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Sumbe



Sumbe é uma cidade e município de Angola, capital da província do Kwanza-Sul. Tem 3 890 km² e cerca de 218 mil habitantes. É limitado a Norte pelo município de Porto Amboim, a Este pelos municípios da Conda, Seles e Cassongue, a Sul pelos municípios do Bocoio e Lobito, e a Oeste pelo Oceano Atlântico. É constituído pelas comunas de Sumbe, Gangula, Kicombo e Gungo. Até 1975 designou-se Novo Redondo.
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Sumbe (pre-1975: Novo Redondo) is a city located in west central Angola. It is the administrative capital of Cuanza Sul Province.


Sumbe City







Bar in Sumbe







view of the beach :cheers:







This is the Marginal in the city/town called Sumbe





 

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Discussion Starter #3
São as Cachoeiras da Binga no rio Queve - 40 km a Este de Sumbe :yes:

Binga Waterfalls in River Queve - 40 km East of Sumbe.
 

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Inclusive eu ja me hospedei neste hotel, antes de ser remodelado. Chama-se mesmo Hotel Ritz.

No relation to the internationally known Ritz chain whatsoever:lol:
 

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Mega public concert in Sumbe this weekend with tens of thousands of viewers and many perfomances

Sumbe em festa
O Festisumbe 2009 acolheu mais de cem mil visitantes de vários pontos do país e do estrangeiro. Vinte músicos e cinco bandas, em dois dias, levaram o público ao rubro. Viaje pelos




No passado final de semana (sexta e Sábado à noite) todos os caminhos foram dar à província do Kuanza Sul, para assistir à nona edição do Festival Internacional de Música da cidade do Sumbe.

O festival foi marcado pela presença de cem mil pessoas que se deslocaram durante os dois dias do evento à Marginal do Sumbe. O Festisumbe 2009 contou com a presença de 42 músicos, dois grupos de dança e seis bandas que actuaram diariamente durante cinco horas. A representante internacional foI a banda brasileira KLB.

O grupo interpretou sucessos conhecidos do público como “Obsessão”, “Anjo”, “Ela Não Está Aqui” e “11 de Setembro”.

A organização



Os Irmãos Setas estão de parabéns. Actuaram no evento 42 músicos, dois grupos de dança e seis bandas. Na primeira noite o destaque foi para o grupo de dança Nova Estrela, Pérola, Heavy C, MC Sakatanga, Duo GK, Afroman, Puto Lilas, Os Inéditos, União Forever, Sandey e DJ Malo. Na segunda brilharam o grupo de dança Nova Lua, Konde, Bangão, Sabino Henda, Bessa Teixeira, Yola Araújo, Matias Damásio, Charopp, Yuri da Cunha, Agre G, Netinho e Puto Manox e Turma X.


No final do espectáculo Kiko, guitarrista da banda, não escondeu a sua emoção. “Estamos muito felizes por participar, pela primeira vez, neste festival. O público foi fantástico. E o país mudou muito desde 2002, data da nossa última actuação em palcos angolanos”,afirmou.



PARADA DE ESTRELAS

Organizado pelo Governo Provincial do Kuanza-sul e produzido pela Casa 70, o Festisumbe juntou artistas de vários estilos musicais com destaque para os cantores Yuri da Cunha, AgreG e Yannick (Afroman) que levaram a plateia ao rubro.

O espectáculo contou também com a participação dos conhecidos cantores Bangão, Bessa Teixeira, Justino Handanga, Sabino Henda, Proletário, Jacinto Tchipa, Heavy C, Pérola, Matias Damásio, Konde, Puto Lilas e Mamborro.

Seguido pelos artistas Paulino Ferrão, Massembila, Melinha, Mira, Ricardo Ângelo, Kutululuka, Gata Gabola, Nelzy e Bruxo. Alguns destes músicos foram acompanhados pelas bandas Movimento e Voga.
LOGíSTICA DO EVENTO

O evento contou com 77 mil watts de som e um palco com 15 metros de largura e oito de comprimento. Uma das maiores dificuldades da organização foi o trânsito motivado pela enorme afluência do público. As estradas de acesso à província viram-se afuniladas pelo grande número de viaturas provenientes das províncias limítrofes em particular de Benguela, Luanda e Huambo.

As reservas em hotéis, pensões e casas residenciais começaram a ser feitas no princípio do mês. Quem já não conseguiu lugar, optou pela solução do “campismo improvisado”. Ao longo de toda marginal era visível o elevado número de tendas.



Ambiente de festival

O Festival decorreu durante duas noites, das 21h às 3h30. Mas durante o dia a bonita marginal do Sumbe esteve sempre animada. Há várias semanas que os hotéis e as pensões tinham a lotação esgotada. A solução, para a maioria dos participantes, foi o alojamento em tendas de campismo. Para muitos tal carácter informal e descontraído é um dos factores mais positivos do Festisumbe

ORGANIZAÇÃO SATISFEITA

A moldura humana no local provava a popularidade crescente do Festisumbe, evento que tem sido organizado, durante os últimos nove anos, pela Casa 70. A produtora foi encarregue, entre outros, da contratação dos artistas e da montagem da luz e do som. “Estamos na produção deste evento desde a sua fundação.

Neste ano houve uma melhoria muito grande. investimos mais em iluminação e na própria qualidade do espectáculo e dos respectivos artistas. É notável a subida da popularidade a cada ano que passa”, disse Marcos Cunha, responsável pela Casa 70.
AMBIENTE DE FESTA


O ambiente que rodeia o Festisumbe é de uma alegria contangiante que envolve pessoas de todas as faixas etárias e camadas sociais sem distinção de raças, onde o principal objectivo é o lazer e a paixão pela música.

Considerado um dos festivais mais populares de Angola o Festisumbe assume-se como ponto de reencontro de ex-colegas de escola, amigos de infância, primeiros amores e outros.

“Sempre que venho encontro- -me com pessoas que já não via há muito tempo. Desta vez foi com a minha primeira namorada,” disse um dos visitantes proveniente de Luanda, ex-morador de Benguela, local onde viveu o seu primeiro amor.
TENDAS E BARRACAS

O caloroso cenário da bonita marginal da cidade do Sumbe é agradável de se ver. As ruas, sempre repletas de entusiastas, são animadas pelas tendas, de várias cores, e as barracas de comes e bebes que preenchem o lado oposto da marginal. Nestas é possível comer desde o bom Kitute da terra até aos pratos mais ocidentalizados.

“Participo no Festisumbe há quatro anos e sempre preferi alojar-me durante os dois dias nas tendas. Creio que os hotéis e pensões retiram a característica simples e natural do festival”, disse um visitante proveniente do Lobito. O nosso entrevistado que viajou em caravana na companhia de primos e amigos acrescentou que as barracas de comida dispostas ao longo da via completam o verdadeiro cenário do festival, “sem as tendas e as barracas o Festisumbe não é o mesmo”, concluiu.

After Party



Houve ainda outra razão para permanecer mais um dia no Sumbe. A noite de Sábado prolongou-se com uma “After Party” animada pelo popular Dj Malvado. Denominada “Welcome Summer” a festa foi uma maratona de dança e cor, que começou de madrugada e não teve hora para terminar. Foi o grande epílogo de um festival inesquecível.

MAIS SEGURANÇA

Devido ao elevado número de acidentes que se registou nos anos anteriores, as vias de acesso à cidade do Sumbe foram especialmente vigiadas durante o fim de semana.

O slogan criado pela polícia nacional denominado ““Tarrachinha ou Pé Rachado? – Faça a melhor escolha e divirta-se no Festisumbe”, visou sensibilizar os condutores para a segurança. Os outdoors dessa campanha de prevenção foram colocados em todas as vias de acesso à localidade.

MENOS ACIDENTES

Durante a viagem da nossa equipa de reportagem foi notável o trabalho da Unidade Operativa de Trânsito, afecta ao comando provincial da Polícia Nacional no Kwanza Sul, e todo o aparato montado para evitar os acidentes. Placas reflectoras, cones sinalizadores, panfletos, reflectores, radares de velocidade automobilísticos, garantiram o mais seguro dos Festisumbe já realizados. O esforço valeu a pena dado que o número de acidentes ficou aquém das edições passadas.

As máximas “se beber não conduza e se conduzir não beba”, “mais vale um minuto na vida do que a vida num minuto”, “respeite os sinais de trânsito”, parecem não terem sido esquecidas pelos automobilistas. Por sua vez, no interior da cidade, os agentes de giro e os dois helicópteros que sobrevoavam a cidade garantiram a segurança dos visitantes. Os serviços de emergência médica foram assegurados por cinquenta especialistas de saúde pública — médicos e enfermeiros.

NA HORA DA PARTIDA

Depois de dois dias repletos de animação ninguém gosta do momento da partida. Para escapar ao congestionamento do trânsito muitos forasteiros preferiram ficar no Sumbe mais uma noite. “A partida é a pior parte do festival. Depois de muita diversão e poucas, ou nenhumas, horas de sono, ninguém quer regressar”, disse William Caiaca, de Luanda. Apesar de tudo acrescentou, “prefiro regressar um dia depois, com mais calma e segurança”.
VIAGEM DE REGRESSO

O regresso exigiu precauções redobradas por parte dos condutores. Quem voltou à capital teve de atravessar com êxito, o tristemente célebre Morro do Chingo com uma inclinação a 10 por cento.

Percorridos 63 Km encontra-se a cidade pesqueira de Porto Amboim, local aprazível para uma paragem. Uma outra hipótese surge logo a seguir, no rio Longa, a cerca de 70 km. Este é o local onde muitos viajantes param para saborear a carne de caça e o funge de milho branco feito na altura. Obrigatória é a paragem na Barra do Kuanza — logo após a passagem pela ponte repleta de “quebra-molas” — onde o condutor é forçado a pagar 210 Akz de portagem.

O afunilamento de viaturas em Benfica dá-nos as boas- -vindas ao trânsito caótico de Luanda. Agora sim, o festival terminou de vez. Até ao próximo Festisumbe!
Waldney Oliveira
09:14
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Courtesy of Opais.net
 

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A Bahia é onipresente!
Pátria amada, Bahia!
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é tão familiar ver amendoeiras nas ruas... mas a cidade deixa um pouco a desejar. Gostei da praia.
 
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