
Presidente da Federação dos Mototaxistas

Como a federação recebeu a aprovação pelo Senado do projeto de lei que regulamenta a profissão de mototaxista?
Foi muito importante para nós. A partir de agora, esses profissionais vão ter inúmeros benefícios e poderão sair da informalidade. Agora, todas as câmaras municipais do Brasil e chefes dos poderes executivos poderão regulamentar o serviço.

Você acredita que Lula sancionará o projeto?
Não temos dúvidas. Já há um manifesto favorável do presidente e não tem como não reconhecer os 2 milhões de motofretistas e 500 mil mototaxistas existentes no país.

A federação não teme a pressão das empresas de ônibus e de táxis?
O transporte no Brasil é uma catástrofe. O mototáxi surgiu da incompetência do transporte coletivo.
Publicado em: 10/07/2009

fonte:http://www.otempo.com.br/otempo/not...&IdSubCanal=&IdNoticia=115562&IdTipoNoticia=1
 

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Subway and train Forever!
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Mas nem no interior? então quando for à uma cidade pequena, trate de ir com seu carro porque transporte público, xiiiiii... :lol:
Evandro,

Eu me referia somente aqui na capital. No interior eu sou a favor, tanto é que eu citei isso na minha mensagem, acho que você não entendeu direito.....
 

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R.I.P. Niki
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O serviço de mototaxi em si eu acho positivo. O único problema é que quase sempre as pessoas que prestam esse serviço não tem o mínimo preparo sequer pra "passear" com uma moto, quanto mais pra trabalhar com uma, transportando vidas em sua garupa.
 

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Subway and train Forever!
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^^ Pois é, é isso que eu tenho receio, por isso que não usarei esse serviço aqui na capital....prefiro ficar preso no transito!
 

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O grande avanço será o MOTOBOY parando de ganhar por entrega e sim por mes, contratado de empresas ou de cooperativas...

Ai sim o numero de acidentes vai diminuir e o "atrito" entre motoboys e motoristas tb...
 

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R.I.P. Niki
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^^ Pois é, é isso que eu tenho receio, por isso que não usarei esse serviço aqui na capital....prefiro ficar preso no transito!
Se houvesse um controle de qualidade rigoroso dos profissionais que prestam esse serviço e a perda da concessão em caso de má conduta, a coisa funcionaria bem. Mas é difícil alguma coisa ter controle rigoroso no Brasil. Pode até ter em algumas cidades, mas na maioria delas não terá. Aqui em Ariquemes mesmo não tem. O mototaxi aqui é regularizado há alguns anos já. Pra quem não tem veículo próprio é a salvação, já que aqui não existe transporte coletivo. Mas a maioria dos mototaxistas não tem preparo nenhum. Os caras fazem isso pra viver e não sabem fazer direito.
 

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Viuvo da Mediga
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O grande avanço será o MOTOBOY parando de ganhar por entrega e sim por mes, contratado de empresas ou de cooperativas...

Ai sim o numero de acidentes vai diminuir e o "atrito" entre motoboys e motoristas tb...
Acho esse um ponto essencial. Algo que deveria ter sido instituido há muito tempo.
 

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Kassab admite liberar mototáxis em SP

Prefeito chegou a dar sugestões ao vereador que faz projeto para regulamentar a atividade fora do centro expandido

Senado aprovou a profissão de mototaxista; medida é criticada por especialistas em trânsito e até por secretários municipais

EVANDRO SPINELLI
ALENCAR IZIDORO
DA REPORTAGEM LOCAL

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) admitiu ontem a possibilidade de regulamentar a atividade dos mototáxis em São Paulo. Afirmou, inclusive, que já deu sugestões para aperfeiçoar um projeto de implantação em áreas restritas da cidade -e que deve tramitar na Câmara por iniciativa do vereador Ricardo Teixeira (PSDB).

Esse serviço de transporte é condenado por especialistas devido aos riscos à segurança viária e criticado publicamente por secretários de Kassab -no país, 19 motociclistas morrem por dia em acidentes.

Hoje, a atividade é irregular em São Paulo, mas já há quem faça esses serviços e se ofereça até pela internet.

Técnicos temem a expansão dos mototáxis por conta de um projeto aprovado pelo Senado para regulamentar a profissão.

A proposta transfere para os municípios a decisão de autorizar ou não a atividade, mas fornece aval federal.

Para entrar em vigor, depende de sanção do presidente Lula (PT). Depois, a Câmara de cada cidade tem de aprovar a sua regulamentação.

"Eu já manifestei em algumas oportunidades no sentido de fazermos aqui na cidade de São Paulo uma regulamentação bem específica, até porque precisamos preservar a segurança das pessoas e dos próprios proprietários de um eventual mototáxi", afirmou ontem Kassab.

O prefeito disse ter dado sugestões e "liberdade" a Ricardo Teixeira, que está preparando um projeto de lei para legalizar a atividade fora do centro expandido. "Foi sugestão minha que colocasse no projeto de sua iniciativa a necessidade de implantação dos chips nas motos para que a gente possa definir áreas onde eventualmente poderiam ser permitidos os mototáxis", afirmou Kassab.

Teixeira disse que a sugestão visa fiscalizar os serviços, mas que Kassab não tomou posição.

O secretário dos Transportes, Alexandre de Moraes, declarou dias atrás que a atividade dos mototáxis "é um perigo enorme para um município como São Paulo". Ontem, dois secretários de Kassab -Alexandre Schneider (Educação) e Andrea Matarazzo (Subprefeituras)- se manifestaram contra os mototáxis pelo site Twitter.

"A sensação é que estamos copiando os asiáticos em relação à legislação de motocicletas. Um caos", escreveu Matarazzo. "Sandice", postou Schneider.

Suplicy diz ter usado serviço irregular em SP

DA REPORTAGEM LOCAL

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) não só foi a favor da regulamentação dos mototáxis no país como declarou, no plenário do Senado, ser ele próprio usuário do serviço na cidade de São Paulo. Detalhe: a atividade é irregular na capital paulista. No último dia 8, Suplicy defendeu no Senado a legalização da profissão pela prefeitura paulistana e declarou: "Se é para alguma atividade de trabalho nas áreas mais longínquas, na zona sul, na zona norte, ou para onde for, em algumas ocasiões eu chamo um mototaxista".

À Folha Suplicy disse que não sabia que os serviços eram irregulares e que, quando foi informado, parou de usá-los. Leia a seguir trechos da entrevista.

FOLHA - O senhor já usou mototáxi em São Paulo?

EDUARDO SUPLICY
- É fato que eu cheguei a utilizar umas duas ou três vezes. O trânsito de São Paulo, como é comum acontecer, estava tão terrível que levaríamos muito mais tempo do que o normal.

FOLHA - O mototáxi pode ser uma boa alternativa?

SUPLICY
- Eu acho que deve ser regulamentado com muitos cuidados especiais. Levando em conta inclusive o grande número de acidentes de moto em São Paulo, que vemos quase diariamente, é preciso uma regulamentação muito bem feita, bem como a orientação sobre os cuidados para prevenir acidentes.

FOLHA - Hoje o serviço não é regulamentado. O senhor não vê problema em dizer publicamente que usa o serviço?

SUPLICY
- Só neste ano, a partir do debate sobre esse projeto, é que eu me dei conta de que o mototáxi não é permitido em São Paulo. Pensei que fosse algo normal e, desde que me dei conta que não é regulamentado, eu ainda não utilizei.

Acidente com moto gera 57% das indenizações

DA REPORTAGEM LOCAL

As motos somam 24% da frota brasileira, mas os acidentes de trânsito que envolvem esses veículos já representam 57% da quantidade de indenizações pagas pelo seguro obrigatório (DPVAT).

A discrepância é considerada por técnicos um exemplo dos riscos que envolvem o uso de motos.

O seguro obrigatório é pago anualmente pelos donos de veículos para indenizar as vítimas de acidentes viários. O pagamento pode ser feito em caso de morte (R$ 13,5 mil, repassados aos herdeiros da vítima), invalidez (até R$ 13,5 mil, conforme a gravidade das sequelas) e para cobrir despesas médicas (até R$ 2.700).

A cobertura é válida para todos os cidadãos (sejam motoristas, passageiros ou pedestres) e independentemente da culpa no acidente de trânsito.

O número de indenizações pagas não para de crescer principalmente por conta das ocorrências que envolvem motocicletas -salto de 90% entre 2005 e 2008, contra 26% no caso de acidentes com outros tipos de veículo.

Só no ano passado houve 154 pagamentos por dia por invalidez de pessoas acidentadas com motocicletas no país. (AI e ES)

Folha de S.Paulo
 

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Será que sou uma das poucas pessoas que apóiam o mototáxi no Brasil?
Provavelmente. :lol:
Ah, fala sério. Esse negócio inseguro demais! É só você pensar, você acha que o parlamento de um país sério aprovaria algo assim...

E o que é pior é que no CTB vem disposto que os veículos maiores devem zelar sobre a segurança dos menores. Isso é prato cheio pra motoboy. Aí motoqueiro deita e rola mesmo (literalmente). :devil:

O problema é que se ele rolasse pra lá, tudo bem. Mas se ele se ferrar geralmente ele ganha a causa e você paga indenização. Pra você ter uma opinião dessas só se você nunca dirigiu um carro numa cidade cheia de motoboys.

É um inferno:

:badnews:
 

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Santa Catarina também noticiou

Geral | 09/07/2009 | 13h51min

Motoboys e mototaxistas catarinenses aguardam regulamentação das profissões
Municípios serão responsáveis por autorizações aos motociclistas profissionais

Motoboys, mototaxistas e motovigias de Santa Catarina aguardam a sanção, pelo presidente Lula, do projeto que regulamenta estas profissões. A proposta, aprovada na quarta-feira no Senado, prevê o controle, pelas prefeituras, das autorizações para o exercício profissional.

Pelo menos duas cidades catarinenses já têm lei que ordena o trabalho dos motociclistas. Em Blumenau, no Vale do Itajaí, a regulamentação existe desde 2001, e em Balneário Camboriú, a partir de 1997.

Em ambos os municípios, apesar da legislação, a categoria ainda luta por direitos trabalhistas.

Em Florianópolis, pelo menos mil profissionais atuam nas profissões, de acordo com o presidente da Associação dos Motociclistas da Capital, Pedro Luis Sabaciauskis, de 32 anos.

O processo de regulamentação das atividades já está em fase adiantada. Em junho, o representante dos motociclistas encaminhou à prefeitura um projeto, baseado nas experiências de sindicatos paulistas da categoria.

Sabaciauskis disse acreditar que a lei será colocada em votação em breve, a partir da sanção da lei. Para ele, as medidas previstas no projeto vão melhorar a qualidade do serviço oferecido à população e assegurar direitos trabalhistas aos profissionais, além de contribuir para o trânsito.

— Os profissionais terão treinamento, serão padronizados. Isso terá impacto direto na qualidade dos serviços e em ganhos para a categoria — destaca, ressaltando a exigência de cursos de prevenção de acidentes para os motociclistas no documento aprovado.

— De um lado, vai aumentar a segurança de mototaxistas e passageiros. Já no caso dos motoboys, um número ainda maior de pessoas deve passar a utilizar o serviço, o que pode contribuir para o trânsito — disse.

Outro reflexo da regulamentação das profissões, segundo Sabaciauskis, será a reunião de representantes da classe em uma associação ou federação estadual. Atualmente, a associação dos motociclistas da Capital reúne cerca de 280 membros.

DIARIO.COM.BR

Saiba mais
Algumas exigências da proposta
Para exercer as profissões é necessário:

— Ter idade superior a 21 anos;
— Experiência de dois anos como condutor de motocicleta;
— Habilitação em curso especializado, a ser regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran);
— No caso dos motovigias, serão exigidos documentos de identificação, atestado de residência e certidões negativas de varas criminais.

Segurança:

— Utilização de colete especial, com refletores;
— Instalação de equipamentos de proteção (mata-cachorros e antenas corta-pipas) nas motocicletas utilizadas pelos motoboys;
— Inspeções semestrais dos itens de segurança;


Fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocat...=2&local=18&section=Geral&newsID=a2573996.xml
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10 de julho de 2009 | Nº 8492

MOTOBOYS

Luzes na profissão

Eles, na grande maioria, são autônomos, exercem longas jornadas de trabalho e ainda não possuem um sindicato forte que os represente e os defenda. Depois da aprovação, na quarta-feira, do projeto de lei no Senado que regulariza as atividades dos motoboys, mototáxis e motovigias, a lei federal depende agora da sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da autorização do poder público de cada município. A partir daí, eles passarão a ser reconhecidos e regulamentados como profissionais das motos, ganharão as luzes da formalidade e direitos semelhantes aos de qualquer outro trabalhador.

Por estes motivos, a aprovação do projeto foi comemorada pela categoria. Nelmo Coutinho, de 37 anos, trabalha há quatro anos no Centro da Capital. Para ele, a medida vai aumentar a segurança dos profissionais e também dos passageiros que passarão a contar com trabalhadores preparados por cursos de prevenção de acidentes.

– Acho que um número ainda maior de pessoas vai utilizar o serviço, o que pode contribuir até para o trânsito, além de valorizar nossa categoria – afirmou Coutinho.

Em Santa Catarina, pelo menos duas cidades catarinenses já têm a lei que ordena o trabalho dos profissionais que trabalham sobre duas rodas. Em Blumenau, no Vale do Itajaí, a regulamentação existe desde 2001, e em Balneário Camboriú, no Litoral Centro-Norte, a partir de 1997. Em ambos os municípios, apesar da legislação, a categoria ainda luta por direitos trabalhistas.

Na Capital, o presidente da Associação dos Motociclistas da Capital, Pedro Luis Sabaciauskis, de 32 anos, afirmou que encaminhou para a prefeitura, no mês passado, um projeto para iniciar o processo de regulamentação das atividades, baseado nas experiências de sindicatos paulistas da categoria.

De acordo com o representante dos motociclistas, pelo menos mil profissionais atuam nas profissões em Florianópolis, mas apenas 280 são integrantes da associação. Cerca de 70% dos profissionais são autônomos. A maioria, segundo ele, homens com idades entre 18 e 30 anos e profissionais que trabalham em dois empregos, com jornadas de trabalho de até 14 horas por dia.

É o caso do motoboy Ricardo Abbate, de 42 anos, que precisa trabalhar nos fins de semana para garantir uma renda mensal adequada.

– Assim como eu, tem muita gente sobrevivendo disso. Nos fins de semana, trabalho em uma pizzaria e tem gente ainda que acha que o nosso trabalho é só ficar passeando – desabafou o motoboy, 10 anos dedicados a fazer entregas.

Pedro Sabaciauskis espera que a lei seja colocada em votação em breve na Capital. Para ele, as medidas previstas no projeto vão melhorar a qualidade do serviço oferecido à população e assegurar direitos trabalhistas aos profissionais, além de contribuir para o trânsito.

– Com a regulamentação podemos reunir os representantes da classe em uma associação ou uma federação estadual. Além disso, os profissionais terão treinamento e serão padronizados. Isso terá impacto direto na qualidade dos serviços e em ganhos para a categoria – comemorou.

Secretário ressalta a necessidade de fiscalização

Para o vice-prefeito e secretário de Transportes da Capital, João Batista Nunes, a aprovação do projeto de lei no Senado representa um avanço.

– A regulamentação é fundamental, mas o poder público vai controlar e fiscalizar as atividades. Acredito que a lei federal deve respeitar uma proporcionalidade de demanda para não inviabilizar outros meios de transporte na cidade – ressaltou.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, no entanto, condenou o projeto.

– É preocupante. A curva de acidentes fatais com motos vem crescendo no Brasil inteiro – comentou.

diario.com.br
Fonte: http://www.clicrbs.com.br/diariocat...l&template=3898.dwt&edition=12690&section=846
 

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Acho uma ótima alternativa, mesmo aqui para São Paulo, onde qualquer corridinha de 5min num taxi custa R$ 15. Apesar de que eu não usaria o serviço, pois morro de medo de andar de moto.
 

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Evandro,

Eu me referia somente aqui na capital. No interior eu sou a favor, tanto é que eu citei isso na minha mensagem, acho que você não entendeu direito.....
Ah, tá... :lol:

Veja o caso do forista BR 364... lá na cidade dele não tem transporte público além das motos.

Bem, eu, como motorista e também motociclista sou a favor, mas apenas em cidades onde tal serviço é necessidade, e não nos grandes centros urbanos. E eu não andaria na garupa de um motoboy qualquer (somente com um motociclista experiente numa moto de médio ou grande porte :D).
 

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^^ era exatamente isso que eu me referia. Andar na garupa de alguém que eu nem conheço e nem sei como é o comportamento dele no transito é um risco muito grande. Se fosse no interior com o transito bem tranquilão, blz, mas em se tratando de Sampa não vira não....
 
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