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Sim mas aí é que está o problema, é uma "zona consolidada de patos bravos", qualquer coisa diferente fica estranha 🙃
 

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Patos bravos? A maioria não me parece. Antigos, sim, mas de dimensões próprias para uma urbanização suburbanda (3/4 pisos), com arruamentos e passeios q.b. e próximas de uma estação de comboios.
Pior é o que está no outro lado da linha, a Tapada das Mercês. Os apartamentos são mais recentes, mas os indíces de construção são absurdos, quase que os prédios estão quase a cair da colina abaixo.
 

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EDIFICIO COMÉRCIO E RESIDÊNCIAS

Não tenho dúvidas de que a ideia seja boa, mas a execução deixa muito a desejar.

Os edifícios são pouco arrojados e menos ainda elegantes. Além disso, não me parece que hajam boas conexões entre o primeiro piso do edifício e a envolvente.
 

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Retalho, Mobilidade e Obras.
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Quinta Escola do ISCTE em Tecnologias Digitais será na Portela de Sintra
O ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa vai abrir em Sintra a sua quinta escola que se irá juntar às quatro sediadas no centro de Lisboa: Sociologia e Políticas Públicas, Business School, Ciências Sociais e Humanas, Tecnologias e Arquitetura.



ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa vai abrir em Sintra a sua quinta escola

AAssembleia Municipal de Sintra (AMS) aprovou esta quarta-feira, por unanimidade a cedência de um terreno para a edificação da quinta escola do ISCTE especializada em tecnologias digitais, na Portela de Sintra, a cinco minutos a pé da estação dos comboios de ligação a Lisboa.

O ISCTE-Sintra será uma Escola de Tecnologias Digitais Aplicadas e começará por oferecer, à maior concentração de jovens do país, dez cursos que combinam ciências digitais com arte, património, tecnologias educativas, gestão, indústria, serviços e cibersegurança.

A construção do primeiro estabelecimento universitário do ISCTE fora da capital será concretizada no âmbito de uma parceria com a Câmara de Sintra, que prevê o apoio às despesas de desenvolvimento do projeto.

“No concelho de Sintra registam-se particulares dificuldades de acesso dos jovens ao ensino superior precisamente pelo défice de oferta de ensino de proximidade e pela ausência de instituições universitárias e politécnicas em toda a coroa norte da AML”, afirma Maria de Lurdes Rodrigues, reitora do ISCTE, em nota enviada ao SINTRA NOTÍCIAS.



Maria de Lurdes Rodrigues, reitora do ISCTE

“Na região Norte há uma maior dispersão da oferta de ensino superior; são cerca de 56% os estudantes que frequentam as instituições da cidade do Porto, mas em Lisboa a concentração na cidade é de 83%” referiu Maria de Lurdes Rodrigues, reitora do ISCTE, explicando que “como esta centralização nunca foi combatida por políticas públicas, o ISCTE, em colaboração com a Câmara Municipal de Sintra e o Conselho Estratégico Empresarial, decidiu iniciar uma política de proximidade dirigida à maior bolsa de jovens da sua zona de influência, incentivando-os a prosseguirem a formação académica”.

Com a abertura de uma unidade no segundo concelho mais populoso do país, com mais 400 mil habitantes – e o primeiro em número de jovens – o ISCTE será a primeira universidade pública com oferta pedagógica na coroa norte da Área Metropolitana de Lisboa (AML) que inclui, além de Sintra, outro municípios como Mafra, Torres Vedras, Amadora, Odivelas, Loures e Vila Franca de Xira, que no seu conjunto têm mais de 1,2 milhões de residentes.

Protocolo com a Câmara Municipal de Sintra

A parceria entre a Câmara de Sintra e o Iscte já permitiu, em 2020, a formação nas instalações da StartUp Sintra de 50% dos primeiros 500 profissionais de tecnologias digitais que integraram o programa “UpSkill”, lançado pelos ministérios do Trabalho, da Economia e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, através do IEFP e a APDC.

No próximo dia 19 de maio o ISCTE irá apresentar a nova escola universitária ao Conselho Estratégico Empresarial de Sintra, reunião na qual assinará um protocolo com grandes empresas sedeadas no concelho que são parceiras do projeto: quando a escola começar a funcionar, os estudantes do Iscte poderão estagiar e desenvolver projetos nessas empresas no decorrer dos seus cursos. As empresas encontrarão na nova escola superior um espaço de colaboração e de formação dos seus quadros.

Sintra é o município do país com o maior número de população na faixa etária entre os 15 e os 24 anos, mas a percentagem de jovens que frequenta o ensino superior é uma das mais baixas da área metropolitana.

“Com estes dados demográficos seria expectável que Sintra tivesse uma forte oferta de instituições de ensino superior, mas, incompreensivelmente, não é o caso”, afirma Maria de Lurdes Rodrigues.

Segundo a reitora, a localização do novo polo do ISCTE em Sintra irá aumentar as oportunidades de formação e de carreira profissional dos jovens do concelho e dos municípios circundantes. “Através de uma Escola especializada em Tecnologias Digitais Aplicadas haverá uma aproximação entre o ensino, a atividade económica e o tecido social da região”, sublinha Maria de Lurdes Rodrigues.
 

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Que edifício tão vulgar, credo. Pela propina que cobram, teriam dinheiro para algo mais arrojado.

Há universidades públicas com campi mais arrojados.
 
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Bem... eu nem sabia que este lugar, nem que Talaíde (belo nome, já agora) existiam. Mas são realmente no bilhar grande.

E onde vai ser construída a faculdade nem tem nada construído. É um verdadeiro cu de Judas, ali segregado de tudo, ainda que espere que, com a faculdade, se crie ali alguma coisa gira.
 

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Tinha ideia de que essa faculdade era para ser instalada no antigo hospital de Cascais. Tanto quanto sei a Católica adquiriu o edifício com esse intuido.
 

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Tinha ideia de que essa faculdade era para ser instalada no antigo hospital de Cascais. Tanto quanto sei a Católica adquiriu o edifício com esse intuido.
Não estarás a fazer confusão com o polo de medicina da SBE no antigo H. José de Almeida, Carcavelos?
 

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Eles não tinham inclusive começado as obras em Carcavelos? Pelo menos lembro-me de ter lido que já tinham começado a limpar o terreno e a demolir o interior.
 

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Eles não tinham inclusive começado as obras em Carcavelos? Pelo menos lembro-me de ter lido que já tinham começado a limpar o terreno e a demolir o interior.
Esse é outro pólo. O da Católica era para ter sido no antigo hospital de Cascais que está desocupado e fica no centro da vila.
 
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