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Urbanuss Pluss Biarticulado sobre chassi Volvo B12M, da Itajaí Transportes Coletivos.

Foto: Fortalbus

Ônibus Turístico da Caprioli, no centro de Campinas.

Foto: Paulo Humberto

Campinas fica no interior do estado de São Paulo, distante aproximadamente 100 km da capital. Com população de 1.144.862 habitantes estimada em 2013, é sede de uma região metropolitana - Região Metropolitana de Campinas (RMC) - com 3 milhões de pessoas.
Este thread detalha como funciona o sistema de ônibus urbanos no município de Campinas, deixando a região metropolitana para outra oportunidade.
Convido à todos os aficionados pelo modal a participarem com fotos, informações e notícias e que este espaço seja útil para debates construtivos entre os campineiros e demais pessoas que utilizem os ônibus da cidade. E quanto aos visitantes de outras localidades, fiquem à vontade para comentar.
Sejam todos bem vindos.

Obs: As informações aqui contidas foram pesquisadas, editadas, conferidas e confirmadas num longo processo. Para tanto, tive como base os seguintes sites:
www.emdec.com.br
www.emtu.sp.gov.br
www.onibusbrasil.com
www.transurc.com.br
www.portalinterbuss.com.br
www.google.com
www.youtube.com
www.wikipedia.org

As fotos e vídeos foram garimpados da internet, com seus respectivos créditos sendo respeitados, porém se o autor de alguma imagem se sentir desrespeitado, é só pedir que serão retirados imediatamente. De antemão, agradeço aos profissionais que atualizam tais sites e aos realizadores das imagens pelo excelente trabalho.

Sistema Intercamp

É o Sistema de Transporte Público de Campinas, gerido pela EMDEC - Empresa Municipal de Desenvolvimento - operado por ônibus das empresas concessionárias do transporte coletivo e mini/midiônibus/ônibus do serviço alternativo, implantado em 2005.
Atualmente, o Sistema Intercamp tem 1.348 ônibus em operação (1.100 do Sistema Convencional e 248 do Sistema Alternativo), sendo uma das maiores frotas municipais do país. A idade média dos veículos é de 4,56 anos.
Já a média diária de passageiros (passagens pela catraca) nos dias úteis é de 630 mil. Estima-se que essas 630 mil viagens sejam realizadas diariamente por cerca de 225 mil usuários (indivíduos).
O Sistema Intercamp baseia-se nos seguintes conceitos: criação de um conjunto de linhas básicas, ditas estruturais por atenderem aos principais fluxos de viagens; ampla integração entre linhas em locais de contato dos trajetos propostos, de forma a permitir múltiplas possibilidades de combinação de viagens; e eliminação de sobreposições entre ônibus do Sistema Alternativo.
Com o Bilhete Único, o usuário do transporte coletivo faz integrações em todo o Sistema Intercamp, pagando uma única tarifa (R$ 3,00) no período de duas horas.
O padrão visual do Sistema Intercamp atende às necessidades de modernidade, mobilidade, acessibilidade e integração na área de transportes.
Estrategicamente, sua marca remete ao mapa do município. As cores utilizadas identificam as áreas de operação e o destino das linhas. Também faz parte da comunicação visual do sistema a identidade de todo material de divulgação ao usuário, para informá-lo sobre as mudanças operacionais.
Assim, cada área operacional pode ser identificada por uma cor específica utilizada nos veículos, facilitando os deslocamentos dos usuários.
As quatro áreas foram divididas da seguinte maneira, com suas respectivas concessionárias (sistema convencional):

A cidade de Campinas foi divida em quatro áreas, com cores diferentes, como pode se ver no mapa abaixo. A pequena parte em branco refere-se ao centro da cidade.


Area 1 - Sudoeste (Azul Claro)
Regiões: Ouro Verde, Vila União, Campo Belo (Entorno de Viracopos) e Corredor Amoreiras.
Concessionária: VB Transportes e Turismo (conhecida como VB1)
Linhas iniciadas com prefixo 1 (Ex: 1.21), carros com prefixos iniciados em 1 (Ex: 1958).

Caio Millennium II Articulado, sobre chassi MB O-500 MA, da VB1

Foto: Gustavo Bayde/Flickr

Área 2 - Oeste (Vermelha)
Regiões: Campo Grande, Padre Anchieta e Corredor John Boyd Dunlop.
Concessionária: Consórcio Cidade de Campinas (Concicamp), formado pelas empresas Itajaí Transportes Coletivos e Expresso Campibus.
Linhas iniciadas com prefixo 2 (Ex: 2.12), carros com prefixos iniciados em 2 (Ex: 2975)

Ônibus biarticulado Caio Mondego LA, sobre chassi Volvo B9SALF, da Itajaí Transportes Coletivos

Foto: www.tudodeonibus.com

Caio Millennium II Piso Baixo, sobre chassi VW 17.260 EOT, da Expresso Campibus

Foto: www.gtabuscampinas.blogspot.com

Vídeo com ônibus biarticulado da Itajaí Transportes Coletivos, modelo Marcopolo Gran Viale Volvo B12M, logo no início de operação. Postado por Rodrigo Oliveira de Souza.

Área 3 - Norte e Leste ( Verde)
Regiões: Barão Geraldo, Sousas, Amarais, Rodovia Campinas - Mogi Mirim e Corredor Abolição (até a divisa com Valinhos).
Concessionária: Consórcio Urbcamp, formado pelas empresas VB Transporte e Turismo (conhecida como VB3) e Coletivos Pádova.
Linhas iniciadas com prefixo 3 (Ex: 3.33), carros com prefixos iniciados em 3 (Ex: 3162).

Lote que recentemente começou a rodar na cidade de ônibus modelo Neobus Mega Plus, sobre chassi Volvo B270F, da VB3
Foto: www.portalinterbuss.com.br

Busscar Urbanuss Pluss Piso Baixo, sobre chassi MB O-500M, da Coletivos Pádova

Foto: www.jornalocal.com.br

Área 4 - Sul (Azul Escuro)
Regiões: Nova Europa, Jambeiro, e Rodovia Santos Dumont.
Concessionária: Onicamp Transportes Coletivos.
Linhas iniciadas com prefixo 4 (Ex: 4.14), carros iniciados com prefixo 4 (Ex: 4824).

Caio Millennium II Piso Baixo Central, sobre chassi MB O-500M, da Onicamp Transportes Coletivos

Foto:www.gtabuscampinas.blogspot.com

Obs: Área Central (Cinza)
Operada pela VB Transportes e Turismo através das linhas 5.01 e 5.02 (Circulares Centro).
As Circulares Centro possuem tarifa reduzida para quem utiliza o Bilhete Único, porém a tarifa de 3,00 reais é praticada para quem paga em dinheiro. Recentemente, houve um remanejamento dessa área, e os carros dessa linha, que eram plotados com imagens de pontos turísticos da cidade, estão sendo substituídos pelos ônibus de cor verde da área 3, sob responsabilidade da VB3. A linha 5.01, foi extinta, devido ao baixo movimento. Sendo assim, a única linha do Sistema Intercamp iniciada em 5, é a 5.02, que liga o Terminal Rodoviário, na verdade a linha sai do Terminal Metropolitano, ao centro da cidade e ao Cambuí, um bairro central de Campinas.

Ônibus da VB Transportes e Turismo, da Área Central, modelo Caio Apache Vip.

Foto: Paulo Humberto

Sistema de Transporte Alternativo Municipal

É um serviço de interesse público prestado por pessoas físicas mediante outorga de permissão gratuita para operar o Sistema de Transporte Alternativo Municipal (STAM), regido pela Lei Municipal Nº 11.263, de 05 de junho de 2002, e pelo Decreto Nº 14.264, de 21 de março de 2003.
São utilizados mini/midiônibus (atualmente é permitido o uso de ônibus de até 12 metros) vistoriados e aprovados pela EMDEC.
O serviço alternativo é explorado em regime de permissão por autônomos (hoje em dia, são operados em regime de cooperativas). Opera integrado ao serviço convencional. Aceita o Bilhete Único, contemplando tarifas parciais para estudantes (exceto alunos de terceiro grau) e as gratuidades previstas em Lei.
No Sistema Intercamp, a cidade foi dividida em quatro áreas de operação e os veículos possuem cores específicas, de acordo com a área em que atuam. Esta mesma padronização é seguida pelos permissionários do serviço alternativo. Como o serviço está integrado ao Sistema Intercamp, os usuários do serviço alternativo também pagam tarifa de R$ 3,00.
Os carros do sistema alternativo tem prefixo formado por 3 algarismos, e não quatro como nos carros das concessionárias (mas alguns permissionários identificam seus carros com 4 dígitos, iniciando a numeração com zero, como no exemplo 0123), e não tem o primeiro número de seu prefixo atrelado à região que servem, porém seguem o padrão Intercamp ao terem as linhas que servem iniciadas pelos algarismos correspondentes (Ex: área azul-claro, iniciadas em 1, área vermelha, iniciada em 2, e assim por diante.)

Cooperativas (Sistema Alternativo)

Área 1 - Azul Claro
Permissionários: Altercamp, Cooperatas
Regiões: Ouro Verde, Vila União, Corredor Amoreiras e Campo Belo.

Caio Apache S22, sobre chassi VW 15.190 EOD, da Cooperatas

Foto: Fernando Martins Antunes

Área 2 - Vermelha
Permissionários: Altercamp e Cotalcamp.
Regiões: Campo Grande, Padre Anchieta e Corredor John Boyd Dunlop.

Walkbus WB 10.0, sobre chassi MB OF-1722M, da Altercamp

Foto: Luciano Roncolato

Caio Foz Super, sobre chassi Agrale MA 12.0, da Cotalcamp

Foto: Luciano Roncolato

Área 3 - Verde
Permissionários: Altercamp, Cotalcamp.
Regiões: Barão Geraldo, Sousas, Rodovia Campinas-Mogi Mirim, Amarais e Corredor Abolição.

Neobus Spectrum City, sobre chassi MB OF-1418, da Cotalcamp

Foto: Luciano Roncolato

Área 4 – Azul Escuro
Permissionário: Cooperatas.
Regiões: Nova Europa e Rodovia Santos Dumont.

Neobus Spectrum City, sobre chassi Agrale MA 12.0, da Cooperatas

Foto: Luciano Roncolato

Embora o serviço de transporte alternativo esteja totalmente integrado ao Sistema Intercamp, não é permitido a entrada desses ônibus nos terminais fechados de integração, que são de uso exclusivo das concessionárias, porém tem acesso livre aos corredores exclusivos de ônibus, aos terminais abertos e às estações de transferência espalhadas pela cidade.

Terminais de Ônibus Urbanos de Campinas

Há 12 terminais de ônibus na cidade, espalhados pelo centro e pelos bairros, que podem ser fechados, tendo integração gratuita, ou abertos, sendo a integração feita através do Bilhete Único.

Terminal Central

Inauguração: dezembro de 1985 (reinaugurado em maio de 2009).
Características: principal terminal urbano da cidade, é aberto, mas com catracas para controle de fluxo de usuários, com integração feita somente através do Bilhete Único, sendo ponto de parada de 32 linhas do Intercamp.
Usuários atendidos: 70 mil pessoas/dia.
Endereço: Rua Cônego Cipião, Centro (sob e ao lado do Viaduto Cury).
Atende linhas das áreas 1, 2, 3, e 4.
Linhas no Terminal Central:
1.15; 1.19; 1.20; 1.30; 1.41; 1.42; 1.53; 1.62; 1.63; 1.64; 1.91; 1.93; 1.94; 1.95; 2.14; 2.18; 2.21; 2.22; 2.23; 2.28; 2.31; 3.30; 3.33; 3.80; 4.02; 4.04; 4.05; 4.11; 4.14; 4.22; 4.30; 4.31; 4.32; 4.34; e 4.35.

Vista aérea do Terminal Central, com o Viaduto Cury ao seu redor.

Foto: www.ethiago.wordpress.com

Vista parcial interna do Terminal Central.

Foto: J. Araújo

Terminal Ouro Verde

Inauguração: 1988.
Características: terminal fechado, com integração gratuita, não sendo necessário o uso do Bilhete único. Ponto de parada de 29 linhas do Intercamp, é o maior terminal urbano de Campinas em área construída. As linhas dividem-se entre locais (ligando o terminal aos bairros da região), troncais (ligando o terminal ao Corredor Central ou shopping centers) e inter-terminais.
Usuários atendidos: 65 mil pessoas/dia.
Endereço: Rua Armando Frederico Renganeschi, Jd. Cristina.
Atende linhas da área 1, mas recebe linhas inter-terminais da área 2.
Linhas no Terminal Ouro Verde:
1.01; 1.02; 1.03; 1.04; 1.05; 1.06; 1.07; 1.08; 1.09; 1.10; 1.11; 1.12; 1.13; 1.16; 1.18; 1.19; 1.20; 1.21; 1.22; 1.23; 1.25; 1.28; 1.32; 1.34; 1.80, 1.96; 1.98; 2.05; e 2.39.
A linha 1.21 é a principal troncal do terminal, sendo servida apenas por ônibus articulados. Seu percurso (25 km) é feito quase que totalmente em corredores exclusivos, sendo eles o Corredor Amoreiras, Corredor João-Jorge e Corredor Central.

Avenida Ruy Rodrigues, com Terminal Ouro Verde ao fundo.

Foto: E. Avelino

Terminal Ouro Verde, em foto tirada à partir da passarela que liga o Complexo Hospitalar Ouro Verde ao terminal.

Foto: J. Araújo

Vista parcial interna do Terminal Ouro Verde.

Foto: EMDEC

Vídeo, postado pelo usuário Mognieri, que mostra a movimentação de ônibus articulados no Terminal Ouro Verde. Vale a pena conferir!

Terminal Vida Nova

Inauguração: março de 1999.
Reinauguração: 14/05/2010.
Características: recebe oito linhas do Intercamp, sendo um terminal pequeno alguns km após o Terminal Ouro Verde. Tem integração gratuita com linhas que ligam o terminal aos bairros no entorno, inclusive aos grandes conjuntos residenciais populares recentemente inaugurados.
Usuários atendidos: 17 mil pessoas/dia.
Endereço: Rua José Ferreira de Brito, 600, Conjunto Residencial Mauro Marcondes.
Atende a área 1.
Linhas no Terminal Vida Nova:
1.22; 1.26; 1.27; 1.28; 1.30; 1.31; 1.32 e 1.36.
A linha 1.31 (33,7 km de extensão) é a principal linha troncal desse terminal e só utiliza ônibus articulados. Ela corre pelos mesmos corredores da linha 1.21 que sai do Terminal Ouro Verde, em direção ao centro da cidade, porém a linha 1.31 não entra no T.O.V.

Uma das plataformas do Terminal Vida Nova.

Foto: EMDEC

Vista externa do Terminal Vida Nova, com ônibus articulado Busscar Urbanuss Pluss, sobre chassi Volvo B12M da VB1, na linha 1.31 em destaque.

Foto: EMDEC

Terminal Vila União

Inauguração: 12 de novembro de 2000.
Reinauguração: 31/03/2010.
Características: terminal pequeno, fechado, com integração gratuita, tem linhas que o ligam aos bairros do entorno, sendo estes próximos à Rodovia dos Bandeirantes, além de outras que ligam o terminal ao centro e outras áreas da cidade. É ponto de parada de sete linhas do Intercamp.
Usuários atendidos: 30 mil pessoas/dia.
Endereço: Rua Dusolina Leone Tourniex, 101, Vila União.
Atende a área 1.
Linhas no Terminal Vila União:
1.16; 1.34; 1.40; 1.50; 1.52; 1.53; e 1.54.
Está previsto que, em breve, uma das linhas troncais que ligam o Terminal Vila União ao centro seja servida por ônibus articulados.

Vista externa do Terminal Vila União.

Foto: EMDEC

Vista interna do Terminal Vila União, com ônibus da VB1, Marcopolo Viale, sobre chassi MB OF-1722M, na linha 1.54-Terminal Vila União x Corredor Central em destaque.

Foto: EMDEC

Terminal Campo Grande

Inauguração: 1990.
Características: terminal fechado com integração gratuita, não sendo necessário o uso do Bilhete Único. Ponto de parada de 19 linhas do Intercamp. As linhas dividem-se entre locais (ligando o terminal aos bairros da região), troncais (ligando o terminal ao Corredor Central ou shopping centers) e inter-terminais.
Usuários atendidos: 38 mil pessoas/dia.
Endereço: Rua Dr. Nelson D"Ottaviano, 215 - Parque Valença.
Atende a área 2, mas recebe uma linha inter-terminal da área 1.
Linhas no Terminal Campo Grande:
1.23; 2.00; 2.01; 2.02; 2.03; 2.04; 2.05; 2.06; 2.07; 2.08; 2.09; 2.10; 2.11; 2.12; 2.13; 2.14; 2.16, 2.17 e 2.20.
As linhas 2.12 (40,8 km de extensão) e 2.14 (semi-expressa, 21,7 km de extensão) são as principais troncais que ligam o Terminal Campo Grande à região central e utilizam somente carros articulados e biarticulados.

Caio Millennium II Biarticulado, sobre chassi Volvo B12M, da Itajaí Transportes Coletivos, na linha 2.12-Terminal Itajaí x Corredor Central (via Terminal Campo Grande), em plataforma do Terminal Campo Grande.

Foto: www.3.bp.blogspot.com

Vista externa do Terminal Campo Grande.

Foto: HelderVibe

Terminal Itajaí

Inauguração: agosto de 1999.
Características: terminal aberto, serve de ponto final e inícial para três linhas do Intercamp. No projeto, esse terminal deveria ser fechado, com integração gratuita, mas acabou sendo um simples ponto final. Agora, com a expansão do bairro, seria uma boa ideia fechar novamente o terminal e abastecê-lo com linhas locais, desafogando o Terminal Campo Grande, que fica a poucos km dali, e mostra claramente que já está saturado.
Usuários atendidos: cerca de 5 mil pessoas/dia.
Endereço: Rua Cássio Soares Couto, Parque Itajaí.
Atende a área 2.
Linhas no Terminal Itajaí:
2.12; 2.13; e 2.14.
Essas 3 linhas abastecem o Terminal Campo Grande, sendo grandes troncais.

Vista externa do Terminal Itajaí.

Foto: rafaelr.morelli/panoramio

Vista interna do Terminal Itajaí, com ônibus articulado Neobus Mega 2006, sobre chassi VW 17.230 EOD, da Itajaí Transportes Coletivos, na linha 2.12.

Foto: EMDEC

Terminal Mercado

Inauguração: final da década de 70.
Características: foi o primeiro ponto da cidade a se estruturar como um terminal. Localizado no entorno do Mercado Municipal (Mercadão), recebe 28 linhas do Intercamp. Na verdade, são dois terminais abertos, um ao lado do outro. A integração é feita somente com o Bilhete único.
Usuários atendidos: 20 mil usuários/dia.
Endereço: Rua Álvares Machado, 1134, Centro.
Atende linhas das áreas 1, 2, 3, e somente uma linha da área 4.
Linhas no Terminal Mercado:
Mercado I: 2.30; 2.40; 2.41; 2.42; 2.43; 2.46; 2.50; 2.52; 2.53; 2.54; 2.61; 2.63; 2.65; e 2.71.
Mercado III: 1.62; 1.71; 1.73; 2.44; 2.49; 2.60; 3.17; 3.48; 3.68; 3.71; 3.77; 3.81; 3.82; e 4.16.
No Terminal Mercado I concentram-se todas linhas do Corujão, linhas que só funcionam de madrugada.

Marcopolo Viale, sobre chassi MB OF1722M, do Expresso Campibus, na linha 2.52-Terminal Mercado x Parque São Jorge, saindo do Terminal Mercado I.

Foto: EMDEC

Terminal Mercado I, que fica bem em frente ao Mercado Municipal.

Foto: Paulo Humberto

Terminal Mercado III, localizado ao lado do estacionamento do Mercadão.

Foto: alintraveling/panoramio
Se temos o Terminal Mercado I e III, onde estaria o Terminal Mercado II? Boa pergunta...

Terminal Barão Geraldo

Inauguração: 1985.
Características: terminal fechado, com integração gratuita, com linhas alimentadoras (ligando o terminal aos bairros da região), troncais (ligando o terminal ao Corredor Central ou shopping centers) e inter-terminais. É ponto de parada de 22 linhas do Intercamp.
Usuários atendidos: 45 mil pessoas/dia.
Endereço: Rua Luiz Vicentin, Barão Geraldo.
Atende a área 3, mas recebe linhas inter-terminais das áreas 1 e 2.
Linhas no Terminal Barão Geraldo:
1.34; 2.10; 2.69; 3.00; 3.14; 3.15; 3.19; 3.20; 3.21; 3.22; 3.23; 3.24; 3.25; 3.26; 3.27; 3.28; 3.29; 3.31; 3.32; 3.33; 3.37 e 3.38.
A linha 3.33 é uma das principais linhas troncais que liga o terminal ao Corredor Central. Já foi servida por ônibus articulados, mas hoje os carros são Padrons (com motor dianteiro), gerando lotação excessiva e insatisfação nos usuários. Somente duas linhas inter-terminais, que não passam pelo centro, são servidas por carros articulados, sendo a 1.34 (Terminal Ouro Verde x Terminal Barão Geraldo, 46,8 km de extensão) e a 2.10 (Terminal Campo Grande x Terminal Barão Geraldo, 48 km de extensão).

Vista interna do Terminal Barão Geraldo.

Foto: EMDEC

Alguns Comil Svelto 2012, sobre chassi MB OF-1722M, da VB3, estacionados no recuo do Terminal Barão Geraldo.

Foto: EMDEC

Terminal Padre Anchieta

Inauguração: janeiro de 1999.
Características: terminal fechado, com integração gratuita, é ponto de parada de oito linhas do Intercamp, que ligam o bairro ao Corredor Central, ao Terminal Barão Geraldo e à outras regiões da cidade.
Usuários atendidos: 12 mil pessoas/dia.
Endereço: Rua Papa São Dionísio, 395, Padre Anchieta, Distrito de Nova Aparecida.
Atende a área 2, mas recebe linhas inter-terminais da área 3.
Linhas no Terminal Padre Anchieta:
2.60; 2.61; 2.63; 2.64; 2.65; 2.66; 2.69; e 3.14.

Vista do Terminal Padre Anchieta, com ônibus modelo Caio Apache S22, sobre chassi MB OF-1722M do Expresso Campibus.

Foto: EMDEC

Terminal Shopping Iguatemi

Inauguração: 2002.
Características: terminal aberto, com integração somente com o Bilhete Único, recebe 12 linhas do Intercamp.
Usuários atendidos: 18 mil pessoas/dia.
Endereço: Av. Dr. Raul Guedes de Melo, Vila Brandina.
Fica na área 3, mas também recebe linhas das áreas 1 e 2.
Linhas no Terminal Shopping Iguatemi:
1.25; 2.11; 2.49; 2.60; 3.07; 3.08; 3.38; 3.78; 3.81; 3.83; 3.84; e 3.85.
Este terminal também recebe linhas metropolitanas EMTU.


Foto: EMDEC

Terminal Shopping Dom Pedro

Inauguração: março de 2002.
Características: terminal aberto, com integração somente com Bilhete Único, recebe 14 linhas do Intercamp.
Usuários atendidos: 18 mil pessoas/dia.
Endereço: Av. Wagner Samara, Jd. Santa Genebra.
Localiza-se na área 3, mas também recebe linhas das áreas 1, 2 e 4.
Linhas no Terminal Shopping D. Pedro:
1.16; 1.71; 2.10; 2.44; 2.66; 3.00; 3.07; 3.08; 3.38; 3.64; 3.71; 3.77; 3.81 e 4.22.
No shopping Dom Pedro, os ônibus metropolitanos EMTU tem pontos exclusivos.
Nos demais shoppings da cidade, os terminais são considerados Estações de Transferência, ou simples pontos de parada, com integração somente com Bilhete Único.


Foto: EMDEC

Terminal Metropolitano Prefeito Magalhães Teixeira

Inauguração: setembro de 2008
Características: terminal aberto, gerido pela EMTU, com algumas plataformas exclusivas para os ônibus urbanos, recebe 16 linhas do Intercamp.
Atende as área 1, 2, 3, 4 e 5.
Linhas urbanas no Terminal Metropolitano:
1.32; 1.93; 2.13; 2.40; 2.54; 2.61; 3.32; 3.49; 3.57; 3.62; 3.66; 3.85; 3.86; 3.96; 4.08; e 5.02.
O Terminal Metropolitano Prefeito Magalhães Teixeira recebe linhas metropolitanas EMTU das cidades de Hortolândia, Monte Mor, Sumaré, e de bairros de Paulínia que sejam limítrofes com Sumaré. As demais cidades da região metropolitana são servidas por pontos ao redor da rodoviária e por diversos pontos pelo centro da cidade.
O Terminal Metropolitano é integrado ao Terminal Rodoviário Ramos de Azevedo, a rodoviária de Campinas. Há escadas rolantes e elevadores, além de escadas convencionais que levam à grandes passarelas metálicas que ligam os dois terminais.

Terminal Metropolitano

Foto: J. Araújo

Vista parcial interna do Terminal Metropolitano.

Foto: EMDEC

Plataformas do transporte municipal no Terminal Metropolitano.

Foto: wikimapia.org

Vista aérea do Terminal Multimodal Ramos de Azevedo, a rodoviária de Campinas, com o Terminal Metropolitano integrado (à direita).

Foto: EMDEC

Corredores de Ônibus e Estações de Transferência

Corredor Central

É um corredor viário no Centro de Campinas, nas avenidas Anchieta, Orozimbo Maia, Senador Saraiva, Moraes Salles e Irmã Serafina, com o objetivo de priorizar o transporte coletivo e ordenar o trânsito na região central da cidade, criado em 2009 e implantado em 2010 e que veio a substituir o Rótula, existente desde 1996. Todas as avenidas do Corredor Central têm sentido único nas duas pistas, girando em sentido anti-horário.
O Corredor tem 8,6 km de extensão, sendo 4,2 km de pista interna e 4,4 de pista externa. Na faixa exclusiva, somente é permitida a circulação dos transportes urbano e metropolitano, por ônibus e miniônibus. Já na faixa preferencial, o uso do sistema viário será preferencial ao ônibus, podendo ser usado por outros veículos na ausência dele.
O Corredor Central e suas Estações de Transferência atendem linhas das áreas 1, 2, 3 e 4.

Rótula (1996-2010)
O Rótula ("rodinha") foi um sistema que colocou cinco avenidas do Centro de Campinas com as pistas no mesmo sentido para direcionar o tráfego e diminuir os congestionamentos, que se tornavam cada vez piores com as avenidas seguindo em sentido duplo. Sua implantação deu-se em 14 de julho de 1996, aniversário de 222 anos da cidade.
Após mais de 13 anos de implantação do Rótula, o sistema não estava mais dando conta do intenso trânsito nas ruas centrais de Campinas, o que demandou o desenvolvimento de um novo projeto, que privilegiasse o transporte coletivo. Em 2009, após numerosas obras, com a construção de Estações de Transferência, que têm piso elevado, rampas acessíveis, piso podotátil e um visual moderno, o Corredor Central foi implantado a partir de 9 de janeiro de 2010, com a redução da velocidade em todas as avenidas do corredor de 60 km/h para 50 km/h.

Características:

Para entender as características, é necessário antes entender algumas definições:
Pista interna: é a pista da esquerda, mais próxima ao Centro;
Pista externa: é a pista da direita, que pode estar no Centro ou fazer divisa com o Cambuí, a Vila Itapura ou o Botafogo;
Faixa exclusiva: é a faixa destinada exclusivamente ao transporte coletivo (ônibus e táxis), com uso pelos demais veículos sujeito a multa;
Faixa preferencial: é a faixa que pode ser usada pelos demais veículos, na ausência dos veículos de transporte coletivo.



Avenida Anchieta

Duas pistas com duas faixas cada. Pista interna com faixa da direita exclusiva (com exceção do trecho entre as ruas General Osório e Benjamin Constant). Pista externa com faixa da esquerda preferencial.
Estação de Transferência Anchieta (3 pontos: 2 pontos com desembarque pelo lado direito e 1 pelo lado esquerdo), servida por 56 linhas.
Ponto na altura da Avenida Dona Libânia (2 pontos: 1 ponto com desembarque pelo lado direito e 1 pelo lado esquerdo).

Avenida Orozimbo Maia

Duas pistas com três faixas cada. Pista interna com faixa da direita exclusiva.
Pista externa com faixa da direita preferencial
Ponto de Ônibus Maternidade (1 ponto com desembarque pelo lado direito).
Ponto de Ônibus Sacramento (1 ponto com desembarque pelo lado direito).
Ponto de Ônibus Barata Ribeiro (1 ponto com desembarque pelo lado direito).

Avenida Senador Saraiva
Duas pistas com três faixas cada
Pista interna com faixa da direita exclusiva
Pista externa com faixa da esquerda preferencial
Estação de Transferência Senador Saraiva (8 pontos: 4 pontos com desembarque pelo lado direito e 4 pelo lado esquerdo).
Atendida por 50 linhas.

Avenida Moraes Salles

Duas pistas com três faixas cada. Pista interna com faixa da direita exclusiva.
Pista externa com faixa da esquerda preferencial
Estação de Transferência Moraes Salles (4 pontos: 2 pontos com desembarque pelo lado direito e 2 pelo lado esquerdo)
Atendida por 29 linhas.

Avenida Irmã Serafina

Duas pistas com duas faixas cada. Pista interna com faixa da direita exclusiva.
Pista externa com faixa da esquerda preferencial
Estação de Transferência Irmã Serafina (2 pontos: 1 ponto com desembarque pelo lado direito e 1 pelo lado esquerdo)
Servida por 33 linhas.

O Corredor Central em números.
160 mil é o número de usuários do transporte público no Corredor Central;
58 linhas do sistema Intercamp trafegam pelo Corredor Central;
05 é o total de Estações de Transferências implantadas no Corredor; (Anchieta, Dona Libânia, Senador Saraiva, Moraes Salles e Irmã Serafina)
04 pontos de parada na Av. Orosimbo Maia receberam tratamento especial: (Barata Ribeiro, Sacramento, Maternidade e Jorge Miranda)
65 abrigos;
50 km/h é a velocidade regulamentada/permitida em todo o Corredor;
29 cruzamentos semaforizados na pista interna;
32 cruzamentos semaforizados na pista externa;
77 travessias semaforizadas de pedestre;
07 pontos de radares para fiscalização eletrônica;
150 rampas acessíveis;
500 mil pessoas circulam pelo Centro.

Estações de Transferência

As estações de transferência são mini-terminais, complementares aos corredores exclusivos ou preferenciais do Sistema Intercamp, e vêm sendo implantadas desde 2009, para ampliar as condições de conforto e segurança oferecidas aos usuários do transporte coletivo municipal.
Também visam potencializar os benefícios do cartão do Bilhete Único, uma vez que recebem grande número de usuários e permitem sua transferência para outras linhas do Intercamp, de forma rápida e segura, sem qualquer custo adicional.
Elas oferecem infraestrutura especial ao usuário, com piso podotátil e elevado para facilitar o embarque e desembarque em nível, rampas, lombofaixas, informações em braile e mapa dos arredores, projeto paisagístico, além de iluminação e sinalização reforçados. Também contam com o monitoramento de câmeras da CIMCamp para ampliar a segurança dos usuários.

Confira as imagens de algumas Estações de Transferência do Corredor Central.
(Fotos: EMDEC)

Estação Moraes Salles


Estação Irmã Serafina


Estação Anchieta


Estação Senador Saraiva


Fotos: Fasouzafreitas
Ônibus articulado Busscar Urbanuss Pluss MB O-500MA, da VB1, linha 1.21, na pista interna da Avenida Anchieta, em faixa exclusiva.


Avenida Senador Saraiva, com pista externa em destaque, e sua faixa exclusiva de ônibus.


Corredor Central, no trecho da Avenida Moraes Salles.


Av. Irmã Serafina, com a faixa exclusiva da pista interna e a preferencial da pista externa.


Av. Anchieta, embarque pelo lado esquerdo na Estação Anchieta. Carro Caio Apache Vip MB OF-1722M, da VB3, na linha troncal 3.33 (Terminal Barão Geraldo x Corredor Central via Terminal Central).


Outras Estações de Transferência

Há várias Estações de Transferência pela cidade, algumas funcionam realmente como mini-terminais, outras são meramente pontos de parada mais elaborados, portanto vou listar as estações mais importantes com suas respectivas imagens.
Fotos: EMDEC

Estação Campos Salles

Localizada na Avenida Campos Salles, no centro, tem paradas à direita, estendendo-se por toda sua extensão. Atendida por 65 linhas das 1, 2, 3 e 4.


Estação Expedicionários

Localiza-se no centro, na Avenida Expedicionários, onde era o terminal de linhas metropolitanas para Hortolândia e Monte Mor, hoje transferidas para o Terminal Metropolitano. Após reforma e revitalização da área, foi instalada a Estação Expedicionários, que recebe 13 linhas do Intercamp, mas também é ponto de parada de algumas linhas EMTU, para Indaiatuba, Valinhos e Vinhedo. Tem paradas à esquerda e direita. Faz parte da área 3, mas recebe uma linha da área 1 (1.18-Terminal Ouro Verde x Cambuí).


Estação João Jorge

Localiza-se na Avenida João Jorge, próxima ao centro. Liga o Viaduto Cury ao Corredor Amoreiras e à Avenida Prestes Maia. Há um corredor exclusivo de ônibus nesse trecho, onde encontra-se essa Estação, servida por 58 linhas das áreas 1, 2, 3 e 4, com paradas à direita.


Estação Prado

Estação localizada na região do Parque Prado (bairro planejado), situa-se bem em frente ao Shopping Prado, na junção da Avenida Washington Luiz com a rua Lux Aeterna. Tem paradas à direita, sendo servida por 10 linhas das áreas 3 e 4 (4.08-Parque Jambeiro x Terminal Metropolitano). Pertence à área 3.


Estação Icaraí

Localizada na Rodovia Lix da Cunha (Estrada Velha de Indaiatuba), na altura da entrada do Jardim Icaraí, em frente ao Centro Olímpico de Alto Rendimento. É atendida por 6 linhas da área 4, à qual pertence. Tem paradas à direita.



Estação PUCC II

Situada em frente ao campus II da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, que engloba o Hospital Celso Pierro, na Avenida John Boyd Dunlop, Região do Campo Grande. Recebe 18 linhas, sendo uma da área 1 (1.34-Terminal Ouro Verde x Terminal Barão Geraldo) e as demais da 2, que é sua área. Tem paradas à direita.


Estação Sousas

Lolaliza-se no Distrito de Sousas, na Rua Xavier Mayer, paralela à Avenida Antônio Carlos Couto de Barros. Recebe 14 linhas, inclusive alimentadoras que circulam somente no distrito. Tem paradas à direita. Faz parte da área 3.


Estação Amarais

Situada no canteiro central da Avenida Sylvia da Silva Braga (conhecida como Estrada dos Amarais), Jardim Santa Mônica. Recebe 13 linhas do Sistema Intercamp, especialmente dos bairros da Região dos Amarais, como é conhecida essa área. Faz parte da área 3, mas recebe linhas da área 2 (2.66-Pq. São Jorge x Hospital Das Clínicas via Shopping Dom Pedro/Unicamp/Term. Pe. Anchieta e 2.69-Term. Pe. Anchieta x Term. Barão Geraldo). Recebe também algumas linhas EMTU vindas de bairros de Sumaré e Paulínia. Tem paradas à direita.


Estação Cidade Judiciária

Localiza-se na Rua Comandante Ataliba Euclides Vieira, Jardim Santana, ao lado da Cidade Judiciária, porém algumas linhas param na Rodovia Miguel Noel Nascente Burnier, em frente à entrada principal da Cidade Judiciária, tendo também linhas EMTU com paradas nesses pontos às margens da rodovia, para Jaguariúna, Holambra e outras cidades daquela região da RMC. Faz parte da área 3, mas recebe uma linha da área 2 (2.30-Jardim Ipaussurama x Carrefour Dom Pedro).


Estação Anhanguera
Gerida pela EMTU, a Estação Anhanguera faz parte do Corredor Noroeste, que liga Campinas à cidades da RMC como Hortolândia, Sumaré e Monte Mor. Localiza-se na Avenida Lix da Cunha, próxima ao Trevo da Bosch, na Rodovia Anhanguera. Recebe 13 linhas Intercamp, todas da área 2, e dezenas de linhas EMTU. Tem paradas à esquerda e direita.


Outros Corredores de Ônibus.

Corredor João Jorge

Corredor de ônibus segregado, ou seja, com barreiras físicas que o separa das vias por onde correm os outros veículos. De curta extensão (menos de 1 km), fica na Avenida João Jorge. Liga o Viaduto Cury, na região central, ao Corredor Amoreiras e à Avenida Prestes Maia, que leva às Rodovia Anhanguera e Santos Dumont, e também ao Aeroporto Internacional de Viracopos. Recebe majoritariamente linhas das áreas 1 e 4, mas também atende algumas linhas das áreas 2 e 3, sendo ao todo 58 linhas do Intercamp, além de linhas EMTU para Valinhos (as que tem itinerário pela Rodovia Anhanguera) e para Indaiatuba.

Corredor João Jorge

Foto: EMDEC

Corredor João Jorge, sentido centro x bairro.

Foto:Carlos Bassan

Vídeos postados por Anonimo-Lutador-de-Campinas, mostrando belos carros, que começaram a rodar há alguns dias em Campinas (Marcopolo Viale BRS Superarticulado MB 0-500UDA, da VB1, na linha 1.21), passando pelo Corredor João Jorge.


Corredor Amoreiras

Corredor segregado, na Avenida das Amoreiras, com mais de 4 km de extensão, ligando o Corredor João Jorge à Avenida Piracicaba (cortando os bairros Vila Industrial, São Bernardo, passando sob a Rodovia Anhanguera (próximo ao Campinas Shopping), cortando o bairro Campos Elísios e chegando à Avenida Piracicaba, onde há uma parada segregada em seu canteiro central, no sentido bairro x centro. À partir da Avenida Piracicaba, os ônibus correm em vias comuns, compartilhando o trânsito com outros veículos. Chega à Avenida Ruy Rodrigues, onde há baias de parada no canteiro central, em via segregada, em frente ao Hipermercado Extra Amoreiras. Segue pela Avenida Ruy Rodrigues em trânsito compartilhado, cortando bairros como o Jardim Yeda, Jardim Capivari e o Jardim Morumbi. Passa sob a Rodovia dos Bandeirantes e adentra a Região do Ouro Verde, chegando ao Jardim Cristina, onde se localiza o Terminal Ouro Verde. Algumas linhas, como a troncal 1.31 (Terminal Vida Nova x Corredor Central), que não entra no Terminal Ouro Verde, seguem pela Avenida Ruy Rodrigues, passando pelo Shopping Spazio Ouro Verde, Jardim Mercedes, até chegar à Avenida Camucim, onde alcança a região do Vida Nova, chegando ao Terminal Vida Nova, no Conjunto Residencial Mauro Marcondes, sendo esse o final do Corredor Ouro Verde, como é chamado formalmente pela EMDEC o conjunto de corredores e avenidas que ligam o Corredor Central aos Terminais Ouro Verde e Vida Nova.
O Corredor Amoreiras recebe dezenas de linhas, sendo majoritariamente da área 1 azul-clara, mas também recebe algumas linhas das áreas 2, 3, e 4.
A extensão total do Corredor Amoreiras, contando com as vias compartilhadas, é de 14 km até o Terminal Ouro Verde e 18 km até o Terminal Vida Nova.

Imagens do Corredor Amoreiras

Foto: EMDEC


Foto: EMDEC



A EMDEC considera outras avenidas da cidade como corredores, mas essa definição é utilizada somente em alusão ao fato de serem vias com grande circulação de linhas, ligando a região central à importantes e populosas áreas da cidade. Seguem os principais "corredores" de linhas Intercamp, segundo a EMDEC:

Corredor Sousas: liga o Corredor Central ao Distrito de Sousas, utilizando a Avenida Moraes Salles, a Rodovia Heitor Penteado, e a Avenida Dr. Antônio Carlos Couto de Barros (Estação Sousas), já no Distrito de Sousas. Tem trechos com faixas preferenciais para ônibus, e paradas à direita. Atende 14 linhas, em sua maioria da área 3 verde, tendo somente a linha 1.25-Terminal Ouro Verde x Shopping Iguatemi (área azul-clara) percorrendo parte desse corredor.

Corredor Sousas, no trecho da Avenida Moraes Salles, próximo ao Parque Ecológico, sentido bairro x centro.

Foto: Paulo Humberto

Corredor Amarais: liga a região central aos bairros da Região dos Amarais, na Região Noroeste. Utiliza como vias o Corredor Central, Avenida Brasil, Avenida Cônego Antônio Roccato (Estação Amarais), e Avenida Comendador Aladino Selmi. Possui trechos com faixas preferenciais. Recebe 13 linhas do Intercamp, da área 3 verde, porém 2 linhas da área 2 vermelha percorrem um curto trecho desse corredor. Também recebe linhas EMTU, de bairros de Sumaré e Paulínia.
Uma curiosidade: A Estação Amarais fica em frente ao Campo dos Amarais, o outro aeroporto de Campinas, que dá nome a essa área da cidade.

Corredor Amarais, na altura da Estação Amarais.

Foto: Paulo Humberto

Corredor Barão Geraldo: liga o Corredor Central ao Distrito de Barão Geraldo. Utiliza como vias o Corredor Central, Avenida Brasil, Avenida Dr. Theodureto de Almeida Camargo, SP-332/Rodovia Professor Zeferino Vaz (trecho conhecido como Tapetão), Estrada da Rhodia, já em Barão Geraldo, e via de acesso ao Terminal Barão Geraldo. Atende 4 linhas Intercamp, sendo 3 da área 3 verde (3.30-Terminal Central x Hospital das Clínicas, 3.31-Term. Barão Geraldo x Rodoviária, 3.33-Term. Barão Geraldo x Corredor Central via Term. Central) e uma linha da área 1 azul-claro (1.34-Terminal Ouro Verde x Terminal Barão Geraldo). Esse corredor também recebe linhas EMTU para Paulínia e Cosmópolis.

Corredor Barão Geraldo, no trecho do Tapetão (sentido Barão Geraldo x Centro), próximo ao trevo com a Rodovia Dom Pedro I.

Foto: Paulo Humberto

Corredor Abolição: liga a região Central aos bairros da região Sul, principalmente aqueles próximos à divisa com Valinhos. Utiliza como vias o Corredor Central, Rua José Paulino, Avenida Campos Salles, Avenida Francisco Glicério, Avenida da Saudade, Rua da Abolição, Ponto de Parada Abolição (em frente ao Hipermercado Extra Abolição), Avenida Engenheiro Francisco de Paula Souza, SP-091/Rodovia Antônio Von Zuben, e ponto de parada Hipermercado Carrefour Campinas/Valinhos. Atende dezenas de linhas da área 3 verde, e uma linha da área 2 vermelha (2.53-Vila Boa Vista x Swift via Term. Mercado). Possui trechos com faixas preferenciais e compartilha itinerário com linhas EMTU para Valinhos e Vinhedo.

Corredor Abolição, nas proximidades do Hipermercado Extra Abolição e Unip, campus Abolição

Foto: Paulo Humberto

Corredor Miguel Burnier: liga a região central aos bairros da região do São Quirino, Alphaville, e bairros na divisa com Jaguariúna (Região Leste). Utiliza as vias do Corredor Central, Avenida Campos Salles, Rua Paula Bueno, Avenida Nossa Senhora de Fátima, Avenida Júlio Prestes e SP-340/Rodovia Miguel Nascentes Burnier (conhecida como Rodovia Campinas-Mogi), com paradas na Estação Cidade Universitária. Atende várias linhas da área 3 verde, e uma linha da área 2 vermelha (2.30). Também recebe linhas EMTU para cidades da RMC como Jaguariúna, Holambra, Artur Nogueira e outras.

Corredor Miguel Burnier, nas proximidades da Cidade Judiciária, com a sede da CPFL Energia à frente

Foto: Paulo Humberto

Corredor Barão de Itapura: liga o Botafogo (bairro da região central) ao Taquaral e Cambuí. Utiliza a Avenida Barão de Itapura (que segue o estilo Rótula, tendo todas suas pistas no sentido centro x bairro), Rua Major Sólon, Avenida Júlio de Mesquita (no Cambuí, bairro da região central) e Avenida Aquidaban, no Bosque. Principais linhas que atendem esse corredor:
1.18 (T.O.V. x Cambuí);
2.11 (T.C.G. x Shopping Iguatemi via Nova Campinas);
2.20 (T.C.G. x Bosque), essas 3 linhas linhas mesclam carros articulados e convencionais;
5.02 (Circular Centro x Term. Metropolitano)
Além de outras linhas Intercamp da área 3 verde, feitas por carros das Cooperativas, esse corredor recebe parcialmente linhas EMTU com destino à Jaguariúna.

Ônibus do Expresso do Consórcio Concicamp entrando na Avenida Barão de Itapura, primeiro trecho do Corredor.

Foto: Paulo Humberto

Corredor Francisco Glicério: a Avenida Francisco Glicério é uma das mais importantes vias do centro de Campinas, sendo um grande centro financeiro e hoteleiro. Possui dezenas de linhas que a utilizam parcialmente. Os principais pontos de parada localizam-se próximo ao campus central da PUCC, no cruzamento com a Avenida Benjamin Constant, próximo à Catedral Metropolitana e rua 13 de Maio (calçadão), Agência Central dos Correios/Poupatempo, e cruzamento com a Avenida Aquidaban/Largo do Pará (hotéis). Linhas EMTU para Valinhos e Vinhedo compartilham algumas das paradas.

Av. Francisco Glicério, com o Largo do Pará à esquerda, viaduto da Via Expressa Aquidaban à frente, e hotéis ao fundo

Foto: Paulo Humberto

Corredor Benjamin Constant: importante avenida do centro, com intenso movimento de linhas. Inicia-se no Bairro Cambuí, cruzando a Avenida Júlio de Mesquita e a Avenida Anchieta (Corredor Central) e termina na Avenida Andrade Neves. Passa em frente ao Mercado Municipal, levando os ônibus até o Terminal Mercado.

Avenida Benjamin Constant, com o Mercadão ao fundo. O Terminal Mercado fica nessa área.

Foto: Paulo Humberto

Corredor Andrade Neves: liga o centro ao Bairro Botafogo, um bairro central da cidade. Principal via que leva linhas ao Terminal Rodoviário Ramos de Azevedo e ao Terminal Metropolitano Prefeito Magalhães Teixeira, além de pontos de parada nas imediações dos terminais, que servem tanto às linhas Intercamp, quanto à diversas linhas EMTU de cidades da RMC.

Avenida Expedicionários encontrando a Av. Andrade Neves (à direita)

Foto: Paulo Humberto

Corredor John Boyd Dunlop: mais longa avenida da cidade (aproximadamente 18 km de extensão), a Avenida John Boyd Dunlop liga a Vila Teixeira à região do Campo grande, terminando no Parque Itajaí. A EMDEC considera como Corredor JBD as vias do Corredor Central, Radial Penido Burnier, Rua Dr.Mascarenhas, Rua Sales de Oliveira (sentido bairro x centro), Rua Joaquim Vilac (sentido centro x bairro) e Avenida John Boyd Dunlop, passando pelo Shopping Unimart/Hipermercado Enxuto/Atacadão, passa sob a Rodovia Anhanguera, PUCC II/Hospital Celso Pierro, Shopping Parque das Bandeiras, passa sobre a Rodovia dos Bandeirantes, cruza bairros como o Cidade Satélite Íris, Jardim Florence, Parque Valença, com linhas terminando no Terminal Campo Grande e Terminal Itajaí, sendo ponto final para algumas linhas troncais. Atende primordialmente linhas da área 2 vermelha, mas recebe algumas linhas da área 1 azul (1.16-T.O.V. x Shopping Dom Pedro), (1.34-T.O.V. x T.B.G.) e 1.23 (T.O.V. x T.C.G.).

Avenida John Boyd Dunlop, próximo ao Shopping Unimart.

Foto: EMDEC

Corredor Santos Dumont: liga a região central aos bairros às margens da Rodovia Santos Dumont e bairros nas imediações do Aeroporto Internacional de Viracopos, atendendo as áreas 1 azul-claro e 4 azul-escuro. Tem como vias principais o Corredor Central, passando pelo Terminal Central, Viaduto Cury, Corredor João Jorge, Avenida Prestes Maia, parada do Jardim do Trevo, passando sob a Rodovia Anhanguera, parada do Campinas Shopping/Poupatempo, e nessa área, no trevo com a Anhanguera, há uma derivação do Corredor Santos Dumont, que segue pela SP-073/Rodovia Lix da Cunha (atenção, não é a avenida de mesmo nome). Essa via é popularmente conhecida como Estrada Velha de Indaiatuba. Passa pelo Parque Oziel, pela Estação de Transferência Icaraí, Swiss Park, Centro Olímpico e bairros como Saltinho e Jardim Nossa Senhora de Lourdes.
Em sua rota principal, à partir do trevo com a Rodovia Anhanguera, o Corredor Santos Dumont segue pela SP-075/Rodovia Santos Dumont, cortando bairros como Jardim do Lago, Jardim Itatinga, Jardim San Diego, passa pela parada do SESI Santos Dumont (onde carros da área 1 azul-clara seguem por vias marginais e adentram bairros da Região do Ouro Verde próximos da Rodovia Santos Dumont e do Distrito Industrial, alcançando os bairros chamados de DIC*, cuja linha troncal é a 1.17-DIC VI x Corredor Central, feita por ônibus articulados, e também a linha 1.20 (Terminal Ouro Verde x Terminal Central via Rodovia Santos Dumont), que é uma linha troncal que corta os DIC e outros bairros, chegando ao T.O.V. Ambas as linhas são feitas pela VB1, da área 1 azul-clara.
O Corredor Santos Dumont segue, passando sobre a Rodovia dos Bandeirantes, pega as vias marginais da Rodovia Santos Dumont, margeando o Distrito Industrial, passa pelos bairros Jardim Nova América e Irmãos Sigrist, segue pela Rodovia Santos Dumont até entrar no trevo da SP-324/Rodovia Miguel de Campos Melhado, que liga ao Aeroporto Internacional de Viracopos à direita, ou bairros da Região do Campo Belo, à esquerda, como o Jardim São Domingos, ligado ao centro por ônibus articulados da VB1 (área 1 azul-clara) da linha 1.90, Jardim Fernanda e Jardim Itaguaçu, já na divisa com Indaiatuba. No Corredor Santos Dumont, também correm linhas EMTU para Indaiatuba.

*DIC: Sigla que significa Distrito Industrial de Campinas, além de designar o próprio, é usado para denominar os conjuntos residenciais verticais construídos nas redondezas desse centro industrial e nas proximidades das Rodovias dos Bandeirantes e Santos Dumont. Subdividem-se em DIC I, II, III, IV, V e VI. Há linhas troncais que ligam esses bairros ao centro (1.17-DIC VI x Corredor Central, 1.15, 1.20) e alimentadoras que os ligam ao Terminal Ouro Verde.

Rodovia Santos Dumont, próximo ao trevo com a Rodovia Anhanguera e Campinas Shopping

Foto: J. Araújo

Corredor Noroeste/Anhanguera

É um corredor com faixas exclusivas para ônibus, que liga Campinas à Hortolândia, Sumaré, Monte Mor (trecho já concluído), Nova Odessa, Americana e Santa Bárbara d'Oeste (trecho em obras/implantação). Gerido pela EMTU, compartilha paradas e Estação de Transferência com linhas da área 2 (vermelha) do Intercamp no trecho de 4 km ao longo da Avenida Lix da Cunha, em Campinas. A EMDEC considera o trecho da Avenida Lix da Cunha como sendo parte do Corredor Anhanguera, que corre pelas vias marginais da Rodovia Anhanguera com paradas compartilhadas com a EMTU nas linhas para Sumaré, e adentra o Distrito de Nova Aparecida, seguindo pela Avenida João Paulo II até o Terminal Padre Anchieta.

Parada no Corredor Noroeste, no trecho da Avenida Lix da Cunha

Foto: Paulo Humberto

Em breve, informações sobre o projeto do BRT de Campinas.

Então é isso pessoal, como apresentação do thread, acho que é o suficiente, não é? Pretendo fazer atualizações constantes, colocando mais fotos, vídeos e informações interessantes, mas conto com vocês também. Vamos encher essas páginas de fotos dos ônibus de Campinas!

Um abraço a todos.
 

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VB3 área verde 3, Neobus Mega Plus Volvo B270F, com pintura comemorativa pra Copa 2014. Vai Brasil!!!!

Foto:Guilherme Etevao
 

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Projeto BRT Campinas

O conceito de Bus Rapid Transit (BRT) para Campinas

Os projetos previstos para Campinas na área dos Transportes vão totalizar um investimento de R$ 339 milhões nos próximos três anos, que deverá gerar na cidade um conceito avançado de Mobilidade Urbana: o sistema Bus Rapid Transport (BRT).
Do total previsto em investimentos, o Programa da Aceleração do Crescimento da Mobilidade Urbana (PAC 2), do Governo Federal, vai destinar R$ 295 milhões, sendo R$ 98 milhões repassados diretamente do Orçamento Geral da União e R$ 197 milhões através de empréstimo em contrato de financiamento a juros baixos com um banco federal. O município de Campinas deverá investir R$ 44 milhões como contrapartida.
O Plano de Mobilidade Urbana de Campinas prevê a implantação de dois corredores de ônibus exclusivos à esquerda para a operação do sistema BRT nos eixos Ouro Verde e Campo Grande.
O sistema vai operar com ônibus articulados e biarticulados e haverá interligações fechadas entre os corredores. Além disso, estão previstas reformas de terminais e do Viaduto Miguel Vicente Cury.
Para o Corredor Ouro Verde, estão previstos 14,5 km de corredor exclusivo à esquerda, com cobrança desembarcada e sistema de guiagem ótica ou magnética, que funcionará como um “trilho virtual”, ampliando o controle e confiabilidade da operação do transporte. O Corredor ligará o Centro ao Ouro Verde, até o Aeroporto de Viracopos.
Já o Corredor Campo Grande, de acordo com o Plano, contará com 17,8 km, também com corredor exclusivo à esquerda. A estimativa é que os dois corredores juntos transportem cerca de 30 mil passageiros por hora nos períodos de pico; podendo chegar a 40 mil, nos próximos anos.
Além dos dois corredores exclusivos, os recursos serão voltados para duas grandes intervenções: ampla reforma do Terminal Ouro Verde, para adaptação ao sistema BRT; e a reforma e o alargamento do Viaduto Cury, para atendimento à nova realidade de corredores e integração com o Corredor Central.
Também está definido no Plano, um corredor exclusivo à esquerda, uma interligação perimetral para reduzir o percurso negativo e diminuir a demanda nos corredores principais. A interligação será a construção de uma nova via no leito desativado do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), no trecho entre o Campos Elíseos e a Vila Aurocan, com extensão de 4 km.
A rede de linhas alimentadoras, a ser implantada, parte de uma revisão total dos trajetos
atualmente existentes, incluindo reescalonamento de pontos, utilização de
vias mais adequadas à circulação de ônibus, entre outros. Essas linhas farão
a conexão entre os bairros e as estações de transferência, ao longo dos
corredores.
As estações de transferência deverão possuir módulos (baias) para a parada das linhas alimentadoras, independentes dos módulos utilizados pelas linhas troncais do corredor. Esses módulos deverão ter integração física e tarifária, configurando uma estação fechada, tal como os Terminais Ouro Verde e Campo Grande.
Além disso, deverão ser implantados:
- Sistemas de informação ao usuário, com painéis eletrônicos e dispositivos sonoros;
- Mapas dos arredores e painéis informativos;
- Bilheterias (Vending Machines) nas estações para comercialização de créditos.

As estações deverão contar, ainda, com portas automáticas, tais como as atualmente existentes na linha 4 (Amarela) do metrô de São Paulo; e em sistemas de BRT implantados em outros países.
As estações serão dimensionadas para receber o fluxo de veículos e
passageiros oriundos das linhas alimentadoras. Os sistemas alimentadores
já existentes (terminais Ouro Verde, Campo Grande e Vida Nova) serão mantidos, mas também passarão pelo processo de revisão dos trajetos.
O monitoramento por GPS será implantado em toda a rede de transporte
do município. Os testes já foram feitos e a EMDEC vem trabalhando para
encontrar um modelo que viabilize a implantação e operação desta tecnologia
na cidade.

Obras que integram PAC 2 em Campinas:
1 - Implantação do sistema BRT (Bus Rapid Transport).
2 - Criação do Corredor Campo Grande.
3 - Criação do Corredor Ouro Verde.
4 - Corredor de interligação dos corredores Ouro Verde e Campo Grande, no antigo leito do VLT (Vila Aurocam).
5 - Reforma e readequação do Viaduto Miguel Vicente Cury.
6 - Estação Elevada para BRT na altura da Rua Piracicaba.
7 - Viaduto de interligação entre as Avenidas Piracicaba e Ruy Rodrigues.
8 – Diversas Estações de Transferência.
9 - Duplicação do viaduto que passa sobre a Rodovia dos Bandeirantes na Região do Campo Grande.
10 - Duplicação de Viaduto sob a Ferrovia na região do Jardim Florence. (já está sendo feito).
11 - Rebaixamento (trincheira) na Avenida John Boyd Dunlop, altura do Jardim Londres.
12 - Rebaixamento (trincheira) da pista na Avenida John Boyd Dunlop, altura da Avenida José Pancetti.
13 - Reforma e ampliação do Terminal Ouro Verde.
14 - Reforma e ampliação do Terminal Campo Grande.
15 - Reforma e ampliação do Terminal Vida Nova.
16 - Reforma e ampliação do Terminal Itajaí.
17 - Implantação de plataformas BRT no Terminal Central.
18 - Implantação de plataformas BRT no Terminal Metropolitano.
19 - Rebaixamento da pista na Avenida Transamazônica, próximo à Avenida John Boyd Dunlop.
20 - Implantação de viaduto em frente ao Shopping Parque das Bandeiras (TAC pela construção do shopping).

Mapa de como serão os corredores


Conceito BRT

O BRT é um sistema de transporte de ônibus de alta qualidade que realiza mobilidade urbana rápida e eficiente e com um custo também eficiente. Este resultado é obtido através de uma infraestrutura segregada, com prioridade de passagem aos ônibus, operação rápida e freqüente. O sistema inclui também um serviço de excelência aos usuários. É aplicado atualmente em Curitiba (onde tudo começou), Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Goiânia e outras capitais brasileiras, que já tem projetos em construção. No exterior, o BRT já foi implantado em Bogotá, capital da Colômbia, Santiago do Chile, Cidade do México, além de diversas cidades do Canadá, Estados Unidos e Europa.
O BRT, basicamente, imita as características de desempenho e conforto dos modernos sistema de transporte sobre trilhos, mas com custos bem inferiores. Um sistema destes, por exemplo, tem um custo entre 4 a 20 vezes menos que um sistema de bondes ou de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Comparado ao sistema de metrô o BRT custa entre 10 e 100 vezes menos.
Entre as características do sistema BRT estão incluídas vias de ônibus segregadas, que formam corredores exclusivos para o transporte público. Estas vias formam uma rede integrada de corredores e linhas. Nesta rede ficam instaladas estações modernas que apresentam instalações de amenidade e conveniência, conforto, segurança e abrigo contra intempéries do tempo.
As estações devem permitir acesso em nível ao veículo, com plataforma na mesma altura, sem degraus para os passageiros. Os terminais e as estações devem ser também especiais e facilitar a integração física entre as linhas tronco e os serviços alimentadores.
Os serviços de operação do sistema devem ser rápidos e freqüentes entre as principais origens e destinos, garantindo ampla capacidade para demanda de passageiros ao longo do corredor. Para isso estão projetados também neste sistema embarques e desembarques rápidos, com cobrança e controle de pagamento antes do embarque (como é no sistema de metrô).
A integração tarifária entre as linhas, corredores e serviços alimentadores são fundamentais também no sistema BRT, assim como a prioridade semafórica para os veículos dos sistema de transporte. Integram também o sistema BRT a aplicação de tecnologias veiculares de baixa emissão de poluentes e tecnologias de baixos ruídos. O sistema de cobrança e verificação de tarifas deve ser também automatizado.
O BRT prevê também a instalação de sistemas de gerenciamento por controle centralizado, aplicações de sistemas de tráfego inteligente e localização automática de veículos.
 

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Chegada de BRT até Viracopos é ameaçada por impasse

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), só terá o corredor Ouro Verde, onde circularão os ônibus rápidos do modelo BRT (Bus Rapid Trafic), se o consórcio Aeroportos Brasil, novo gestor do aeroporto, se responsabilizar pela implantação da infraestrutura dentro do sítio aeroportuário.
Caso isto não ocorra, segundo o secretário de Transportes de Campinas, André Aranha, a Prefeitura não irá estender o corredor até a zona aeroviária.
O secretário considera que, dentro do aeroporto, uma área federal, o corredor deve fazer parte das intervenções que serão necessárias para garantir a mobilidade, com a ampliação de Viracopos.
No entanto, o consórcio informou que agora pretende dedicar suas energias ao cumprimento de todas as exigências do contrato de concessão firmado com o governo federal visando às obras de ampliação e modernização de Viracopos. Afirmou ainda que no contrato não está previsto este tipo de obra.
O secretário ainda ressaltou que o movimento no terminal não é somente de passageiros e cargas, disse Aranha. É preciso pensar também no deslocamento dos funcionários.
“Hoje 8 mil pessoas trabalham em Viracopos e essa população deverá chegar aos 40 mil em 30 anos, no final da concessão, quando 80 milhões de passageiros passarão pelo terminal. É preciso, portanto, ter uma ligação de transporte de alta capacidade chegando ao aeroporto”, afirmou Aranha.

Recursos

O corredor Ouro Verde sairá do Terminal Central, seguirá pelas avenidas João Jorge, Amoreiras, Ruy Rodriguez e Camucim até o Terminal Vida Nova, numa extensão de 14,4 quilômetros.
Para que o corredor chegue até Viracopos serão necessários mais 10 quilômetros de via segregada a um custo estimado de R$ 60 milhões.
Porém, o dinheiro para a ligação com o aeroporto não está incluso nos recursos liberados pelo Programa de Aceleração Crescimento (PAC) para o corredor. A Prefeitura pretende buscar parcerias para suprir essa diferença.
Mas o secretário considera que, dentro do aeroporto, a responsabilidade pela obra é da concessionária.
“Nas conversas a que vínhamos tendo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) havia receptividade nesse projeto e, agora, vamos retomar a conversa com o concessionário”, afirmou o secretário de Transportes.
Fonte: www.viracopos.com.br
 

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Mesmo sem os Corredores BRT implantados, as concessionária do transporte coletivo de Campinas investem em carros modelo BRT. A primeira empresa a trazer esses ônibus para a cidade foi a Itajaí Transportes Coletivos, que em 2012 colocou em circulação 19 Viale BRT sobre chassi Volvo B12M, atendendo as linhas 2.12-Terminal Itajaí x Corredor Central via Terminal Campo Grande, 2.11-Terminal Campo Grande x Shopping Iguatemi e 2.10-Terminal Campo Grande x Terminal Barão Geraldo via Shopping Dom Pedro.
Esses carros são dotados de Sistema Wi-Fi, TV e som.


Foto: www.rac.com.br


Foto: www.tudodeonibus.com


Foto: Christian Tavares


Foto: Gustavo Bayde

Em 2013, a VB colocou nas ruas de Campinas outro de modelo de ônibus BRT. Foi o Comil Doppio BRT sobre chassi MB 0-500M, atuando na área 1 azul-claro. As linhas 1.21-Terminal Ouro Verde x Corredor Central e 1.31-Terminal Vida Nova x Corredor Central foram as selecionadas para estrear os carros.


Foto: Fábio Tanniguchi


Foto: Fábio Tanniguchi


Foto: Guilherme Rafael

Comil Doppio Brt da VB1 no Corredor João Jorge

Foto: Raider Lopes Martins

Logo depois, a Itajaí Transportes Coletivos voltou a atacar, trazendo novidades para o transporte campineiro. Colocou nas ruas ônibus modelo Mega BRT sobre chassi Volvo B12M, sendo inovadora como sempre.


Foto: Ramiro Tadeu Batista Jr.


Foto: Caio César

Mega BRT da Itajaí, no Terminal Campo Grande

Foto: Christian Tavares

Recentemente, a VB surpreendeu. Além de divulgar que comprou 70 novos articulados, trouxe os 10 primeiros superarticulados de Campinas, carros com 23 metros de comprimento. O modelo da carroceria é Viale na versão BRS, sobre chassi MB O-500UDA Blue Tec 5, piso baixo. Já estão rodando, na área 1 azul-claro, pela linha 1.21-T.O.V x Corredor Central.


Foto: Guilherme Neudorff


Foto: Michel dos Santos


Foto: Fábio Tanniguchi
 

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boa iniciativa para campinas....
 
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Campinas tem um sistema de transporte rodoviário urbano muito interessante e, até certo ponto, organizado. Mas, nem sempre foi assim.

Provavelmente, Campinas deve ser a cidade que já teve uma das histórias de mobilidade urbana mais confusas e turbulentas do Brasil. Do monopólio total da CCTC (que era da Viação Cometa), a cidade passou por greves espetaculares na década de 1980 (ao ponto dos ônibus do corredor São Mateus-Jabaquara a fazerem as linhas), fuga e quebra de empresas no começo dos anos 1990, o quase motim dos perueiros por volta de 1998, um sistema de transporte eficiente implantado em 1992 que foi literalmente sucateado em 2000, a licitação confusa do InterCamp...

Hoje, Campinas vive uma fase melhor, graças a Deus.
 

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Discussion Starter · #11 ·
Campinas tem um sistema de transporte rodoviário urbano muito interessante e, até certo ponto, organizado. Mas, nem sempre foi assim.

Provavelmente, Campinas deve ser a cidade que já teve uma das histórias de mobilidade urbana mais confusas e turbulentas do Brasil. Do monopólio total da CCTC (que era da Viação Cometa), a cidade passou por greves espetaculares na década de 1980 (ao ponto dos ônibus do corredor São Mateus-Jabaquara a fazerem as linhas), fuga e quebra de empresas no começo dos anos 1990, o quase motim dos perueiros por volta de 1998, um sistema de transporte eficiente implantado em 1992 que foi literalmente sucateado em 2000, a licitação confusa do InterCamp...

Hoje, Campinas vive uma fase melhor, graças a Deus.
Pois é, Rodalves. Vivemos dias melhores, realmente, embora haja greves constantes, coisa que ronda esse país inteiro ultimamente, né. Mas é notável que o transporte campineiro passa por uma fase de mudanças, lenta, pra melhor.
Legal ver que vc conhece bem a história do transporte aqui na cidade. Aqui já houve altos e baixos, e até fundo do poço, como o caso da fuga das empresas e greves intermináveis que trouxeram o caos pra cidade. O auge do transporte campineiro foi a implantação do VLT, que vc deve conhecer bem como tudo acabou, aliás, até a implantação foi algo que nunca terminou, rsrs.
O SIT foi outro momento áureo nos transportes daqui, com carros em sua maioria Padrons de verdade, com motor traseiro ou central, Scania, Volvo... bons tempos!!! Mas aí vieram os perueiros, os governos populistas do PT, e tudo foi pro limbo.
Hoje, o Intercamp, que realmente teve uma licitação obscura, deu certa ordem na casa, e grande parte dos perueiros aventureiros foram fazer outra coisa na vida (humpf), ou estão em alguma penitenciária do estado, haha. Os que ficaram se organizaram em cooperativas, que torço de verdade que sejam de pessoas lícitas. A EMDEC deu até uma colher de chá pra eles e agora permite que comprem carros maiores pra fazerem as linhas. Ponto pra população que não tem que se espremer nos micros.
A coisa tá indo, e agora estamos na espera da licitação do BRT. Será que sai?
Valeu por visitar o thread, espero te ver sempre por aqui. Abraço.
 

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Discussion Starter · #12 ·
Corujão


Foto: EMDEC

A EMDEC implantou o Serviço Corujão em 11/02/2007, para garantir transporte público à população durante a madrugada.
O serviço possui oito linhas especiais, que foram criadas e dimensionadas para atender a 18 hospitais e pronto-socorros, 12 distritos policiais e 5 cemitérios da cidade, além da Rodoviária e do Aeroporto de Viracopos, sendo realizado pelas 3 cooperativas permissionárias do transporte alternativo de Campinas (Altercamp, Cotalcamp e Cooperatas).
As linhas percorrem os eixos Ouro Verde, Campo Grande, Lix da Cunha, Amarais, Barão Geraldo, Sousas, Washington Luís e Santos Dumont.
O ponto de partida das linhas do Serviço Corujão na região central é o Terminal Mercado, que conta com câmeras da Central Integrada de Monitoramento de Campinas (CIMCamp) e também é monitorado pela Guarda Municipal.
Cada linha do Corujão faz oito viagens por dia, quatro por sentido, sendo que a primeira viagem tem início sempre no bairro. O valor da tarifa nas linhas do serviço também é de R$ 3,00; e aceita-se normalmente o Bilhete Único. A cor dos veículos é laranja.

Partidas dos bairros: 00h00; 01h30; 03h00; e 04h20.
Partidas do Terminal Mercado: 00h50; 02h20; 03h40, e 05h00.

Linhas do Corujão

1.79 - São Domingos / Term. Mercado I / Via Aeroporto Viracopos (Eixo Santos Dumont).
Ponto inicial no bairro: Rua Gaetano Domênico Sarubbi (atual ponto final da linha 1.90).
Atendimento: P. S. São José.

1.99 - Vida Nova / Term. Mercado I (Eixo Ouro Verde).
Ponto inicial no bairro: Av. Pedro Degrecci Júnior, ao lado do Terminal Vida Nova.
Atendimento: Hospital Mário Gatti, Hospital Álvaro Ribeiro, Hospital Metropolitano e P.S. Ouro Verde.

2.89 - Itajaí IV / Term. Mercado I (Eixo Campo Grande).
Ponto inicial no bairro: Rua Celso Soares Couto (ao lado do Terminal Itajaí).
Atendimento: Hospital Celso Pierro – PUC.

2.99 - Nova Aparecida / Term. Mercado I (Eixo Lix da Cunha).
Ponto inicial no bairro: Rua Afonso Legaz Garcia (ponto final da linha 2.60 – Nova Aparecida).
Atendimento: P.S. Padre Anchieta, Hospital Beneficência Portuguesa e Rodoviária.

3.09 - Pq. Cidade / Term. Mercado I (Eixo Amarais).
Ponto inicial no bairro: Rua 17, do Parque Cidade Campinas (ponto final da linha 3.16).
Atendimento: Hospital Albert Sabin, Maternidade de Campinas, Cemitério Nossa Senhora da Conceição (Amarais).

3.39 - Cidade Universitária / Term. Mercado I (Eixo Barão Geraldo).
Ponto inicial no bairro: em frente ao Centro Médico.
Atendimento: HC da Unicamp, Hospital Madre Theodora e Centro Médico – Barão Geraldo.

3.99 - Joaquim Egídio / Term. Mercado I (Eixo Sousas).
Ponto inicial no bairro: Rua Manoel H. Silva Coelho (atual ponto final da linha 3.90).
Atendimento: Casa da Saúde, Cemitério das Aléias, Cemitério Parque Flamboyant e Cemitério de Sousas.

4.89 - Pq. Jambeiro / Term. Mercado I (Eixo Washington Luiz).
Ponto inicial no bairro: Rua Seminarista Luiz A. Silva (atual ponto final da linha 4.08).
Atendimento: Hospital Santa Edwiges e Hospital Samaritano.
 

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Discussion Starter · #13 ·
Onicamp entrega sete novos ônibus



A Onicamp Transportes Coletivos entregou sete novos ônibus acessíveis para a área 4 do Sistema InterCamp, com investimentos de R$ 1,89 milhão. Quatro veículos já beneficiam cerca de oito mil passageiros que circulam por dia na linha 4.13 – Jardim São José e os demais serão colocados em outras linhas que rodam nas regiões da Rodovia Santos Dumont e de Viracopos. A acessibilidade está agora em 60%.
Com carroceria Neobus modelo Mega e chassi Volkswagen modelo 17.230 OD, todos os sete novos ônibus são acessíveis. Eles são dotados de elevador, para acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida; balaústres emborrachados para direcionamento ao botão de parada; botão de parada com indicação em braille; espaço para cadeirantes; bancos para idosos, obesos e gestantes; além de encostos dos bancos mais altos, oferecendo maior conforto e comodidade aos usuários.
Outra informação relevante é que os novos veículos possuem câmbio automático, ou seja, os motoristas não irão mais precisar trocar de marcha. Seu motor Euro 5 atende às determinações do Proconve, com normas exigentes para a redução de emissão de poluentes. Os ônibus também possuem câmeras instaladas e vão receber, em breve, monitores LCD.

Câmeras são instaladas em veículos

A Onicamp iniciou a instalação de câmeras em seus veículos após uma fase de testes para escolher o melhor sistema para sua operação. Nessa primeira fase, foram instaladas três câmeras por carro, em 30 ônibus de sua frota.
Somando esses carros com os sete novos veículos adquiridos pela empresa, 44,57% de sua frota conta com câmeras de monitoramento. Câmeras ainda serão instaladas nos demais 46 ônibus da frota no segundo semestre de 2014.
A Onicamp opera na área 4 do Sistema InterCamp, que compreende as regiões da Rodovia Santos Dumont e de Viracopos. O investimento visa garantir a segurança dos passageiros, motoristas e cobradores, já que as câmeras coíbem assaltos e o vandalismo.
Na área 1 do Sistema InterCamp, que atende as regiões do Ouro Verde, da Vila União e do Corredor Amoreiras, 100% da frota composta por 313 ônibus convencionais e articulados já tem câmeras. Já na área 2, que circula no Campo Grande, Padre Anchieta e Corredor John Boyd Dunlop, 65,31% dos 271 veículos já têm câmeras. Na área 3, que compreende as regiões de Barão Geraldo, Sousas, Rodovia Campinas–Mogi, Amarais e Corredor Abolição, 92,19% dos 333 carros da frota têm vigilância.

Fonte: www.transurc.com.br
 

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Parabéns pela iniciativa, que eu considero louvável!
Mas eu acho o transporte coletivo em Campinas um horror: lotada de caminhônibus e articolados. E nem fiquei sabendo que a Volvo fazia cabritos até ver um monte deles rodando por aí, com um tal de B270F. Sem contar a desorganização, a enorme sobreposição de linhas... e pensar que já foi pior. Campinas deve ter sido a única cidade neste país que mudou a entrada da porta traseira para a dianteira (em 1991), depois voltou para a traseira (em 2001) e depois retornou para a dianteira (entre 2003 e 2004). Também deve ser a única cidade que tem ônibus podium sem cobrador, assim como ônibus podium que só para em dois pontos na esquerda. Mais zoado que isso, só onde não tem licitação.
 

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Discussion Starter · #15 ·
Parabéns pela iniciativa, que eu considero louvável!
Mas eu acho o transporte coletivo em Campinas um horror: lotada de caminhônibus e articolados. E nem fiquei sabendo que a Volvo fazia cabritos até ver um monte deles rodando por aí, com um tal de B270F. Sem contar a desorganização, a enorme sobreposição de linhas... e pensar que já foi pior. Campinas deve ter sido a única cidade neste país que mudou a entrada da porta traseira para a dianteira (em 1991), depois voltou para a traseira (em 2001) e depois retornou para a dianteira (entre 2003 e 2004). Também deve ser a única cidade que tem ônibus podium sem cobrador, assim como ônibus podium que só para em dois pontos na esquerda. Mais zoado que isso, só onde não tem licitação.
Oi Fabius, obrigado pelo incentivo. Tomei a iniciativa de criar esse thread e mostrar ao país nosso transporte urbano e termos a chance de debatermos sobre o tema.
Só discordo de vc no adjetivo usado para descrever o transporte campineiro. "Horror". Considero o sistema Intercamp de certa forma falho, mas há coisas que funcionam bem. A infraestrutura também tem partes acertadas e quanto aos ônibus, realmente a maior parte da frota é de caminhônibus, cabritos, e afins, rsrsrs. Temos até articolados, mas felizmente eles são a minoria entre os articulados de verdade. E a questão dos pódiuns, cara, concordo plenamente com o que vc disse. Pior ainda é ver linhas que nem tem paradas à esquerda usando carros com portas dos 2 lados, que só tiram o espaço dos passageiros. Há muito pra melhorar, mas já tivemos fases bem pior, né.
Valeu por participar. Espero te ver por aqui sempre.
 

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Discussion Starter · #17 ·
Eu gostaria muito que os terminais Mercado I e II fossem desativados. Difícil, eu sei, mas eles arregaçam (esteticamente, urbanisticamente, na questão do trânsito, <coloque seu motivo aqui> ) com o centro de Campinas.
É verdade! Já seria um bom começo se fossem reformados, e toda sua área fosse revitalizada, tirando aqueles camelódromos pavorosos dali. Mas concordo contigo que o melhor seria tirar os terminais dali, transformando aquela área em bolsões estacionamento.
 

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Discussion Starter · #18 ·
Campinas tem 17 linhas de ônibus circular para acesso à rede da saúde



Campinas tem 17 linhas de ônibus que realizam trajetos para redes hospitalares da cidade. A população pode reconhecer esses ônibus por meio das placas laterais e frontais localizadas nos ônibus. A placa traz o desenho de uma cruz vermelha sobre um fundo branco, no qual identifica que aquela linha de ônibus realiza em seus itinerários percursos que os levam a hospitais.
Para contribuir com a população, os ônibus incluem também, a lista dos hospitais, escritos em vermelho nas laterais.
Além disso, a população tem como opção o chamado Linhão da Saúde, realizado pela linha 5.02 – Circular / Centro. Entre seus itinerários, estão inclusos cinco unidades hospitalares nos quais se destacam o hospital Mario Gatti, Irmãos Penteado, Casa da Saúde, Vera Cruz e Renascença.
As linhas que atendem ao serviço temática da Saúde são: linha 1.18 – Terminal Ouro Verde x Cambuí, que atende os hospitais Álvaro Ribeiro, Vera Cruz, Beneficência Portuguesa, Renascença, Irmãos Penteado e Casa de Saúde. Linha 1.21 – Terminal Ouro Verde x Corredor Central, que passa nos hospitais Ouro Verde, Mário Gatti, Álvaro Ribeiro e Maternidade. Linha 1.31 – Terminal Vida Nova x Corredor Central, com percurso nos hospitais Ouro Verde, Mário Gatti, Álvaro Ribeiro e Maternidade. Também a linha 1.54 – Terminal Vila União x Corredor Central, que atende nos hospitais Mário Gatti, Álvaro Ribeiro e Maternidade. A Linha 2.12 – Terminal Itajaí x Corredor Central passa nos PS Campo Grande, Hospital Celso Pierro e Maternidade. Linha 2.13 – Terminal Itajaí x Rodoviária, que chega aos hospitais PS Campo Grande, hospitais Celso Pierro, Mário Gatti e Álvaro Ribeiro.
A população também pode contar com a linha 2.20 – Terminal Campo Grande x Bosque, que vai até os hospitais Celso Pierro, Renascença, Irmãos Penteado e Casa de Saúde. Linha 2.64 – Vila Padre Anchieta x Corredor Central, que passa no PS Padre Anchieta e Maternidade. A Linha 2.66 – Parque São Jorge / Terminal Padre Anchieta x Hospital de Clínicas que atende o endereço do PS Padre Anchieta e Hospital de Clínicas da Unicamp. A Linha 3.17 – Jardim São José x Jardim São Marcos, que vai até o PS São José, hospitais Mário Gatti e Álvaro Ribeiro. Linha 3.21 – Terminal Barão Geraldo x Centro Médico / Bosque das Palmeiras, que atende o Centro Médico e Centro Boldrini. A linha 3.30 – Terminal Central x Unicamp que atende o Hospital de Clínicas e Maternidade.
Do mesmo modo, podem contar com a Linha 3.32 – Terminal Barão Geraldo x Rodoviária (Terminal Metropolitano), que passa no Hospital de Clínicas. A linha 3.57 – PUCC I x Terminal Metropolitano, que atende os hospitais Madre Theodora e Irmãos Penteado. A linha 4.02 – Terminal Centra x Parque da Figueira I e II que vai até o Hospital Samaritano. A linha 4.99 – Iporanga x Circular Centro, que passa no Hospital Santa Edwiges e a linha 5.02 – Terminal Metropolitano x Circular Centro (o Linhão da Saúde), que atende os hospitais Renascença, Irmãos Penteado, Casa de Saúde, Mário Gatti e Vera Cruz.
Fonte e foto: EMDEC
 

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Discussion Starter · #19 · (Edited)
Ônibus facilitam acesso aos shopping centers de Campinas

Para facilitar o acesso da população aos shoppings da cidade, a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC) divulga as linhas do transporte público coletivo municipal que atendem aos principais locais.
Abaixo, confira o endereço dos centros de compras e as linhas que atendem cada um deles.

* Shopping Parque das Bandeiras

O Shopping Parque das Bandeiras fica na Avenida John Boyd Dunlop, 3.900, no Jardim Ipaussurama.
Confira as linhas que atendem o Parque das Bandeiras:

1.34 – Terminal Terminal Ouro Verde x Terminal Barão Geraldo (inclusivo)
2.10 – Terminal Campo Grande x Terminal Barão Geraldo (inclusivo)
2.11 – Terminal Campo Grande x Shopping Iguatemi (inclusivo)
2.12 – Terminal Itajaí x Corredor Central (inclusivo)
2.20 – Terminal Campo Grande x Bosque (inclusivo)
2.21 – Terminal Central x Jardim Satélite Íris IV (inclusivo)
2.22 – Terminal Central x Jardim Florence (inclusivo)
2.23 – Terminal Central x Jardim Satélite Íris III
2.24 - Terminal Central x Residencial Sirius (inclusivo)
2.29 – Terminal Central x Jardim Florence II (inclusivo)
2.30 – Jardim Ipaussurama x Carrefour Dom Pedro (inclusivo)

* Shopping Parque Dom Pedro

O Shopping Parque Dom Pedro fica na Avenida Guilherme Campos, 500, no Jardim Santa Genebra.
Linhas no Parque Dom Pedro:

1.16 – Terminal Ouro Verde x Shopping Dom Pedro (inclusivo)
1.71 – Campinas Shopping x Shopping Dom Pedro (inclusivo)
2.10 – Terminal Campo Grande x Terminal Barão Geraldo (inclusivo)
2.40 – Jardim Garcia x Shopping Dom Pedro (inclusivo)
2.44 – Vila Teixeira x Shopping Dom Pedro (inclusivo)
3.00 – Sousas x Terminal Barão Geraldo
3.07 – Interbairros I
3.08 – Interbairros II
3.38 – Terminal Barão Geraldo x Shopping Iguatemi (inclusivo)
3.71 – Estação Parque Prado x Shopping Dom Pedro (inclusivo)
3.77 – Vila Marieta x Shopping Dom Pedro
3.81 – Shopping Iguatemi x Shopping Dom Pedro via Botafogo e Center Santa Genebra (inclusivo)


* Shopping Iguatemi

O Shopping Iguatemi fica na Avenida Iguatemi, 777, na Vila Brandina.
Linhas no Iguatemi:

1.25 – Terminal Ouro Verde x Shopping Iguatemi (inclusivo)
2.11 – Terminal Campo Grande x Shopping Iguatemi (inclusivo)
2.49 – Jardim Flamboyant x Parque dos Eucaliptos (inclusivo)
2.60 – Nova Aparecida x Shopping Iguatemi via Terminal Padre Anchieta (inclusivo)
3.07 – Interbairros I
3.08 – Interbairros II
3.38 – Terminal Barão Geraldo x Shopping Iguatemi (inclusivo)
3.62 – Terminal Metropolitano x Parque Brasília I / Via Taquaral (inclusivo)
3.78 – Carrefour Valinhos x Shopping Iguatemi
3.81 – Shopping Dom Pedro x Shopping Iguatemi via Botafogo e Center Santa Genebra (inclusivo)
3.83 – Rodoviária x Leroy Merlin Dom Pedro
3.85 – Shopping Iguatemi x Rodoviária (inclusivo)

* Galleria Shopping

O Galleria Shopping fica na Rodovia Dom Pedro I, Km 131,5, no Jardim Nilópolis.
Linhas no Galleria:

3.00 - Estação Sousas x Terminal Barão Geraldo
3.69 - Parque Imperador via Vila 31 de Março x Estação Expedicionários (inclusivo)
369.1 - Alphaville Dom Pedro x Estação Expedicionários

* Campinas Shopping

O Campinas Shopping fica na Rua Jacy Teixeira de Camargo, 940, no Jardim do Lago.
Linhas no Campinas Shopping:

1.22 – Terminal Vida Nova x Campinas Shopping via Terminal Ouro Verde(inclusivo)
1.71 – Campinas Shopping x Shopping Dom Pedro (inclusivo)
2.14 - Terminal Itajaí x Terminal Central via Terminal Campo Grande (semi-expressa) (inclusivo)
3.82 – Cambuí x Campinas Shopping
4.16 – Jardim Petrópolis x Terminal Mercado III via Corredor Central (inclusivo)
Além das linhas acima, todas as linhas do Corredor Santos Dumont que seguem pela referida via têm ponto de parada que serve ao Campinas Shopping, localizado na altura da passarela, em frente ao Parque Oziel.

* Shopping Unimart

Shopping Unimart fica na Avenida John Boyd Dunlop, 350, na Chácara da República.
Linhas no Unimart:

1.16 – Terminal Ouro Verde x Shopping Dom Pedro (inclusivo)
1.34 – Terminal Ouro Verde x Terminal Barão Geraldo (inclusivo)
2.10 – Terminal Campo Grande x Terminal Barão Geraldo (inclusivo)
2.11 – Terminal Campo Grande x Shopping Iguatemi (inclusivo)
2.12 – Terminal Itajaí x Corredor Central (inclusivo)
2.20 – Terminal Campo Grande x Bosque (inclusivo)
2.21 – Terminal Centra x Jardim Satélite Íris IV (inclusivo)
2.22 – Terminal Central x Jardim Florence (inclusivo)
2.24 - Terminal Central x Residencial Sirius
2.23 – Terminal Central x Jardim Satélite Íris III
2.29 – Terminal Central x Jardim Florence II (inclusivo)
2.30 – Jardim Ipaussurama x Carrefour Dom Pedro (inclusivo)
2.40 – Jardim Garcia x Shopping Dom Pedro
2.41 – Vila Padre Manoel da Nóbrega x Terminal Mercado I
2.49 – Jardim Flamboyant x Parque dos Eucaliptos (inclusivo)
3.07 – Interbairros I
3.08 – Interbairros II

* Shopping Prado

O Shopping Prado fica na Avenida Washington Luis, 2.480, no Parque Prado.
Linhas no Shopping Prado:

3.44 – Estação Parque Prado x Circular Centro via Jardim Amazonas (inclusivo)
3.48 – Vila Marieta x Estação Cidade Judiciária
3.71 – Estação Parque Prado x Shopping Dom Pedro (inclusivo)
3.77 – Vila Marieta x Shopping Dom Pedro
3.78 – Carrefour Valinhos x Shopping Iguatemi
4.08 – Parque Jambeiro x Terminal Metropolitano (inclusivo)

* Shopping Spazio Ouro Verde

O Shopping Spazio Ouro Verde fica na Avenida Ruy Rodrigues, 3900, Parque Universitário do Ouro Verde.
Linhas no Shopping Spazio:

1.01 - T.O.V. x Parque Universitário (inclusivo)
1.02 - T.O.V. x Recanto do Sol (inclusivo)
1.05 - Cohab I (inclusivo)
1.06 - T.O.V. x Cohab II
1.08 - Jardim Aeronave I (inclusivo)
1.10 - T.O.V. x Jardim Adhemar de Barros (inclusivo)
1.11 - T.O.V. x Jardim Aeronave II
1.12 - T.O.V. x Jardim Planalto I (inclusivo)
1.13 - T.O.V. x Jardim Planalto II
1.22 - Terminal Vida Nova x Shopping Campinas via T.O.V. (inclusivo)
1.28 - T.V.N. x T.O.V. (inclusivo)
1.31 - T.V.N. x Corredor Central (inclusivo)
1.32 - T.V.N. x Terminal Metropolitano via T.O.V. (inclusivo)
1.33 - Vida Nova x Corredor Central (inclusivo)
1.36 - T.V.N. x Corredor Central via Residenciais Casas do Parque e Porto Seguro (inclusivo)
1.98 - T.V.O. x Aeroporto de Viracopos (inclusivo)

Inclusivo: Linhas que tem 100% da frota composta por ônibus com total acessibilidade.

Fonte: www.emdec.com.br
 

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Discussion Starter · #20 ·
Hoje fui ao centro de Campinas e pude ver pessoalmente os Viale BRS superarticulados rodando. Vi uns 3, cortando o Corredor Central, e são realmente imponentes, chamam a atenção de todos a volta. Não andei neles, mas espero poder ter essa experiência logo. Não tirei fotos mas posto essa abaixo, do onibusbrasil.com, de um desses carros em seus primeiros dias de operação.


Agradecimento e foto: Willian Sousa www.onibusbrasil.com/williansousa/
 
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