SkyscraperCity banner

1141 - 1160 of 1163 Posts

·
Brasileiro do Norte
Joined
·
5,794 Posts
Aluvião hidromorfico ou terra lavada, de acordo com as enchentes alagam e quando secam têm novas características, não são mudanças drásticas, mas não são solos indicados pra leguminosas, gramíneas se dão bem.

Nessas terras de influência das enchentes do Araguaia, são próprias para arroz irrigado.

Já tem muita fazenda de alta tecnologia, como por exemplo a Nova Piratininga, da uma googlada no assunto.

O Araguaia é um rio da fácil assoreamento, acredito q a vocação seja mesmo pecuária, como eu disse num post anterior, a região é produtora do estoque de reposição dos confinamentos e engorda.
 

·
Registered
Joined
·
5,359 Posts
Brasil amplia a liderança no mercado de café

Em momento que a produção mundial cai, a produção brasileira deve crescer pelo menos 15% este ano


Editorial Econômico, O Estado de S.Paulo
08 de março de 2020 | 05h00



O Brasil deverá fortalecer ainda mais sua liderança na produção mundial de café. Estima-se que na presente safra de 2020 a produção mundial, consideradas as espécies arábica e conilon, deverá alcançar 169,3 milhões de sacas, quantidade 3% menor do que a da safra anterior. Já a produção brasileira, que poderá ficar entre 57,2 milhões e 62,0 milhões de sacas, deve registrar aumento entre 15,9% e 25,8% em relação à safra anterior, de acordo com o Sumário Executivo – Café de fevereiro, elaborado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Isso significa que o Brasil responderá por cerca de 35% da produção mundial. O segundo maior produtor do mundo, o Vietnã, com 32 milhões de sacas, responderá por 19% do total mundial. O terceiro colocado é a Colômbia, com produção de 14 milhões de sacas e 8,3% do volume mundial.

Particularmente expressivo será o aumento da participação do Brasil na produção mundial do café da espécie arábica. Na presente safra mundial, deverão ser colhidos 95,8 milhões de sacas dessa espécie, ou 56,6% da produção total. Com área plantada de 1,52 milhão de hectares e produtividade média de cerca de 30 sacas por hectare, a produção brasileira de café arábica deve ficar entre 43 milhões e 46 milhões, cerca de 46% da produção mundial. Na safra anterior, a participação brasileira foi de 33%.

Minas Gerais continua sendo o principal Estado produtor de café arábica do País, com produção prevista de cerca de 31 milhões de sacas, o que representa cerca de 70% da produção brasileira e 32% da produção mundial. Isso significa que, só de café arábica, o Estado de Minas, isoladamente, produzirá praticamente a quantidade total que o segundo maior produtor mundial de café, o Vietnã, alcançará na atual safra.

A produção mundial de café conilon está estimada em 73,6 milhões de sacas, ou 43,4% da produção total. O Vietnã é o maior produtor dessa espécie (31 milhões de sacas, ou 42% da produção mundial). Para essa espécie, a área plantada no Brasil na safra corrente é de 371 mil hectares, com produtividade média de 41 sacas por hectare. Assim, a produção brasileira de café conilon deve ficar entre 14 milhões e 16 milhões de sacas, cerca de 20% da produção mundial. O Espírito Santo responderá por cerca de 66% da produção brasileira dessa espécie.

https://opiniao.estadao.com.br/noticias/editorial-economico,brasil-amplia-a-lideranca-no-mercado-de-cafe,70003224003
 

·
Norte do Brasil
Joined
·
46,110 Posts
Dólar recorde impulsiona valores da soja, que ultrapassam R$ 92,00/sc
09/03/2020 | CEPEA #Grãos #Grandes Culturas #Mercado #Soja


Esses são os maiores patamares nominais desde o início de outubro de 2018.

O dólar em patamar recorde segue elevando os preços da soja no mercado brasileiro, à medida que torna o grão mais atrativo aos importadores. Entre 28 de fevereiro e 6 de março, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ Paraná subiram expressivos 3,2% e 4,1%, com respectivos fechamentos a R$ 92,80/sc de 60 kg e a R$ 86,32/sc, na sexta-feira, 6. Esses são os maiores patamares nominais desde o início de outubro de 2018. Na sexta-feira, a moeda norte-americana atingiu R$ 4,629, expressiva valorização de 3% se comparada à sexta-feira anterior. Segundo colaboradores do Cepea, apesar das altas, parte dos sojicultores esteve focada na colheita da oleaginosa, preferindo aguardar novas valorizações para negociar maiores volumes.
A cautela dos vendedores está fundamentada também na possível redução da oferta do complexo soja da Argentina no mercado internacional, que pode favorecer as vendas brasileiras. O aumento da taxa sobre as exportações (“retenciones”) de soja e derivados foi oficializado e entrou em vigor na quinta-feira, 5 – a alíquota passou de 30% para 33%. Como a Argentina é a principal exportadora mundial de farelo e óleo de soja, o aumento no tributo desse país pode levar os consumidores internacionais a adquirir maiores volumes do Brasil e dos Estados Unidos.

https://www.grupocultivar.com.br/noticias/dolar-recorde-impulsiona-valores-da-soja-que-ultrapassam-r-92-00-sc
 

·
Norte do Brasil
Joined
·
46,110 Posts
FRANGO/CEPEA: VOLUME EXPORTADO EM FEVEREIRO É RECORDE PARA O MÊS

Cepea, 6/3/2020 – As exportações brasileiras de carne de frango (in natura e processada) cresceram em fevereiro, atingindo o maior volume para o mês, desde o início da série da Secex, em 1997. Esse aumento surpreendeu agentes de mercado, tendo em vista o menor número de dias úteis de fevereiro – que poderiam resultar em menor quantidade –, e o recuo nos envios à China. Conforme dados da Secex, em fevereiro, o Brasil exportou 348,4 mil toneladas da proteína, aumento de 7,6% frente a janeiro e de expressivos 9,9% na comparação com o mesmo mês de 2019, que, até então, registrava o maior volume para fevereiro. No mercado doméstico de carne de frango, a liquidez tem sido maior neste início de março, segundo colaboradores do Cepea. Esse cenário, aliado ao preço mais alto do frango vivo, levou agentes do setor a reajustar seus preços positivamente. Assim, o frango inteiro congelado, comercializado no atacado da Grande São Paulo, se valorizou 3% entre 27 de fevereiro e 5 de março, fechando a R$ 4,79/kg na quinta-feira, 5. Na mesma região, o inteiro resfriado foi cotado a R$ 4,64/kg no dia 5, elevação de 1,4%.

Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br
 

·
Registered
Joined
·
16,539 Posts
Mercado de grãos impulsiona Capal
A farta colheita nesta safra 2019/20, negociada a preços elevados, deverá garantir um aumento de 22% na receita em 2020, para R$ 1,8 bilhão

A farta produção de grãos nesta safra 2019/20, negociada a preços elevados, deverá garantir um aumento de 22% na receita da Capal Cooperativa Agroindustrial, com sede em Arapoti (PR), neste ano. “Nosso orçamento prevê R$ 1,8 bilhão de faturamento em 2020, mas o que for possível fazer para chegar a R$ 2 bilhões será feito”, afirmou ao Valor o presidente do grupo, Adilson Fuga.

Os grãos representam 60% das vendas da cooperativa. Seus associados cultivam 150 mil hectares em São Paulo (55%) e no Paraná (45%), sobretudo com soja e milho - mas também com trigo e aveia no inverno -, e a colheita deverá totalizar 750 mil toneladas nesta temporada.

Da produção esperada de soja, 40% foi vendida antecipadamente, a R$ 88 a saca de 60 quilos (base porto de Paranaguá). Na safra passada (2018/19), 26% da colheita estimada da oleaginosa havia sido negociada nesta época, a um valor aproximado de R$ 80 por saca, conforme Fuga. Além dos preços mais elevados, a produtividade da soja também está maior na área de atuação da Capal - 4,8 mil quilos por hectare, em média, ante 3,8 mil no ciclo anterior.

Já o rendimento das lavouras de milho deverá crescer de 9 mil quilos por hectare para até 12 mil em 2019/20. Os preços do cereal também subiram. A saca tem sido vendida a R$ 47, ante R$ 35 em 2018/19.

O restante da receita da Capal vem de insumos, com destaque para sementes. Neste ano, a cooperativa desembolsou R$ 37 milhões para adquirir a Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) da Bocchi em Wenceslau Braz (PR). [...]

https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2020/03/12/mercado-de-graos-impulsiona-capal.ghtml
 

·
Registered
Joined
·
16,539 Posts
Marfrig mira frigorífico no Paraguai
De médio porte, Frigonorte, que está à venda, fatura US$ 150 milhões por ano

A Marfrig Global Foods, segunda maior indústria de carne bovina do mundo, pode chegar ao Paraguai. O Valor apurou que o grupo brasileiro desponta como a principal alternativa para comprar o Frigonorte, que está à venda em meio à dificuldades de capital de giro e ao envolvimento de um de seus sócios em investigações no Brasil sobre as atividades do do doleiro Dario Messer.

Com faturamento anual de cerca de US$ 150 milhões (o equivalente a R$ 690 milhões, considerando a atual taxa de câmbio), o Frigonorte é uma empresa de médio porte, com abates entre 700 e 800 cabeças de bovinos por dia.

No Paraguai, os principais players de carne bovina são a brasileira Minerva Foods, que pode abater 4,6 mil cabeças por dia, e o grupo Concepción. Juntas, as duas companhias respondem por 70% das exportações de carne bovina do país vizinho. [...]

https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2020/03/12/marfrig-mira-frigorifico-no-paraguai.ghtml
 

·
Registered
Joined
·
16,539 Posts
Centro-Sul voltará a reinar no açúcar
Projeções indicam que o crescimento da produção da commodity na região será expressivo

Maior polo produtor de açúcar do mundo, o Centro-Sul brasileiro deverá recuperar parte da presença perdida no mercado global da commodity na próxima safra de cana (2020/21) após alguns meses de alta dos preços internacionais e da forte desvalorização cambial. O volume de produção, porém, ainda deverá ficar aquém do que a região já produziu em boa parte dos últimos dez anos.

Segundo estimativa da consultoria Datagro, as usinas do Centro-Sul produzirão 32,5 milhões de toneladas de açúcar na próxima temporada, que começará oficialmente em abril. Isso significa uma adição de cerca de 6 milhões de toneladas em relação aos volumes produzidos nas safras passada (2018/19) e na atual (2019/20) - de abril do ano passado até o fevereiro, foram 26,5 milhões de toneladas, segundo os dados mais recentes da União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (Unica). Apesar do crescimento relevante, o Centro-Sul produziu volumes maiores em cinco das últimas dez temporadas.

...
https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2020/03/12/centro-sul-voltara-a-reinar-no-acucar.ghtml
 

·
Registered
Joined
·
5,359 Posts
DA ROÇA PARA A NASDAQ

CTC planeja abrir capital no Brasil e nos EUA para levantar dinheiro e investir em fábricas de sementes de cana-de-açúcar




Uma das maiores referências no desenvolvimento de variedades de cana-de-açúcar mais produtivas e eficientes, o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) traçou planos ambiciosos para levantar dinheiro para promover sua expansão no País. A companhia, com sede em Piracicaba (SP), pretende abrir o capital e lançar suas ações na B3, bolsa paulista, e também na Nasdaq, nos Estados Unidos. Com um portfólio de variedades de matérias-primas geneticamente modificadas, o CTC também tem se preparado para colocar no mercado sementes artificiais de cana, que prometem revolucionar o plantio do setor sucroalcooleiro.

Criada em 1969 pelo grupo de usinas da Copersucar, a companhia passou quase 40 anos com foco em melhoria da produtividade dos canaviais, mas sem fazer grandes avanços em biotecnologia. Foi a entrada de novos sócios, a partir de 2004, que permitiu à companhia de pesquisa traçar uma estratégia mais estruturada para todo o setor. Hoje, entre os principais acionistas estão a Raízen (joint venture entre Cosan e Shell), com 20% de fatia, e o braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDESPar), com 18,9%. A Copersucar tem 26% do negócio.

A mudança ficou registrada no nome. O segundo C da sigla CTC passou a representar o termo Canavieira, em vez de Copersucar. “Quando cheguei aqui em outubro de 2011, a cana-de-açúcar já estava atrasada há pelo menos 20 anos. Então, decidimos virar o botão”, disse Gustavo Leite, presidente do CTC. Antes, o executivo tinha comandado a Monsanto no Canadá e no Brasil, quando a canola e a soja transgênicas foram lançadas.

A mudança de estratégia da empresa de pesquisa foi vital para garantir a sobrevivência do centro. De 2017 para cá, a companhia já lançou duas variedades geneticamente modificadas de cana resistentes à broca, umas das principais pragas que afetam os canaviais e geram prejuízos anuais de R$ 5 bilhões às usinas. O próximo passo, que já está em estágio avançado, será uma combinação de variedades resistentes à broca e também tolerantes a herbicidas. Com esta cesta de produtos biotecnológicos, o CTC quer ser vendido aos investidores em Nova York como “a Monsanto da cana”.






Com aposta na biotecnologia, a empresa pôde começar a cobrar royalties pelo uso das variedades desenvolvidas. De 2012 até agora, foi injetado cerca de R$ 1 bilhão em pesquisa, sobretudo para o desenvolvimento de cana transgênica e a criação da semente artificial da matéria-prima do açúcar e etanol.

Com a entrada do BNDESPar na sociedade em 2014, a companhia firmou o compromisso de fazer sua listagem como companhia aberta na B3, operação feita em 2016, e de negociar suas ações em bolsa até 2023.

Nos laboratórios do CTC, os cientistas conseguiram avançar em pesquisas que podem deixar os canaviais ainda mais produtivos. A segunda onda desses investimentos prevê o lançamento de uma variedade também resistente ao bicudo, praga que “come” outros R$ 4 bilhões das usinas por ano.

Mais do que perda de receita, as principais pragas do setor - broca e bicudo - afetam duramente a produtividade dos canaviais. Até então, o controle é feito no “olhômetro” , explica Leite. Ou seja, funcionários de usinas andam pelos canaviais e tentam detectar canas “doentes” - as variedades atacadas apresentam furinhos em seus gomos. Os defensivos agrícolas ajudam nesse combate, mas não são totalmente eficientes.

Maior produtor global de cana, com uma produção anual média de 650 milhões de toneladas, o Brasil não está no radar das grandes multinacionais por não ter uma escala mundial, como é o caso da soja e do milho.

Ao contrário de outras importantes culturas de grãos, que tomaram conta de quase todas as lavouras do mundo por seu ganho de produtividade, redução no uso de agrotóxico e no impacto ambiental, a cana geneticamente modificada é produzida em pequena escala no País, mas tem grande potencial para crescer. A expectativa é encerrar a safra 2020/21 com uma área de 50 mil hectares, de um total de 9,2 milhões plantados em todo País.


SEMENTE SERÁ UMA REVOLUÇÃO NOS CANAVIAIS

Em paralelo ao desenvolvimento das variedades transgênicas, o CTC está debruçado em seu projeto mais ambicioso: a semente artificial de cana
. A empresa está reproduzindo em seu laboratório de Piracicaba milhões de embriões que vão dar origem à semente artificial de cana, mudando a forma de se plantar a matéria-prima que chegou há 500 anos no Brasil pelas mãos do português Martim Afonso de Souza.

Nesses últimos séculos, o plantio de cana é o mesmo: pedaços de cana são jogados na terra e elas se reproduzem. Agora, com a multiplicação de embriões de cana será possível criar a semente artificial perfeita: resistentes a pragas e tolerantes a herbicidas. Vários protótipos estão sendo testados e escondidos a sete chaves. O que já se sabe é que a semente será muito menor do que os toletes jogados diretamente na terra. O plantio não será na horizontal, como é feito hoje, e sim na vertical.

“Será uma revolução nos canaviais”, diz Plinio Nastari, presidente da consultoria Datagro, especializada no setor sucroalcooleiro. “O ciclo de vida da cana, que hoje é de cinco anos, pode cair para três a quatro anos.”

Hoje, para plantar um hectare de cana são usados de 15 a 20 toneladas da matéria-prima. Com a semente, essa proporção cai para 300 quilos, explica Leite. Além da melhoria da produtividade, o sistema de plantio pode mudar com máquinas mais adequadas - as atuais compactam o solo.

A expectativa do CTC é que essas sementes sejam comercializadas a partir de 2024. Com o projeto desenvolvido, será preciso fazer pesados investimentos na construção de fábricas para replicar essas sementes em todo País.


RUMO A NOVA YORK

Com o leque de pesquisas em mãos, a companhia brasileira pretende abrir seu capital fora do Brasil para levantar recursos para expandir os negócios. “Não temos nada parecido no Brasil e no mundo. Somos o único” , diz Leite. Para o executivo, o que o CTC desenvolve para a cana é comparável ao que a Monsanto faz com os grãos. “Não temos nenhuma companhia aqui no País que possa ser referência para precificar as ações.”

O CTC ainda não contratou investidores financeiros para abrir o capital, mas já deu início a conversas com bancos de investimento. Os planos devem ser colocados em prática ainda este ano para fazer o IPO em 2021.

A única concorrente do CTC no País foi a CanaVialis, criada em 2003 por cientistas brasileiros que participaram do sequência de genoma da cana e tinham o grupo Votorantim como principais investidores. O negócio chamou a atenção da Monsanto, que comprou a empresa em 2008. Sete anos depois, a multinacional decidiu sair do setor de cana e encerrou as atividades da companhia.

“Temos um negócio único nas mãos. Nosso potencial para atrair investidores para os nossas ações é enorme”, diz Leite.

https://www.estadao.com.br/infograficos/economia,da-roca-para-a-nasdaq,1082468
 

·
Brasileiro do Norte
Joined
·
5,794 Posts
Meteorologia aponta até 80% de chance de La Niña no segundo semestre

O Instituto Internacional de Pesquisa para o Clima da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, atualizou ontem (12/3), a projeção de ocorrência do La Niña, e o risco de formação do fenômeno aumentou.

Em fevereiro, o consenso que representa a média de todos os modelos rodados indicava 34% de chance de La Niña no último trimestre (outubro, novembro e dezembro). Agora, em março, o instituto aumentou em 6 pontos percentuais, para 40%...

... Segundo especialistas, para se antever a uma situação, é melhor se basear nos modelos dinâmicos que são menos conservadores. “Quando a gente quer saber, por exemplo, a temperatura do dia, nós não nos baseamos na média e sim na temperatura máxima e mínima. Vale o mesmo para a saída dos modelos numéricos de previsão”, diz.

Quais são os efeitos?
O oceano Pacífico mais frio nos próximos meses, mesmo sem configurar La Niña, fará a atmosfera apresentar novos sintomas e efeitos. O inverno pode apresentar ondas de frio mais cedo, que podem se estender por mais tempo também. A chuva de primavera pode atrasar na próxima safra de verão, comprometendo o calendário de plantio.

Para as culturas de inverno, o La Niña é mais positivo porque impede que o cereal tenha chuva em abundância na hora da colheita, o que prejudica a qualidade.

http://portalklff.com.br/noticia/meteorologia-aponta-ate-80-de-chance-de-la-nia-no-segundo-semestre-1062515
 

·
Brasileiro do Norte
Joined
·
5,794 Posts
Empresa lança semente de soja que promete ser 30% mais resistente à seca


No mesmo ano em que a estiagem quebrou cerca de 16% da produção de soja no Rio Grande do Sul, agricultores que foram à Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, conheceram uma nova ferramenta de combate à seca: a soja transgênica que promete ser 30% mais resistente ao estresse hídrico do que as demais cultivares disponíveis no mercado...

... As pesquisas para o desenvolvimento da nova cultivar começaram ainda na década de 1990, na Argentina. Colon afirma que o investimento da Bioceres no desenvolvimento da soja resistente ao estresse hídrico foi de menos de US$ 30 milhões, valor considerado baixo...

... O segredo para a maior resistência à seca está na transferência de um gene do girassol para a soja e outras culturas. A transgenia confere à soja insensibilidade à síntese e à ação do etileno - substância responsável pela maturação e senescência da planta.

Ainda em fase de testes, as primeiras lavouras com aplicação da nova tecnologia já apresentam sinais visuais de um melhor desempenho nesta estação mais seca no Rio Grande do Sul. “Visualmente já é possível dizer que tem diferença [em relação a outras cultivares], mas em peso de grãos não temos resultado porque não colhemos ainda”, pontua a pesquisadora...

http://portalklff.com.br/noticia/empresa-lanca-semente-de-soja-que-promete-ser-30-mais-resistente-a-seca-1062498
 

·
Jeito de Mato
Joined
·
14,821 Posts
Produção recorde anima sojicultores de MS em relação aos avanços do corredor biocêanico

Campo Grande (MS) – A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) confirmou em seu último levantamento de safra, divulgado nesta semana, que a produção de soja no Estado de Mato Grosso do Sul deve alcançar novos níveis recordes, ultrapassando 10 milhões de toneladas na safra 2019/20, número que no início de março já havia sido anunciado na previsão do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga).

Os dados comprovam o perfil sustentável do empresário rural, considerando que o avanço expressivo se deve ao aumento significativo na produtividade, já que a previsão é de que para cada hectare sejam colhidos 3.420 quilos da oleaginosa. Enquanto a previsão é que a elevação da área seja de apenas 3,4%, passando de 2,853 milhões de hectares para 2,950 milhões de hectares.

Mato Grosso do Sul é o quinto maior produtor de soja do País e responde por 18,7% do total produzido no Brasil (124,2 milhões de toneladas).

A estimativa recorde anima o setor produtivo e traz otimismo ao setor diante da proximidade da conclusão do corredor bioceânico, que partindo de Campo Grande seguirá até Porto Murtinho, ligando Paraguai, Argentina e Chile, encurtando o transporte ao mercado asiático, pelo Oceano Pacífico. Porto Murtinho terá, em dois anos, quatro portos operando na Hidrovia do Paraguai e, até 2023, a conclusão da ponte e a pavimentação da Transchaco. (...)

“Sobre a rota bioceânica […], nós estamos tanto com o novo porto, que será inaugurado nos próximos dias com mais de 100 carretas dentro, como um porto público que tem mais de 50, 60 carretas de soja lançadas. É uma nova saída de produção, através de uma política que foi definida, de usar a hidrovia”, afirmou Verruck durante a Tecnoagro, em Chapadão do Sul, no início desta semana. (...)
 

·
Jeito de Mato
Joined
·
14,821 Posts
Com dois portos operando, Porto Murtinho inicia exportação de soja da safra 2019/2020

Campo Grande (MS) – Os portos de Porto Murtinho fizeram nesta semana o primeiro grande embarque de soja colhidos na safra 2019/2020. Foram 26 mil toneladas embarcados no Terminal da APPM (Agência Portuária de Porto Murtinho) e 30 mil toneladas do Terminal do Grupo FV Cereais. O volume embarcado só nessa semana representa 15% de toda soja transportada pela Hidrovia Paraguai-Paraná via Porto Murtinho na safra passada.

O início das operações do Terminal Portuário da FV Cereais – e o incremento das atividades no Terminal da APPM, consolida a estratégia de potencialização da logística do Estado em relação ao transporte hidroviário, aponta o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck. (...)

Ainda nessa semana chegam mais barcaças para proceder a novos embarques nos dois terminais. A movimentação na cidade é intensa; mais de 120 pessoas trabalham nos dois terminais, além de motoristas e outros prestadores de serviços, o que representa importante incremento na economia de Porto Murtinho. Mato Grosso do Sul terá nova safra recorde de soja nesse ano, previsto superar 10 milhões de toneladas. Boa parte dessa produção seguirá por transporte hidroviário via Porto Murtinho.

Infraestrutura

O governo do Estado reconhece a importância do complexo portuário de Porto Murtinho dentro da estratégia de logística e faz investimentos decisivos nesse sentido. Já foi licitada a pavimentação do novo acesso com 7,19 quilômetros, ligando o entroncamento da BR-267 ao Rio Paraguai. As faixas de rolamento terão 3,5 metros de largura e os acostamentos de 2,5 metros. A empresa responsável pela obra é a Engenharia e Comércio Bandeirantes Ltda e o valor do investimento é de R$ 25,2 milhões.

Também já foi construído um estacionamento para caminhões e carretas da distribuidora Mecari, investimentos de R$ 16 milhões, numa área de 35 hectares com a capacidade inicial para 400 rodotrens, que deve entrar em operação na primeira semana de abril.




http://www.semagro.ms.gov.br/porto-murtinho-faz-primeiro-embarque-de-soja-da-safra-deste-ano-56-mil-toneladas/
 

·
Jeito de Mato
Joined
·
14,821 Posts
Projeto inovador de fazenda em Itaquiraí é modelo para o Estado Carbono Neutro em MS

Campo Grande (MS) – O conjunto de boas práticas e ações sustentáveis, bem como o modelo inovador de gerenciamento implantados na Fazenda Green Farm CO2Free, no município de Itaquirai, são hoje as principais referências que devem ser disseminadas e implantadas para fazer com que Mato Grosso do Sul se torne o primeiro Estado Carbono Neutro do país. A avaliação é do secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), após visita à propriedade, ocorrida na sexta-feira (13). (...)

“Mato Grosso do Sul está aproveitando uma oportunidade de se posicionar como Estado Carbono Neutro. Estamos identificando metodologias e plataformas que confirmem a viabilidade dessa estratégia do Governo”, diz Jaime Verruck. O secretário lembra que “já trabalhamos com iniciativas extremamente importantes, como a carne carbono neutro, a carne orgânica do Pantanal, o Renovabio, que já conta com 5 usinas habilitadas, o sistema ILPF, além de uma série de outros modelos e situações nas quais as empresas, por meio de certificações e mecanismos têm buscado essa diferenciação de mercado”. (...)

“A Green Farm já é um modelo inovador de CO2 Free. Eles fazem um diagnóstico de emissão, sugerem medidas para minimizar localmente, mitigação, mas há um limite tecnológico para reduzir a pegada de carbono. A partir daí, realizam serviços ecossistêmicos, similar aos Serviços Ambientais (PSA). É um modelo privado, em Mato Grosso do Sul, de monetização da capacidade de mitigação de CO2. Há ainda uma importante ação de proteção à fauna, pois a propriedade mantém um ‘CRAS’, que recebe animais feridos, trazidos pela PMA e atua em parceria com o nosso CRAS, no Imasul”, comentou o secretário.

Na avaliação de Jaime Verruck, “com a aproximação proporcionada por essa experiência, o intuito é que o Governo se utilize do modelo como vitrine para disseminação de boas práticas, atração de investimentos e fomento à pesquisa e inovação”.


http://escolaestadualdeportocamargo.blogspot.com/2012/06/passeio-green-farm-co2-free.html
 

·
Registered
Joined
·
16,539 Posts
Milho ‘revoluciona’ norte de MT
Usinas de etanol produzido a partir do cereal dão mais segurança aos agricultores



Se a soja foi a grande responsável por transformar o médio norte de Mato Grosso em um dos principais polos de produção de grãos do país a partir da década de 1980, o milho desponta, literalmente, como combustível de uma nova revolução.

A instalação de usinas de fabricação de etanol a partir do processamento do cereal tem ajudado a impulsionar a produção e o rendimento das lavouras e dado segurança para o agricultor investir. A cultura, que no passado era plantada no Estado “no escuro”, às vezes como cobertura de solo, deixou de ser “safrinha” e virou um produto nobre.



“O milho está causando uma revolução ainda mais intensa do que a da soja”, afirma Rodrigo Pasqualli, diretor-executivo da Fundação Rio Verde, instituição privada de pesquisa baseada em Lucas do Rio Verde. “A instalação das empresas de etanol trouxe estabilidade para a cultura. O produtor agora pode saber quanto pode gastar para formatar melhor custos e investimentos”, diz Ilson Redivo, presidente do Sindicato Rural de Sinop, a “capital do Nortão”.

O secretário de Agricultura de Lucas, Márcio Albieri, diz que, no momento, o milho está mais lucrativo que a soja, onde a maior unidade da BRF no país ajuda a manter a demanda aquecida. A satisfação com a cultura também domina Sorriso. “Até então para nós era um calvário. Se não tivéssemos as usinas hoje, estaríamos doando milho”, afirma Tiago Stefanello, presidente do Sindicato Rural do município.

O produtor Rodrigo Pozzobon, que já dependeu das políticas de escoamento de grãos do governo federal para plantar milho, comemora o bom momento. Ele relembra o sufoco que era receber o dinheiro do prêmio em épocas que, sem consumo local, o preço do cereal ficava abaixo do mínimo estabelecido pelo governo. Políticas de apoio ao escoamento eram recorrentes quando os preços rondavam os R$ 10 por saca de 60 quilos. Hoje, Pozzobon já negociou parte da colheita de 2021 a R$ 30. [...]

https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2020/03/19/milho-revoluciona-norte-de-mt.ghtml
 

·
Brasileiro do Norte
Joined
·
5,794 Posts
Soja: Sem impacto do coronavírus, embarques seguem fortes no BR e lineup é 40% maior na comparação anual

Os embarques de grãos do Brasil continuam acontecendo normalmente e ainda não são impactados pelas questões ligadas ao coronavírus. No caso da da soja, inclusive, o lineup brasileiro, até meados de abril, já se mostra quase 40% maior do que no mesmo período do ano passado, segundo números levantados pela ARC Mercosul...

... E isso acontece, como explica o analista, "porque os chineses estão comprando agressivamente a soja brasileira, porque os produtores realizaram bons negócios, aquecendo as vendas neste começo de 2020", diz. "Até mesmo embarques para agosto foram negociados na semana passada", completa...

... Em todo o ano, foram embarcadas já 10.897,3 milhões de toneladas, contra o mesmo período de 2019, de 9,3 milhões. "O complexo soja já trouxe quase US$ 1,7 bilhão em divisas e segue em disparada como melhor produto na pauta de exportação", diz Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting.


Gráfico mostra exportações de soja do Brasil no acumulado de janeiro a fevereiro detalhando seus principais destinos - Fonte: Secretaria de Comércio Exterior


Gráfico mostra exportações de farelo de soja do Brasil no acumulado de janeiro a fevereiro detalhando seus principais destinos - Fonte: Secretaria de Comércio Exterior

...

Demanda Chinesa

A demanda por farelo de soja está aumentando com o aumento dos estoques de suínos. Como pode levar muito mais tempo para diminuir a oferta restrita de farelo no mercado e devido a preocupações com a logística em meio à epidemia, prevê-se que o mercado suba em uma tendência de fortalecimento no curto prazo. E os participantes podem ficar de olho nos impactos da epidemia nos principais países produtores", completa a análise do site chinês.

O gráfico abaixo também é do portal Cofeed, citado pela especialista internacional em commodities da Reuters, Karen Braun, sobre os estoques de soja nos portos da China. "São 3,92 milhões de toneladas, uma baixa recorde para o meio de março, superando a mínima de 3,95 milhões de abril de 2013", explica Karen. As comparações voltam até 2010.

O volume é ainda 37% menor do que no meio de fevereiro, 21% menor do que no mesmo período do ano passado e 38% se comparado há dois anos.



https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/254884-soja-sem-impacto-do-coronavirus-embarques-seguem-fortes-no-br-e-lineup-e-40-maior-na-comparacao-anual.html#.XnNaqYhKjIU
 

·
Brasileiro do Norte
Joined
·
5,794 Posts
Boi: aumento da demanda chinesa por carne brasileira já reflete em preços pagos por animais jovens. Ágio chega até a R$8 por @

A retomada das compras de carne bovina in natura brasileira por parte dos chineses tem influenciado nas referências de preços por animais mais jovens. No entanto, o padrão de animais para exportação, com 30 meses e quatro dentes, estão muito difíceis de serem encontrados no período de safra...

... A grande incerteza do mercado é como o consumo doméstico vai se comportar após o cenário de pandemia se normalizar. “Por mais otimista que eu seja olhando o mercado, temos o receito da economia voltar aos patamares de 2018 e como será o comportamento da população com o consumo da carne bovina. Caso o mercado interno não aceite pagar pelo o preço podemos ter um impacto significativo no preço da arroba”, relata.

 
1141 - 1160 of 1163 Posts
Top