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Sintra Discute Urbanização da Carregueira

A Câmara de Sintra vai discutir a elaboração de um plano de urbanização para a serra da Carregueira, com cerca de 1700 hectares. Especialistas botânicos temem que seja mais um passo para levar o betão a uma importante zona natural e a CDU quer que a serra seja classificada como "paisagem protegida".

A serra da Carregueira, na freguesia de Belas, faz parte com a serra de Sintra e o parque de Monsanto das últimas manchas florestais da zona norte da Área Metropolitana de Lisboa. O presidente da autarquia sintrense, Fernando Seara, vai propor a elaboração de um plano de urbanização para 1708 hectares na serra e envolvente. O perímetro é delimitado por Mira-Sintra e Belas (a sul), Casal de Cambra (nascente), Dona Maria e Vale de Lobos (norte), e freguesia de Almargem do Bispo e traçado do IC16 entre Colaride e Portela (poente).

A proposta abrange ainda os planos antes aprovados, mas nunca elaborados, do espaço turístico da Tapada do Grilo e da Quinta do Molhapão. O Plano Director Municipal (PDM) faz depender o licenciamento de empreendimentos em espaços de desenvolvimento turístico da existência de planos de urbanização ou de pormenor. Ora, na área prevista para o plano e segundo o PDM, 719 hectares (42 por cento) destinam-se a uso turístico, 506ha (29,6 por cento) são espaços "culturais e naturais", 297ha (17,4 por cento) são florestais, e urbanos e urbanizáveis somam 57ha.

O programa preliminar proposto ao executivo assume que a área predominante destinada ao turismo corresponde ao "grande motor de desenvolvimento do plano de urbanização, bem como grande parte da sua justificação e enquadramento". Os restantes 47 por cento de espaços naturais e florestais, acrescenta-se, "sublinham a componente ambiental, paisagística e cultural que o plano de urbanização deverá ter".

No entanto, apesar destas ressalvas de natureza ambiental, o plano de urbanização suscita preocupação na comunidade científica. "A serra de Sintra, independentemente do valor como Paisagem Cultural [da UNESCO], está muito artificializada e, em termos naturais, o que sobra está na serra da Carregueira", avisa Jorge Capelo, da Associação Lusitana de Fitossociologia, salientando que a serra da freguesia de Belas "é o último reduto da vegetação da região saloia".

A serra de Sintra possui "habitats" identificados na Carregueira, mas de menores dimensões. Só que a riqueza da serra próxima do mar assenta sobre vegetação exótica, enquanto em Belas as espécies são autóctones. Trata-se de uma área com flora e "habitats" com importância regional, nacional e comunitária, muitos dos quais protegidos, e que "se acham actualmente sob forte regressão devido à expansão urbana". Posto isto, este investigador do Instituto Superior de Agronomia defende que a serra "deveria ser classificada com recurso às figuras de 'sítio' da rede Natura 2000".

Solução para Belas Clube de Campo

A área do plano está também abrangida pelas orientações do Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT) da Área Metropolitana de Lisboa. A estrutura de protecção e valorização ambiental do PROT estabelece um corredor de ligação entre o estuário do Tejo e a serra de Sintra, que passa precisamente pela Carregueira. Além da função de "corredor verde" entre as duas serras, a ligação da Carregueira com a Várzea de Loures assume igualmente importância no "efeito barreira", ao separar a malha urbana contínua e desordenada que alastra desde o rio Tejo, da zona "rural" a norte da área metropolitana.

Um autarca socialista entende que o plano visa principalmente resolver o problema dos 1600 fogos aprovados para o Belas Clube de Campo, em plena serra da Carregueira, sem a realização prévia de um plano de urbanização.

O vereador Baptista Alves adianta que a CDU vai propor a articulação do plano de urbanização com o Plano Verde do concelho, em elaboração, e que a área de intervenção seja alargada aos 250 hectares para incluir vários aglomerados entre o Cacém, Almargem do Bispo e Belas. "O plano deve cerzir o tecido urbano que está disperso", preconiza o autarca, apontando a necessidade da "preservação e salvaguarda do património cultural e natural" da serra da Carregueira, através da classificação como "paisagem protegida".

O presidente da autarquia, Fernando Seara, admite que o Belas Clube de Campo é um dos projectos que o plano "ajudará a resolver", para além de ser "uma maneira de condicionar a construção na serra".

fonte:Publico
 

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Αλέξανδρ&#
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tretas man, a carregueira tem bastante vegetação é verdade, mas mto mal tratada, mais valia urbanizar com bons espaços verdes que ficar a espera de 1 ordenamento que numca chegará!!
 

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Que tal se urbanizassem a Serra de Sintra, Monsanto e outras das poucas manchas verdes da Area Metropolitana de Lisboa?????Não era uma excelente ideia??????Por favor, a ditadura do betão tem que acabar, caso contrário, não tarda nada andaremos a snifar pó de tijolo e cimento. :)
 

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O Seara não tem feito nada de jeito na camara de Sintra é tão ou pior ke a Edite? ou lá cm é k se chama além disso tavam a dizer k ele podia ser opção do PSD para a camara de Lisboa em 2006? NÃO OBRIGADO! :runaway:
 

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Αλέξανδρ&#
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odivelense said:
Que tal se urbanizassem a Serra de Sintra, Monsanto e outras das poucas manchas verdes da Area Metropolitana de Lisboa?????Não era uma excelente ideia??????Por favor, a ditadura do betão tem que acabar, caso contrário, não tarda nada andaremos a snifar pó de tijolo e cimento. :)
mas o problema e k nem urbanizam nem tratam dos espaços verdes Odivelense, alem do mais tens espaços mto mais valiosos ca serra da carregueira (sintra, monsanto por ex) o espaço em questão não faz nemhuma falta como espaço verde ao abandono como está, e deixar construir o obrigar a ajardinar como tão a fazer ca urbanização alta de Lisboa.
 

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Uma dúzia de anos disto..
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Monserrate parado

Segunda fase da reabilitação do palácio novecentista não avança desde Setembro Falta definir o modelo de financiamento dos trabalhos

OPalácio de Monserrate, na serra de Sintra, reabriu ao público com pompa e circunstãncia em Setembro passado, permitindo a visita às salas interiores e aos jardins. As obras de recuperação do interior, no valor estimado de 3,8 milhões de euros, anunciadas para breve é que não avançaram nestes nove meses.

A primeira fase da recuperação do Palácio de Monserrate, que esteve encerrado durante 55 anos, constou da recuperação das coberturas, com recurso à telha romana original, estancando a infiltração de águas pluviais e a iminente derrocada do torreão central. «Conseguimos trazer a Monserrate o fim de uma história de decadência», disse na altura o presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara.

O mesmo responsável lembrava as declarações do administrador da empresa municipal Monte da Lua, responsável pela gestão de Monserrate, António Abreu a 10 de Setembro de 2004 «Era preciso criar condições estruturantes para podermos passar à fase da recuperação do interior do palácio que terá início logo que o programa funcional fique concluído».

Desde aí o palácio, que data de 1856, pôde ser visitado por pequenos grupos sendo os jardins de acesso livre. Os responsáveis tinham anunciado a possibilidade de subir ao torreão central acompanhando os trabalhos de recuperação da antiga bilbioteca, da sala de jantar arabizante ou da faustosa sala de música. Mas os trabalhos estão parados desde Setembro.

Inquirido pelo JN, António Abreu explicou que a Monte da Lua «aguarda que os accionistas se definam quanto ao financiamento da obra, que já tem uma estimativa de custos, um prazo e um pré-programa de intervenção». Os accionistas da empresa são a Câmara de Sintra, o Instituto de Conservação da Natureza e o IPPAR. Abreu lembra que «em 2000 criaram uma empresa para gerir coisas que não faziam, agora implica que venham meios». A Câmara não dá conta de nenhuma data prevista para o início da segunda fase de obras.

Jardins vão sendo recuperados

Durante estes meses sem obras, o Palácio de Monserrate não se limitou a receber 20 visitantes por dia num périplo guiado que dura 90 minutos entre o edifício e os jardins. António Abreu garante que foi feito trabalho de recuperação dos jardins, que contam com centenas de espécies vegetais como os fetos gigantes únicos no país, quedas de água, lagos e um cromeleque falso.

Este trabalho foi feito em colaboração com os Amigos de Monserrate, entidade que também integra a Comissão Técnica, com técnicos da autarquia e do IPPAR.

Admite-se a instalação de um Centro de Estudos do Romantismo ali e o acolhimento de estágios universitários. Também a Associação de Amigos de Monserrate terá as suas instalações no edifício pelo qual lutou durante anos.
Fonte: JN
 

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Sintra | Novo Hospital

O grupo José de Mello Saúde, gestor do Hospital Amadora-Sintra, afirmou-se ontem "satisfeito" com a decisão do Governo de criar uma nova unidade em Sintra, a gerir conjuntamente com o hospital já existente, declarando que defende essa opção "há oito anos". Também o presidente da Câmara de Sintra, Fernando Seara, felicitou o ministro da Saúde pela "engenharia jurídica" que vai permitir a construção do novo hospital de Sintra e declarou que gostava de o ver construído "no eixo Algueirão-Mem Martins/Rio de Mouro/Cacém".

O ministro da Saúde, Correia de Campos, anunciou, terça-feira, que pretende criar um novo hospital no concelho, a ser construído e gerido pelo mesmo grupo privado que for responsável pela direcção da unidade já existente. O ministro justificou a edificação do novo hospital com o aumento continuado de habitantes no concelho e disse que a população incluída na área de influência do Amadora-Sintra ultrapassa os 700 mil residentes, o dobro do inicialmente previsto.

O Amadora-Sintra é gerido desde 1995 pela José de Mello Saúde, o primeiro e até agora único grupo privado responsável pela gestão de um hospital público. Em 2004, foi assinado um novo contrato de gestão com o Estado, depois de um diferendo financeiro entre as partes que um tribunal arbitral resolveu a favor do grupo privado, que termina em 2008. Nesta data, anunciou o ministro, deverá avançar um concurso público que contemple, em simultâneo, a gestão do Amadora-Sintra e a construção de um novo hospital em Sintra.

À Lusa, Rui Raposo, presidente da comissão executiva da Sociedade Gestora do Hospital Fernando da Fonseca, disse que a José de Mello Saúde vai concorrer ao concurso público para a criação desta nova unidade.

Fonte: JN

Estava a ver que não... aquilo está uma doideira.
 

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Finalmente… já não era sem tempo, o Amadora-Sintra está claramente saturado, as urgências são caóticas! Boas noticias para o concelho de Sintra um dos mais populosos de Portugal! :colgate:
 

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LOL :) were is Loures? :? Loures não tem hospital ne?
Vai ter, mas as notícias são separadas ;)
Cascais também está à espera que as obras comecem... :|
 
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