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Brasil, mostra tua cara!
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^^
Nunca entendi porque não faziam isso antes.
 
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Por que não havia essa tecnologia?

Ainda sim, a grade ferroviária sobre o lastro, é mais barata que essa estrutura. O ruim dessa estrutura é para manutenção. Nenhuma equipe de solda vai querer trocar trilhos, nem barra de 5m (285 Kg), a essa altura.
 

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Brasil, mostra tua cara!
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Pô, mas essa tecnologia tem o que de diferente? Isso o que nunca entendi.
Sempre pudemos erguer ferrovias dessa forma, não? Ou seria o método construtivo que foi inovador?
 

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Galera, minha perguntinha de ignorante:
Sempre ouvi o pessoal do fórum falar em lastro e sub-lastro, mas até agora (e mesmo com essa foto) não consegui entender direito o que é.
Lastro é aquela "cama" de pedras?
 

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Pô, mas essa tecnologia tem o que de diferente? Isso o que nunca entendi.
Sempre pudemos erguer ferrovias dessa forma, não? Ou seria o método construtivo que foi inovador?
Essa é a "Tubular Track" ou "Ladder Track", método relativamente novo se comparado ao tradicional, utilizado em algumas ferrovias principalmente na África e Ásia. Ela é diferenciada pelo fato do dormente ser longitudinal ao invés de transversal (explicando de forma simplificada). Existem barras de aço, de travamento, entre os apoios dos trilhos, travando de um lado a outro, em intervalos regulares.

Existem vias dessa maneira com e sem lastro, que, como o amigo acima perguntou, é a "brita" por baixo dos dormentes, conforme a figura abaixo:



A manutenção da via, construída nesse método, é mais simples, e eventos como desnivelamento ou flambagem tendem a ocorrer com menor frequência.

O problema é que a terraplenagem nesse caso tem que ser MUITO melhor do que em vias tradicionais, porque qualquer desnível ou inclinação no solo vai gerar o mesmo efeito na via. Em vias "normais", dá pra corrigir FÁCIL com aplicação de lastro, dormentes, etc.

Mas está tudo em testes ainda, tem muito pouca coisa no Brasil ainda. Quase nada!

E, ao contrário do que o amigo ali disse, trocar trilhos ou fazer soldas não é diferente assim ou na via normal. O preço também, a princípio, compensa, olhando vida útil, manutenção, componentes, etc.
 

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E, ao contrário do que o amigo ali disse, trocar trilhos ou fazer soldas não é diferente assim ou na via normal. O preço também, a princípio, compensa, olhando vida útil, manutenção, componentes, etc.
Ah solda até que relativamente tranquilo, complicado é olhar o topo do trilho ali em cima...

Agora, experimenta subir uma barrinha do chão até aí em cima sem ter onde apoiar....
Na convencional tem o lastro para apoiar, além dos dormentes.
Um TLS, até que é relativamente tranquilo, devido as travessas, mas trilhos curtos são um caos para equipe puxar.

O complicado de se falar que o custo é bom, nem todos conseguem olhar assim. Podemos ver pela própria aderência de dormentes de aço em ferrovias não sinalizadas. São poucos, a manutenção e a durabilidade muito acima dos de madeira ou concreto, mas seus custos são altos, nem por isso são comprados.
 

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um TLS normalmente é posicionado dentro da linha (se for mesmo perfil) ou fora do ombro do lastro, se nao tiver condição de colocar dentro. E ainda assim a galera sobe ele pra construir a grade. A distância do trilho em relação ao chão do tubular track é bem menor que a distância do trilho até fora do ombro. Esse "dormente contínuo" do tubular track tem talvez 30 cm de altura, não dificultando nenhum serviço.

Pra olhar o topo do trilho é só agachar, não entendi a consideração.

E em relação ao dormente de aço vc está certo. Mas a manutenção só funciona bem com um nível de mecanização relativamente grande. Não sendo assim, é melhor trabalhar com madeira ou concreto mesmo.
 

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Mobilidade Urbana Moderna
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Desse jeito que se constroem os trilhos com esse estrutura diferente, onde tem o reforço do concreto abaixo. Está sendo bastante usado para implantação dos VLTs em áreas Urbanas.

Exemplo:

Instalação dos trilhos do VLT de Cuiabá(MT)

Na hora da instalação.


Depois de pronto, com acabamentos.


Instalação dos trilhos do VLT de Santos/São Vicente(SP)

Na hora da instalação.


Depois de pronto, com acabamentos.


Agora para uma ferrovia comum? Não sei não se dar certo? A preocupação é se não tem mais risco de descarrilhamento e se os trilhos não serão cobertos com alguma coisa? Tipo cascalhos grossos. Para proteção e fortalecimento da estrutura. E outra, se caso um trem carregado de sojas, minério e bauxitas descarrilhar, vai causar ainda mais danos aos trilhos. A não ser se esses tipos de trilhos podendo servi apenas para passagens de trens de passageiros, ou cargas leves.
 

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um TLS normalmente é posicionado dentro da linha (se for mesmo perfil) ou fora do ombro do lastro, se nao tiver condição de colocar dentro. E ainda assim a galera sobe ele pra construir a grade. A distância do trilho em relação ao chão do tubular track é bem menor que a distância do trilho até fora do ombro. Esse "dormente contínuo" do tubular track tem talvez 30 cm de altura, não dificultando nenhum serviço.

Pra olhar o topo do trilho é só agachar, não entendi a consideração.

E em relação ao dormente de aço vc está certo. Mas a manutenção só funciona bem com um nível de mecanização relativamente grande. Não sendo assim, é melhor trabalhar com madeira ou concreto mesmo.
Pelo visto você não trabalha com VP, para ver o topo do trilho numa solda tem que ver por cima, acima da chama do maçarico...

E no modo convencional, já da trabalho de passar um trilho sobre o outro, que é no máximo 180mm, levantar 300mm direto só com maquina. Quando se tem um trilho fora do ombro, sobe a barra apoiando no lastro do ombro até ficar ao lado da barra a ser trocada.
Fora que apenas estou dizendo em relação a uma operação, faltou dizer sobre como a equipe fará isso, sendo que não há local para equipe ficar. Esse tipo de via tem que ter acabamento, grama, concreto ou qualquer coisa...
 

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Desse jeito que se constroem os trilhos com esse estrutura diferente, onde tem o reforço do concreto abaixo. Está sendo bastante usado para implantação dos VLTs em áreas Urbanas.

Exemplo:

Instalação dos trilhos do VLT de Cuiabá(MT)

Na hora da instalação.


Depois de pronto, com acabamentos.


Instalação dos trilhos do VLT de Santos/São Vicente(SP)

Na hora da instalação.


Depois de pronto, com acabamentos.


Agora para uma ferrovia comum? Não sei não se dar certo? A preocupação é se não tem mais risco de descarrilhamento e se os trilhos não serão cobertos com alguma coisa? Tipo cascalhos grossos. Para proteção e fortalecimento da estrutura. E outra, se caso um trem carregado de sojas, minério e bauxitas descarrilhar, vai causar ainda mais danos aos trilhos. A não ser se esses tipos de trilhos podendo servi apenas para passagens de trens de passageiros, ou cargas leves.
No caso do tramway de Santos, o método de laje de via esta sendo empregado no assentamento da grade de via.
 

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®½! ½Ø
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Discussion Starter · #16 ·
Ué, locomotivas da EFVM no interior de São Paulo? Pensei que elas só andavam em Minas Gerais.
Essas locomotivas são da FCA, ficaram pouco tempo na EFVM depois foram transferidas para a FCA, na época a VALE estava com 99% de participação na FCA.
 

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Rail Specialist
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A camada de sublastro é presente até em meios rodoviários.
É a camada de regularização da plataforma com a estrutura final.
 

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Pelo visto você não trabalha com VP, para ver o topo do trilho numa solda tem que ver por cima, acima da chama do maçarico...

E no modo convencional, já da trabalho de passar um trilho sobre o outro, que é no máximo 180mm, levantar 300mm direto só com maquina. Quando se tem um trilho fora do ombro, sobe a barra apoiando no lastro do ombro até ficar ao lado da barra a ser trocada.
Fora que apenas estou dizendo em relação a uma operação, faltou dizer sobre como a equipe fará isso, sendo que não há local para equipe ficar. Esse tipo de via tem que ter acabamento, grama, concreto ou qualquer coisa...
rs eu mantenho minha posição. mesmo com o maçarico ainda dá altura tranquilo dado que a forma é pouco maior que o trilho



mesmo nessa foto acima que a porção de solda é gigantesca em relação a um cadinho comum, o camarada ainda olharia para baixo se estivesse em pé ao lado

e quanto ao local pra equipe, o pessoal fica em volta. da mesma maneira que em via normal, sem a preocupação de pisar no lastro
 
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