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Este thread é para postagem exclusiva dos índices de produção e consumo que demonstram o nível de atividade econômica e seus comentários.

Os primeiros de 2013 indicam uma economia em processo de aquecimento:

Produção de veículos cresce 31,9% em janeiro
Volume ficou 7,7% acima do de dezembro, quando houve corrida para aproveitar redução do IPI

Publicado:
6/02/13 - 11h30
RIO - As montadoras brasileiras começaram o ano com alta de 31,9% na produção, quando comparada ao mesmo período de 2012. No total, o setor fabricou 279,3 mil veículos em janeiro, entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Os números foram divulgados nesta quarta-feira pela Anfavea, a entidade que abriga as montadoras instaladas no país.
O volume ficou 7,7% acima da produção de dezembro, quando o mercado foi estimulado pela corrida dos consumidores às lojas para aproveitar o que seria o último mês de redução máxima nas alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Em meados de dezembro, o governo anunciou a prorrogação de desconto até o primeiro semestre de 2013 da desoneração IPI para automóveis. A alíquota do tributo, porém, voltará a subirá gradualmente ao longo do ano.
Quando se considera apenas os carros de passeio e os utilitários leves, a produção somou 263,5 mil unidades no mês passado, uma alta de 27,1% ante igual período de 2012. Em comparação a dezembro, a produção de carros de passeio e utilitários leves teve alta de 6,3%. A de caminhões e ônibus apresentou alta de 42,7% e 19,5%, respectivamente.
Na mesma base de comparação, a fabricação de caminhões avançou 269,5%, para 12,705 mil unidades, enquanto a de ônibus subiu 189,9%, totalizando 3,122 mil unidades.Segundo o balanço da Anfavea, a ocupação nas montadoras foi de 131,063 mil empregados no mês passado, 0,9% a mais do que em dezembro.Para 2013, a entidade prevê um aumento de 4,5% na produção, para cerca de 3,51 milhões de veículos.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/producao-de-veiculos-cresce-319-em-janeiro-7505346

Movimento em rodovias com pedágio avança 1% em janeiro
08/02/201310h56


O movimento nas estradas com pedágio, medido pelo Índice ABCR de Atividade, avançou 1% em janeiro na comparação com dezembro de 2012 - em dados dessazonalizados. A alta foi puxada pelo aumento expressivo na movimentação de veículos pesados (como caminhões), que avançou 5%. O dado é historicamente relacionado à atividade industrial do país.

Segundo economistas da Tendências Consultoria Integrada, que produz o índice em parceria com a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), os números apontam para um melhor desempenho da atividade industrial em janeiro.

"Parece que teremos resultados um pouco melhores para a indústria, principalmente quando olhamos para o setor automobilístico, no começo deste ano", diz Rafael Bacciotti, economista da Tendências, em texto enviado pela ABCR. Para ele, as importações também explicam o bom desempenho do fluxo de veículos pesados.

Já a movimentação de veículos leves, cujos números são historicamente ligados a índices de compras no varejo, renda e emprego, teve crescimento nulo em janeiro contra o mês imediatamente anterior - com ajuste sazonal. Segundo a Tendências, os números mostram um arrefecimento na renda. No entanto, os números devem mostrar alta nos próximos meses, segundo avaliação de Bacciotti.

"O mercado de trabalho deverá manter em alta os níveis de emprego e renda, a inadimplência tende a cair, trazendo um quadro mais positivo para os leves", afirma Bacciotti.

Em relação a janeiro de 2012, os números mostram crescimento significativo. O índice total nas estradas apresentou elevação de 4,7%. O fluxo de veículos leves cresceu 4,1%, enquanto o fluxo de pesados avançou 6,7%.

(Fábio Pupo | Valor)
Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/valor-online/2013/02/08/movimento-em-rodovias-com-pedagio-avanca-1-em-janeiro.htm

Carga de energia elétrica no sistema nacional sobe 4,9% em janeiro
08/02/201311h31

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RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 8 Fev (Reuters) - A carga de energia elétrica no sistema nacional (SIN) subiu 4,9 por cento em janeiro ante mesmo mês de 2012, para 62.418 megawatts (MW) médios, informou o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no Boletim de Carga Mensal, nesta sexta-feira.

Na comparação com dezembro do ano passado, houve uma queda de 0,6 por cento na carga do sistema.

"O desempenho da carga no mês de janeiro de 2013 pode ser explicado principalmente pela ocorrência de temperaturas amenas para a época do ano, em grande parte, no sub-sistema Sudeste/Centro Oeste, cuja carga tem participação de cerca de 60 por cento do total da carga do SIN", informou o ONS.

O principal aumento na carga na comparação anual ocorreu na região Nordeste, com alta de 8,5 por cento. No Sul, o crescimento foi de 4,3 por cento, no Sudeste/Centro-Oeste subiu 4,8 por cento e no Norte houve queda de 1,3 por cento.

"A redução temporária da carga de energia de grandes consumidores industriais da Rede Básica, dos setores de alumínio, níquel e ferro tiveram influência na taxa de crescimento da carga, tornando-a negativa em relação ao ano anterior", explicou o ONS sobre o desempenho na região Norte.

(Por Rodrigo Viga Gaier e Anna Flávia Rochas)
Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2013/02/08/carga-de-energia-eletrica-no-sistema-nacional-sobe-49-em-janeiro.htm

Desembolsos do BNDES crescem 25% em janeiro, diz presidente


DA REUTERS

Os desembolsos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) em janeiro cresceram cerca de 25% ante 2012, disse o presidente da instituição, Luciano Coutinho, nesta quinta-feira (7).

O forte volume de empréstimos é reflexo do elevado número de consultas e enquadramentos registrados no ano passado, segundo o executivo. Ele ressaltou que os dados de fevereiro mantêm o ritmo de janeiro e apontam para um ano de 2013 "alvissareiro" --de boas notícias.

"O primeiro mês do ano está muito forte e as perspectivas para fevereiro são muito boas. Janeiro e fevereiro são meses menos aquecidos, isso é sazonal, mas neste ano estamos começando com um crescimento em relação ao ano passado", disse Coutinho. "É um crescimento superior a 25%, em torno disso."

Coutinho disse que o BNDES pretende fortalecer sua posição no mercado britânico, podendo aumentar suas atividades. O objetivo, diz, é captar recursos naquele mercado de agora em diante.

"O BNDES naturalmente capta recursos. Temos uma curva de longo prazo. Estamos captando recursos há quatro ou cinco anos no exterior, em moeda estrangeira, e o plano é levantamento de funding com emissão de bonds no mercado", disse o presidente.

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

Ele falou também que o BNDES irá apoiar um programa do governo de estímulo à inovação tecnológica, frisando que o incentivo ao setor é uma das prioridades do banco, mas não revelou valores. "A intenção é mobilizar intensamente o setor empresarial para investir em inovação tecnológica", disse.

Ontem, o banco estatal anunciou um empréstimo de R$ 173,1 milhões à Positivo Informática. A maior parte do repasse será para investir em inovação, pesquisa e desenvolvimento, novos produtos, convergência digital e smartphones.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1227583-desembolsos-do-bndes-crescem-25-em-janeiro-diz-presidente.shtml


Venda de colheitadeiras cresce 60% em janeiro

A primeira feira agrícola do ano, a Coopavel, realizada tradicionalmente em Cascavel (PR), está mostrando nesta semana os efeitos do forte ritmo de crescimento da agricultura nos últimos anos.

"Muito trabalho", assim Mirco Romagnoli, executivo da Case IH, empresa do setor de máquinas e equipamentos agrícolas, resume o que ocorre neste início de ano.

O muito trabalho significa também boas vendas. A indústria de máquinas e equipamentos vendeu 965 colheitadeiras no mês passado, 60% mais do que em janeiro de 2012. No mesmo período, as vendas de tratores subiram para 4.262 unidades, 29% mais do que em 2012.

A Case, que participou com 18% do mercado de colheitadeiras em 2012, inicia o ano com vendas 60% superiores às de janeiro de 2012.

No setor de tratores, a empresa mantém média bem superior à do setor, conseguindo uma evolução de 66% no período de comparação.

Romagnoli diz que a estratégia da empresa de oferecer uma linha completa de produtos, que atende do pequeno ao grande produtor, tem permitido esse avanço.

Não é apenas o setor de grãos que deverá ter bom desempenho neste ano. A produção de colhedoras de cana, que atingiu 1.100 unidades em 2012, deverá ter uma evolução de pelo menos 10% neste ano.

Com 40% do mercado, e perspectivas de chegar a 50%, Romagnoli diz que a empresa se prepara para expansão de vendas ainda melhores em 2014.

Após um período de ressaca, os grandes grupos retomam a expansão, segundo ele. Além disso, é o fim da queima da cana em São Paulo, o que deve gerar vendas de 1.400 a 1.600 colhedoras no próximo ano.

O executivo diz que há uma expansão também das vendas externas, principalmente para a América Latina, onde a Colômbia é o destaque.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/vaivem/1226633-venda-de-colheitadeiras-cresce-60-em-janeiro.shtml

Vendas do comércio têm melhor resultado anual desde agosto de 2008, revela Serasa
05/02/201309h25


SÃO PAULO - As vendas do comércio varejista aumentaram 13,8% em janeiro deste ano, na comparação com o mesmo mês do ano passado. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, divulgado nesta terça-feira (5), este é o melhor resultado, nesta base de comparação, desde agosto de 2008.

Em relação ao mês imediatamente anterior, a atividade aumentou 1,5% em janeiro.

Veículos impulsionam aumento
O aumento de 4,8%, na comparação anual, e de 10,8%, na mensal, nas lojas de veículos, motos e peças influenciou o desempenho positivo da atividade do comércio em janeiro.

De acordo com a Serasa, as promoções realizadas por várias redes de concessionárias com veículos em estoque com IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido, isto é, com alíquotas que vigoraram até o final do ano passado, atraíram os consumidores às lojas especializadas.

No geral, todos os segmentos varejistas apresentaram aumento em janeiro, na comparação anual, com destaque para móveis, eletroeletrônicos e informática (15,6%) e combustíveis e lubrificantes (7,8%). Por outro lado, os setores que apresentaram resultados menos significativos foram os de tecidos, vestuário, calçados e acessórios e de material de construção, que registraram altas de 3,9% e de 6,2%, respectivamente.

Sobre o setor de móveis, eletroeletrônicos e informática, que apresentou alta de 9,7% na comparação mensal, a Serasa Experian explica que as tradicionais liquidações de bens duráveis realizadas pelo comércio, a fim de desovar o estoque dos produtos remanescentes das vendas de final de ano, ajudaram no bom resultado do segmento.

Sobre o índice
O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio é construído, exclusivamente, pelo volume de consultas mensais realizadas por estabelecimentos comerciais à base de dados da Serasa Experian. A amostra é composta de cerca de 6.000 empresas comerciais e o indicador, com início em janeiro de 2000, é segmentado em seis ramos de atividade comercial.
Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/infomoney/2013/02/05/vendas-do-comercio-tem-melhor-resultado-anual-desde-agosto-de-2008-revela-serasa.htm
 

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Uuuufaaaaaaaa. Vai aliviar bastante o subfórum, só faltaria um de política "geral" e um de notícias relevantes internacionais (leia-se fixação brasileira pela Argentina).
 

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Discussion Starter #4
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Outras notícias econômicas continuam sendo postadas normalmente no subfórum, este thread é somente para os indicadores antecedentes, os termômetros da economia real. :eek:kay:
 

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Adorei a ideia e fico feliz que o thread tenha comecado com tantas boas noticias. Finalmente, a economia voltou a acelerar!
 

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Discussion Starter #6
Vamos torcer para que esta tendência se consolide nos próximos meses, os primeiros sinais são muito bons, realmente.
 

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Outras notícias econômicas continuam sendo postadas normalmente no subfórum, este thread é somente para os indicadores antecedentes, os termômetros da economia real. :eek:kay:
Quer dizer então que aqueles quinhentos tópicos que abrem a cada previsão do PIB ou da inflação ainda continuarão poluindo a página principal ? :eek:hno:
 

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Está muito vago então. Dá pra caracterizar bastante coisas como nível de produção/atividade econômica. :S

Mas entendi o objetivo, praticamente séries de indicadores microeconômicos. Os macroeconômicos continuarão a poluir o subfórum.
 

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Discussion Starter #9
Quer dizer então que aqueles quinhentos tópicos que abrem a cada previsão do PIB ou da inflação ainda continuarão poluindo a página principal ? :eek:hno:
Quando são redundantes ou tendenciosos é só não comentar e logo eles saem da primeira página.
 

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Discussion Starter #10
Está muito vago então. Dá pra caracterizar bastante coisas como nível de produção/atividade econômica. :S

Mas entendi o objetivo, praticamente séries de indicadores microeconômicos. Os macroeconômicos continuarão a poluir o subfórum.
Aqui são apenas indicadores e comentários sobre eles, outras notícias econômicas continuam sendo postadas normalmente no subfórum. :)
 

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Gegê do colchão magnético
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Emprego na indústria recua 1,4% em 2012

Último levantamento do IBGE mostra que São Paulo foi o principal impacto negativo para o total da indústria, com queda de 2,6% no acumulado do ano passado

Por Gladys Ferraz Magalhães |9h58 | 08-02-2013 A A A

SÃO PAULO – A taxa de emprego na indústria brasileira teve recuo de 1,4% no acumulado de 2012, em comparação com igual período de 2011, segundo a última análise do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta sexta-feira (8).

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, que também mostrou que no confronto entre dezembro e novembro do ano passado, o emprego industrial mostrou queda de 0,2%, enquanto que na comparação anual (dezembro de 2011 e 2012), houve queda de 1,3%.
Análise regional setorial

No ano passado, na comparação com 2011, houve redução no número de emprego em 12 dos 14 locais pesquisados. O principal impacto negativo sobre o resultado geral foi observado em São Paulo (-2,6%), seguido pela região Nordeste (-2,7%), Rio Grande do Sul (-1,9%), Santa Catarina (-1,1%), Bahia (-2,6%) e Ceará (-2,5%).

Entre dezembro e novembro do ano passado, o emprego industrial mostrou queda de 0,2% (Getty Images)

Em sentido oposto, Paraná (2,2%) e Minas Gerais (0,8%) exerceram as pressões positivas no índice do acumulado do ano.

No que diz respeito aos setores, as contribuições negativas mais relevantes, em 2012 sobre a média nacional, vieram de vestuário (-8,9%), calçados e couro (-6,2%), têxtil (-5,9%), produtos de metal (-3,2%), papel e gráfica (-3,5%), madeira (-8%), outros produtos da indústria de transformação (-2,8%) e metalurgia básica (-3,6%), enquanto os setores de alimentos e bebidas (3,9%), indústrias extrativas (3,8%) e máquinas e equipamentos (1,1%) responderam pelas principais influências positivas.

http://www.infomoney.com.br/negocios/noticia/2676798/emprego-industria-recua-2012
 

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08/02/2013 17h15 - Atualizado em 08/02/2013 17h15
Venda de papelão ondulado sobe 10,3% em janeiro
Reuters



SÃO PAULO, 8 Fev (Reuters) - O volume de papelão ondulado brasileiro vendido, um termômetro da atividade da economia, teve um crescimento de 10,3 por cento em janeiro ante igual mês de 2012, segundo dados preliminares da Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO) nesta sexta-feira.
No mês passado, foram vendidas 273.767 toneladas de papelão ondulado, ante 248.207 toneladas em janeiro de 2012.
Na comparação com dezembro o crescimento foi de 8,3 por cento.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/02/venda-de-papelao-ondulado-sobe-103-em-janeiro.html
 

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Lageano ausente
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Parabéns pelo thread. Irei acompanhar com atenção.

Sempre achei que o melhor termômetro para medir a economia seria a curva anual das vendas de papelão ondulado, e esse aumento em Janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado me deu esperanças de reativação mais acelerada da economia. Um dado preocupante é a inflação específica para esse setor da economia (que pode se acelerar), geralmente com médio valor agregado mas com uma cadeia produtiva muito grande. Mais pedidos de embalagens, significa mais oferta de produtos ao consumo e para uma indústria que teima em não aumentar o parque produtivo pode gerar aumento do preço na fábrica o que é muito ruim, mais do que no varejo que já está bem aquecido.

Ótima notícia.
 

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Discussion Starter #19
Este indicador é importante porque o papelão ondulado atende inúmeros setores, mostra que a retomada é generalizada, e cresceu na margem, em relação ao mês anterior e, anualizado, em relação ao mesmo mês do ano passado, ótimo sinal.
 

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É bom para o moral
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Obrigado Santista, gostei do título para canalizar todos os lamentos sobre a economia :applause:
 
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