SkyscraperCity banner

1101 - 1120 of 1163 Posts

·
Norte do Brasil
Joined
·
46,113 Posts
GRANDE DIA!
Marrocos abre mercado para pescado do Brasil

De acordo com o secretário de Pesca e Aquicultura, Jorge Seif, o país importou o equivalente a US$ 240 milhões no ano passado

COMPARTILHE NO WHATSAPP
06 de fevereiro de 2020 às 17h51
Por Canal Rural

O Marrocos abriu seu mercado para o pescado brasileiro, anunciou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, nesta quinta-feira, 5. Em vídeo publicado no Twitter, ela dá a “ótima notícia” ao lado do secretário de Pesca e Aquicultura, Jorge Seif. “Parabéns à senhora e a toda a equipe do ministério [da Agricultura]”, disse ele
De acordo com o secretário, o setor de pescado está buscando novos mercados diante do crescimento da produção. “Para ser ter uma ideia, no ano passado, o Marrocos importou mais de US$ 240 milhões de todo o mundo, e agora o Brasil poderá fazer parte disso”, afirma.
ICMBio autoriza pesca esportiva em unidades de conservação ambiental
Seif destaca que o país importa vários produtos que o Brasil já produz, como listrado, lula, camarão. “E já está tudo aberto”, enfatiza a ministra Tereza Cristina.

https://www.canalrural.com.br/noticias/pecuaria/peixes/marrocos-pescado-brasil/
 

·
Norte do Brasil
Joined
·
46,113 Posts
CONFLITO INTERNACIONAL
Frango: Indonésia mantém barreiras e Brasil pode retaliar

Desde a vitória brasileira em painel na OMC, o país asiático não fez alterações que permitissem a entrada da proteína em seu mercado

COMPARTILHE NO WHATSAPP
07 de fevereiro de 2020 às 21h00
Por Canal Rural

A Indonésia não retirou as barreiras impostas à entrada de carne de frango do Brasil, mesmo após a Organização Mundial de Comércio (OMC) ter dado um parecer favorável, em 2017, aos brasileiros.
O governo já pediu à OMC a abertura de um painel de implementação. A entidade avaliará se o país asiático adotou as recomendações. Caso a Indonésia não mude sua postura, o Brasil deve retaliar.
Por meio de nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) reiterou a confiança em uma decisão favorável, visto que a Indonésia permanece com uma “postura de atrasos indevidos” para a implementação.
A associação diz, ainda, que está nas etapas finais do processo e mantém a expectativa de acessar esse importante mercado. Em caso de abertura, a expectativa é de exportar 3.000 toneladas por ano na fase inicial.
De acordo com a advogada da BMJ Consultores Renata Amaral, é um cenário complicado, pois a Indonésia tem um mercado muito fechado para o frango. “Ele é dominado por algumas empresas que não permitem a entrada da proteína. O país tem ‘sofisticado as dificuldades’”, diz.

https://www.canalrural.com.br/programas/informacao/rural-noticias/frango-indonesia-barreiras-brasil/
 

·
Norte do Brasil
Joined
·
46,113 Posts
^^ Tem muito produto que é aceito ou não. Mas ultimamente tem sido abertos vários mercados para os mais variados produtos agro do Brasil

Índia abre mercado para o gergelim brasileiro
https://valor.globo.com/brasil/noticia/2020/01/25/ndia-abre-seu-mercado-para-o-gergelim-brasileiro.ghtml

China abre mercado para o melão brasileiro
https://www.comexdobrasil.com/maior-consumidora-de-melao-do-mundo-a-china-abre-o-mercado-para-a-fruta-brasileira/

China abre mercado para a uva brasileira
https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/egidio-serpa-1.209/china-abre-o-mercado-para-uva-brasileira-1.2208476
 

·
Registered
Joined
·
5,359 Posts
Safra de soja do Brasil está "excepcional", com exceção do RS, diz AgRural



A produção brasileira de soja na safra 2019/20 deverá atingir um recorde de 125,6 milhões de toneladas, com ótimas perspectivas na maior parte do país, avaliou nesta segunda-feira a consultoria AgRural, em momento em que a colheita já foi finalizada em mais de um quinto da área plantada, em ritmo em linha com a média histórica.

Até janeiro, a consultoria projetava uma produção de 123,9 milhões de toneladas, mas os números foram revisados para cima diante de boas expectativas para a maior parte das principais regiões produtoras, com exceção do Rio Grande do Sul, onde o tempo mais seco mantém as atenções do setor.

Se a atual projeção for mantida quando a colheita estiver finalizada, o Brasil —tradicionalmente o maior exportador global e também o maior produtor em 2019/20— vai aumentar a produção da oleaginosa em mais de 10 milhões de toneladas, na comparação com os números oficiais de 2018/19.

“Uma excepcional safra brasileira. Claro, temos alguns problemas no Rio Grande do Sul... Fizemos um novo corte no Rio Grande do Sul, só que as produtividades muito boas nas outras regiões do Brasil acabaram compensando”, disse o analista Adriano Gomes à Reuters.

A produtividade estimada para soja gaúcha da AgRural é agora de 51 sacas por hectare, versus 55,4 sacas do número oficial da temporada anterior.

De outro lado, a AgRural vê safras recordes em vários Estados: Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.

Na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), onde o plantio foi atrasado neste ano por irregularidade nas chuvas, muitos produtores estavam plantando ainda em janeiro, enquanto alguns produtores já estavam colhendo em Mato Grosso.

“No Matopiba, mantivemos a produtividade, só que o clima está sendo bem favorável agora. Se continuar chovendo até março, devemos ter produtividades melhores por lá.”

No Rio Grande do Sul, “a primeira quinzena de fevereiro foi muito seca”, com muitas plantações em período de enchimento de grãos. Dessa forma, pode ser que a projeção para o Estado tenha algum ajuste negativo na próxima estimativa, revelou Gomes.

No Paraná, outro grande produtor, a colheita está ainda “engatinhando”, após um plantio tardio.

Fonte: Reuters

https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/safra-de-soja-do-brasil-esta-excepcional-com-excecao-do-rs-diz-agrural
 

·
Registered
Joined
·
559 Posts
Já o Pampa do RS é um solo muito delicado. Com regiões arenosas. Houve efeitos colaterais com a implementação da soja. Quando o solo é muito revirado, perde-se nutrientes.
 

·
Brasileiro do Norte
Joined
·
5,794 Posts
Brasil deve produzir 10,5 mi de t de carne bovina em 2020, diz USDA

O Brasil deve produzir 10,5 milhões de toneladas de carne bovina e 4,2 milhões de toneladas de carne suína em 2020, estima o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Se confirmados, os volumes representam, respectivamente alta de 3,4% e 4,5% ante o produzido no ano passado. As estimativas foram divulgadas em levantamento publicado pelo Departamento na última segunda-feira, 24.

O USDA atribui o aumento da produção de proteína bovina à maior produtividade, exportações recordes contínuas e ao fortalecimento do mercado doméstico. Já a perspectiva de incremento na produção de carne suína, afirma a agência, reflete a forte e contínua exportação para a China, a maior demanda doméstica e estabilidade nos custos de alimentação animal. O Departamento do governo norte-americano afirmou que a estimativa de crescimento de 2% para a economia brasileira e a expectativa de que as exportações brasileiras continuem firmes sustentam a projeção de aumento na produção de ambas as proteínas...

... Apesar de ter sido divulgado na segunda, o relatório do USDA foi finalizado em 18 de fevereiro. Dessa forma, o levantamento não considera a recente reabertura do mercado norte-americano à carne bovina brasileira.
 

·
Brasileiro do Norte
Joined
·
5,794 Posts
Três municípios farão o Paraná atingir recorde na produção de soja


Enquanto 6 núcleos regionais devem ter diminuição na produção, três outros devem colher 10% a mais que a perspectiva inicial (de janeiro), compensar as perdas e fazer o estado colher mais de 20 milhões de toneladas!

(...) Cascavel que tinha como previsão, até janeiro, de produzir 1,85 milhão de toneladas e agora deve chegar a 2,05 milhões de toneladas, alta de 10,96%;

. Francisco Beltrão que tinha como previsão, até janeiro, de produzir 958 mil toneladas e agora deve chegar a 1,05 milhão de toneladas, alta de 10,38%;

. Pato Branco que tinha como previsão, até janeiro, de produzir 1,16 milhão de toneladas e agora deve chegar a 1,28 milhão de toneladas, alta de 10,63%.

Juntos estes três núcleos produzirão quase 530 mil toneladas de soja a mais, ou seja, quase a totalidade (650 mil toneladas) do aumento da perspectiva do Deral para o estado(...)
 

·
Norte do Brasil
Joined
·
46,113 Posts
Minerva Foods confirma que poderá exportar carne para os EUA a partir de cinco unidades

A empresa também lembrou no comunicado que já atendia o mercado americano por meio de suas operações na Argentina e no Uruguai
Por Fernanda Pressinott, Valor — São Paulo

26/02/2020 12h02 Atualizado há um dia

A Minerva Foods confirmou, por meio de comunicado ao mercado, que o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) a notificou para permitir a exportação de carne bovina brasileira para os EUA.
Como adiantou o Valor, a Minerva obteve a aprovação de cinco unidades industriais, que totalizam capacidade de abate de 6.040 cabeças por dia. A empresa também lembrou no comunicado que já atendia o mercado americano por meio de suas operações na Argentina e no Uruguai.
“A aprovação da exportação de carne bovina brasileira para os Estados Unidos é um importante passo para os produtores brasileiros e pode abrir oportunidades em outros mercados que seguem padrões sanitários semelhantes, ampliando assim a capilaridade da carne bovina brasileira no mercado global”, disse o texto.
Ao todo, 21 abatedouros de cinco empresas (JBS, Minerva Foods, Marfrig, Frisa e Mataboi) estarão habilitados para exportar para os EUA em um primeiro momento.

https://valorinveste.globo.com/mercados/renda-variavel/empresas/noticia/2020/02/26/minerva-foods-confirma-que-poder-exportar-carne-para-os-eua-a-partir-de-cinco-unidades.ghtml
 

·
Registered
Joined
·
16,539 Posts
Produção de soja avança no interior de São Paulo
Ex-capital do feijão, Capão Bonito vira uma “mini Mato Grosso”


O produtor Sidney Fujivara, que produz soja em Capão Bonito em sociedade com o irmão Sérgio: rentabilidade da cultura motivou troca do feijão pela oleaginosa — Foto: Silvia Zamboni/Valor


Não eram nem 9 horas da manhã da quinta-feira da semana passada e a temperatura em Capão Bonito, no sudoeste de São Paulo, já superava 33º C. A chuva dera trégua e havia esperança de que tivesse prosseguimento a colheita de soja na fazenda Estância Célia, uma das muitas da região onde o plantio do grão tem crescido exponencialmente nos últimos anos.

Mas, como choveu muito no dia anterior, as máquinas ficaram paradas. O problema é que o produtor tinha pressa. Se a soja não saísse das lavouras, como aconteceu nesta semana, não daria para semear o milho na janela climática ideal, já que qualquer atraso deixaria as plantações do cereal vulneráveis aos riscos de geada entre maio e junho.



Até o início do ano 2000, Capão Bonito era conhecida como a capital nacional do feijão. Os preços da leguminosa na cidade praticamente definiam os valores nacionais. Na divisão da área agricultável do município, no máximo sobrava uma parte para milho de verão. Mas um ataque de mosaico dourado (doença virótica transmitida pela mosca branca) dizimou as lavouras de feijão. Ao mesmo tempo, os produtores locais viam crescer a demanda por soja e perceberam que a rentabilidade da oleaginosa era maior que a de outras culturas. Foi o gatilho para a região virar um “mini Mato Grosso”.

Na safra 2019/20, a área de soja deverá somar 100 mil hectares em Capão Bonito, ou cerca de 60% do território do município. No Estado de São Paulo, a área deve chegar a 1,06 milhão de hectares com soja, 7,3% mais que no ciclo passado e um aumento de quase 30% em relação à temporada 2015/16, segundo dados do Instituto de Economia Agropecuária (IEA) da secretaria estadual da Agricultura. “A cada ano vemos crescer a o cultivo de soja. Como não há expansão de terras no Estado, temos certeza que se trata de substituição de culturas”, afirma Marisa Zeferino, pesquisadora de grãos do IEA.

Para se ter ideia, nos mesmos cinco anos, o cultivo de milho de verão caiu 14% e a estimativa para 2019/20 é de que sejam cultivados “apenas” 374,4 mil hectares com a cultura. No caso do feijão, os números disponíveis pelo IEA não refletem perda de terreno no Estado porque houve uma recuperação nas últimas quatro safras, as únicas com números disponíveis. “Mas nada se compara ao que ocorria há uma década”, diz a pesquisadora. A leguminosa ocupará 59,4 mil hectares em 2019/20, conforme o IEA.

Sidney Fujivara, sócio da fazenda Estância Célia e da empresa SF Agronegócio em parceria com o irmão Sérgio, conta sua história para ilustrar o que aconteceu na região. Seus avós, imigrantes japoneses, chegaram à Capão Bonito na década de 1950, depois de terem trabalhado em lavouras de café de terceiros, e iniciaram o plantio de batata e cebola. Seu pai, já formado em engenharia agronômica, em meados dos anos 1970, já mais profissionalizado, manteve a batata mas optou por investir em cereais como feijão e milho. Até que o próprio Sidney, hoje com 51 anos, se formou agrônomo e conheceu o mercado de soja.

“O fato é que a soja tem um mercado formal que nos permite planejar a safra e calcular os custos e os ganhos. Isso não acontece em nenhum outro mercado agrícola”, conta Sidney, que chegou a ser contratado por várias empresas e produtores como consultor na área de batatas.

Sidney começou a plantar soja na safra 2002/02, em 250 hectares, e hoje semeia 1,7 mil hectares na fazenda, além de trabalhar com o grão em áreas arrendadas que prefere não especificar. “Gostaria de aumentar a área de cultivo com soja, mas não encontro terra disponível aqui na região nem para comprar nem para arrendar”.

Já o feijão tem preços muito voláteis e é quase impossível travar com eficiência preços levando em consideração as despesas. Além disso, os custos de produção são maiores. Na safra atual, Sidney Fujivara afirma que o plantio de soja custará entre R$ 3,5 mil e R$ 3,8 mil por hectare na região, enquanto o do feijão sairá por cerca de R$ 5,3 mil.

Apesar disso, para manter a rotação e garantir a qualidade da terra, o produtor plantará 190 hectares com a leguminosa. Milho, agora, só no inverno - e se São Pedro ajudar. “Temos pressa. Semear milho em março aumenta muito o risco de geadas e diminui o potencial produtivo das lavouras em função da baixa luminosidade”. Quando a janela climática do milho se fecha, a saída é plantar apenas trigo no inverno.

A profissionalização do mercado de soja, segundo Sidney, garante uma rentabilidade entre 30% e 40%, a depender da produtividade da lavoura, muito acima do resultado do feijão, que ele prefere não detalhar.

Ele já vendeu 50% do volume que espera colher nesta safra ao preço médio de R$ 79, acima dos R$ 76 praticados atualmente na região e patamar considerado atraente tendo em vista o viés de baixa das cotações diante da expectativa de uma farta produção global puxada pelo Brasil.

A produtividade de sua fazenda e de outras do sudoeste paulista é uma das maiores do país - chega a entre 75 sacas a 78 sacas de 60 quilos por hectare. “Normalmente, temos uma combinação perfeita de clima, umidade e temperaturas amenas e, por isso, uma das maiores produtividades do Brasil. Além disso, os produtores de São Paulo são altamente tecnificados, até porque não há mais áreas para expansão”, afirma.

O cultivo da batata, que fez Sidney Fujivara um consultor famoso, chegou ao fim em 2014/15. “É uma cultura com grande exigência de mão-de-obra e custo alto, embora rentável. Mas existe um mercado informal, e você nunca sabe quando e como vai receber. Parei de plantar batata para ter qualidade de vida”, diz. E sobrou mais espaço para a soja.

https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2020/02/28/producao-de-soja-avanca-no-interior-de-sao-paulo.ghtml
 
1101 - 1120 of 1163 Posts
Top