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Mameluco sangue azul
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Município vizinho a Ipojuca vem recebendo cada vez mais investimentos de empresas que, em primeiro lugar, tentaram se estabelecer no complexo de Suape. Só uma companhia do setor químico está fazendo um aporte de R$ 40 milhões

Adriana Guarda

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A dificuldade de encontrar terreno em Suape e o processo cada vez mais seletivo de escolha das empresas que vão ocupar uma área no complexo, começa a beneficiar o município de Escada. Localizado a 32 km do porto, o distrito industrial da cidade conta com área e infra-estrutura para receber novos empreendimentos. Até 2009, a estimativa da prefeitura municipal é ter entre dez e 12 empresas funcionando no distrito. Só este ano foram assinados termos de doação de terrenos para cinco indústrias, que somam investimentos da ordem de R$ 58,8 milhões e têm capacidade de abrir 660 postos de trabalho (veja arte)

“Nosso principal diferencial em relação a outros municípios como Cabo e Ipojuca é a disponibilidade de terrenos. Suape está exaurido em termos de espaço e está dando preferência a empresas que usam o porto, com operações de exportação e importação, ou que complementam as cadeias produtivas em implantação”, observa o secretário de Desenvolvimento Econômico de Escada, Fernando Santiago Maciel. Ele diz que tem recebido telefonemas de secretários de Ipojuca repassando empresas que o município não dispõe de local para abrigar.

O gerente-geral de Projetos Estratégicos de Suape, Luciano Albuquerque, diz que além das 81 empresas já instaladas no complexo, existem pelo menos 21 em processo de negociação. A diretoria do porto tem plano de adquirir uma nova área de 2,5 mil hectares para se somar aos 13,5 mil hectares do complexo.

Uma das empresas que tentaram terreno em Suape e acabaram migrando para Escada foi a IPCA Química. Com investimento de R$ 40 milhões, a companhia paulista vai utilizar a nafta que será produzida na refinaria como matéria-prima na fabricação de produtos como solventes, vernizes e colas. A expectativa é começar a construção ainda este ano.

Outra empresa paulista que vai aportar em Escada é a Hydrostec – fabricante de tubos de aço para irrigação e saneamento. Com previsão de inaugurar em novembro, a indústria vai investir R$ 5,5 milhões na unidade fabril e gerar 50 empregos diretos. “Já a Bronzearte (SP) vai fabricar componentes de iluminação para a construção civil, como lâmpadas, reatores eletrônicos e luminárias”, destaca Maciel.

Duas pernambucanas estão no rol das companhias que decidiram pousar em Escada. É o caso da NossaPlast – fabricante de móveis de plástico – e da Nortex (têxtil). Importadora de poliéster da China, a Nortex sempre terceirizou o parque industrial de suas empresas para fabricar suas peças. Agora decidiu investir R$ 3,1 milhões numa unidade própria. “A empresa vai integrar a cadeia de poliéster em implantação em Suape, ficando bem próxima ao porto”, diz Maciel. Com área de 171 hectares, o distrito de Escada conta com apenas 50% de sua capacidade ocupada.

Fonte: Jornal do Commércio.
 

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Bom para Escada, quem sabe ela não integra a Região Metropolitana !
 

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Mameluco sangue azul
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Discussion Starter · #3 ·
^^ Daqui a pouco a RMR vai de Alagoas à Paraíba... :lol:
 

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eu nao tava sabendo que escada tambem tava sendo beneficiada diretamente com os investimentos de suape!

e se for mais uma cidade para a RMR será excelente!
 
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