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policial disfarçado
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Na verdade esse render é mais antigo do que o primeiro. No caso esse é o primeiro.

Foi postado aqui há uns anos atras, provavelmente em 2007 ou 2008....

aparentemente alteraram e pioraram o projeto :(
 

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Discussion Starter #43
Valeu pela link, Alex.

Há pouco mais de dois anos, o paulista Walter Torre Junior planejava iniciar no bairro do Brooklin, na zona sul de São Paulo, a maior obra da história de sua construtora, fundada há 29 anos. Numa área de 50 000 metros quadrados, a WTorre projetou erguer um hipermercado com a bandeira Walmart e seis edifícios, entre escritórios e condomínios residenciais, que deveriam ficar prontos no final de 2009. O projeto exigiria um investimento de 500 milhões de reais. No entanto, até agora as obras nem começaram. A razão está na contaminação do solo da área, que abrigou por mais de 40 anos uma antiga fábrica de sorvetes da Kibon, comprada pela Unilever em 1997. Desde o anúncio do complexo, a construtora está às voltas com estudos e relatórios para obter a autorização da Cetesb, companhia de licenciamento ambiental do estado de São Paulo, e começar a construção. A solução do problema poderá custar até 10 milhões de reais. Torre Junior estima que as obras serão iniciadas em junho de 2010. "Já sabíamos do problema ao comprar o terreno. Mas o caso está se mostrando mais tortuoso do que prevíamos", diz ele. "O projeto ficará pronto apenas em 2012, com quase três anos de atraso."

A demora na concessão de licença pela Cetesb no caso do terreno da WTorre resulta de uma legislação que se tornou mais rígida nos últimos anos no que se refere ao gerenciamento de áreas contaminadas. Desde o final da década de 90, apenas as empresas potencialmente poluidoras tinham de passar seus projetos por uma avaliação ambiental. Hoje, todas as construtoras precisam submeter suas obras a uma avaliação das condições do solo antes de iniciá-las. As regras ficaram ainda mais severas em São Paulo, com a aprovação de uma nova lei em julho de 2009. Para empresas como a WTorre, lidar com esse rigor é novidade - e motivo de preocupação. "Vai ficar cada vez mais difícil para as empresas tentar se isentar de responsabilidade", diz a advogada Ana Luci Limonta Esteves Grizzi, sócia do escritório Veirano. "As companhias deverão ter mais cautela na aquisição de terrenos e antigas fábricas, pois serão responsáveis por contaminações passadas."

http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/contaminacao-problema-caro-invisivel-525137?page=1&slug_name=contaminacao-problema-caro-invisivel-525137
 

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Gustavo Naufel
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ADOREI O PROJETO
 

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Valeu pela link, Alex.

Há pouco mais de dois anos, o paulista Walter Torre Junior planejava iniciar no bairro do Brooklin, na zona sul de São Paulo, a maior obra da história de sua construtora, fundada há 29 anos. Numa área de 50 000 metros quadrados, a WTorre projetou erguer um hipermercado com a bandeira Walmart e seis edifícios, entre escritórios e condomínios residenciais, que deveriam ficar prontos no final de 2009. O projeto exigiria um investimento de 500 milhões de reais. No entanto, até agora as obras nem começaram. A razão está na contaminação do solo da área, que abrigou por mais de 40 anos uma antiga fábrica de sorvetes da Kibon, comprada pela Unilever em 1997. Desde o anúncio do complexo, a construtora está às voltas com estudos e relatórios para obter a autorização da Cetesb, companhia de licenciamento ambiental do estado de São Paulo, e começar a construção. A solução do problema poderá custar até 10 milhões de reais. Torre Junior estima que as obras serão iniciadas em junho de 2010. "Já sabíamos do problema ao comprar o terreno. Mas o caso está se mostrando mais tortuoso do que prevíamos", diz ele. "O projeto ficará pronto apenas em 2012, com quase três anos de atraso."

A demora na concessão de licença pela Cetesb no caso do terreno da WTorre resulta de uma legislação que se tornou mais rígida nos últimos anos no que se refere ao gerenciamento de áreas contaminadas. Desde o final da década de 90, apenas as empresas potencialmente poluidoras tinham de passar seus projetos por uma avaliação ambiental. Hoje, todas as construtoras precisam submeter suas obras a uma avaliação das condições do solo antes de iniciá-las. As regras ficaram ainda mais severas em São Paulo, com a aprovação de uma nova lei em julho de 2009. Para empresas como a WTorre, lidar com esse rigor é novidade - e motivo de preocupação. "Vai ficar cada vez mais difícil para as empresas tentar se isentar de responsabilidade", diz a advogada Ana Luci Limonta Esteves Grizzi, sócia do escritório Veirano. "As companhias deverão ter mais cautela na aquisição de terrenos e antigas fábricas, pois serão responsáveis por contaminações passadas."

Contaminação, um problema caro e invisível | Exame
Por FAVOR ALGUÉM SABERIA ME INFORMAR EM QUE ANO HOUVE UM ACIDENTE NA FÁBRICA DA KIBON, UM SOTERRAMENTO INCLUSIVE HOUVE VÍTIMAS FATAIS...
 
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