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Desde os últimos dias de maio tem chovido bem em Fortaleza. Principalmente aquela chuva da madrugada que, ás vezes, tem sido volumosa e companhada de ventos fortes. Assim, meus vasos estão sempre úmidos... estou há duas semanas sem regar as plantas.

Domingo (07/06) foi um dia impressionante. Chuva fraca mas constante ao longo de toda a manhã. O sol não saiu nesse dia.

Segue um registro dessa tarde de domingo, quando nuvens carregadas se moviam rapidamente pelo céu. Ao fundo os prédios da Messejana, região Sul de Fortaleza.

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Aqui aparecem as serras de Pacatuba e Maranguape.
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Onda de leste avancando pelo interior e ultrapassando o oeste pernambucano.

O dia está sendo nublado aqui, com chuva fraca desde o meio dia.

Evento normal para a época. A previsão de chuva forte com trovoadas pra hoje dificilmente se concretizará.
 

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Marinha emite alerta de mau tempo para o litoral baiano nos próximos dias
De acordo com o órgão, os ventos de até 60km/h poderão ocasionar ondas de até 3 metros de altura


Foto: Max Haack

Foto: Max Haack

A Marinha do Brasil emitiu, nesta segunda-feira (15), um alerta de mau tempo para a costa litorânea da Bahia. De acordo com o comunicado, uma frente fria chegará na região entre os dias 16 e 18 de junho.
A passagem da frente fria pelo sudoeste do Brasil junto com a intensificação do gradiente de pressão na periferia do sistema de alta pressão, poderão provocar ventos com intensidade de até 60 km/h na faixa litorânea dos estados do Rio de Janeiro, Espirito Santo e Bahia, na região de Caravelas.
Esses ventos associados aos sistemas meteorológicos citados acima podem ocasionar agitação marítima com ondas, em alto mar, entre 3 e 4,5 metros de altura.
Além disso, há condições da ocorrência de ressaca com ondas de direção Sudeste a Leste, entre 2,5 e 3 metros de altura, na faixa litorânea dos estados da Bahia, entre o norte de Porto Seguro, Sergipe, Alagoas Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.
A Marinha recomenda que os praticantes de esportes náuticos em geral, as embarcações de esporte e recreio e de pesca não naveguem durante esse período. Além disso, o órgão pede que as agências e condutores de embarcações de transportes marítimos de pessoal avaliem criteriosamente a conveniência de interrupção do serviço.


 

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ENSO segue afundando, com anomalias negativas superando -3oC em algumas areas.

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Chama atencao essa area de temperaturas negativas proximas ao NE cada vez maior. Se continuar assim, sairemos de um 1985 direto pra um 2007 em 2021.

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Acho que o SkyJeff escreveu certo mesmo, o nosso período chuvoso é influenciado pelo Atlântico também, então mesmo em alguns anos de La Niña podem ser de pouca chuva na região, apesar que 2007 não foi tão ruim, mas longe de ter sido bom também.

1985 é considerado um dos anos mais chuvosos da história no sertão, em Mossoró foram mais de 2000 mm e a maior cheia da história da cidade.
 

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Acho que você quis dizer sairemos de 2007 para 1985, né SkyJeff? 2007 foi ano de La Niña.

É possível La Niña com poucas chuvas devido a esse esfriamento também no Atlântico?
É possível sim. Esse episódio de La Nina em 2007 foi um dos mais fortes e mesmo assim as chuvas ficaram dentro ou abaixo do media por causa do atlantico resfriado. ''Na media'' significa irregularidade. Por aqui choveu bem em fevereiro e abril, e pouco nos demais meses. No setor leste do estado, apenas junho se destacou (mas choveu muito e o ano terminou dentro da normalidade por causa disso). Ex. NATAL: 1755 mm com junho / 1200 sem.

Os principais fatores que determinam a aproximação da ZCIT sao: 1 - La Nina no Pacifico (mesmo com atlantico neutro); 2 - águas aquecidas abaixo da linha do Equador no Atlantico.

Aguas aquecidas acima da linha do equador e resfriadas abaixo dela são o pior cenário para o Atlantico, e compensam negativamente os efeitos positivos da La NIna. De qualquer forma, isso nao e muito comum, porque anos de La Nina estao correlacionados de alguma forma a um dipolo negativo no Atlantico (norte resfriado, sul aquecido).

Hoje minima de 19oC por aqui.
 

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Disturbio ondulatorio de leste se aproximando do RN e PB. Espero que sobre alguma coisa pra ca.

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To ansioso mesmo e pra novembro e dezembro, que todos os modelos concordam em meses chuvosos. Pra 2021 as saídas permanecem muito irregulares. Quem vai definir o resultado disso é atlantico, mas ainda temos a climatologia a nosso favor. Ciclicamente, um ano chuvoso como 2020 geralmente e seguido por outro igual ou melhor, pesando ainda a longa sequencia de anos secos que tivemos.
 

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Mais chuva na costa leste do Nordeste


A região Nordeste do Brasil vem sendo uma das mais privilegiadas com a chuva no ano de 2020. o outono está terminando com a característica típica do Nordeste desta época do ano: muita chuva na costa leste da região.


O inverno de 2020 começa neste sábado 20 de junho, às 18:44, horário de Brasília, e a costa leste do Nordeste ainda terá bastante chuva durante o mês de julho e em parte de agosto.


Áreas de instabilidade se espalham pela costa leste do Nordeste do Brasil e a chuva aumenta novamente nesta sexta-feira na região.
A última sexta-feira do outono é com muita nebulosidade e chuva em todo o leste do Nordeste. O tempo fica chuvoso no litoral da Bahia e também entre Pernambuco e a Paraíba

Pancadas de chuva com raios podem acontecer a qualquer hora entre o litoral do Ceará e do Maranhão.
As outras do Nordeste ficam sem chuva, apesar do aumento da nebulosidade sobre o sertão.





Foto de Flavio Santos: Barra da Estiva (BA)



Mar agitado

Além da Chuva, o mar fica bastante agitado na costa leste do Nordeste. A Marinha do Brasil mantém alerta para ressaca entre Porto Seguro, no sul da Bahia, até o Rio Grande do Norte.

Durante o primeiro fim de semana do inverno, o sol e tempo seco vão predominar sobre o Nordeste. Porém, as pancadas de chuva na costa leste vão continuar no sábado e também no domingo. Mas as áreas de instabilidade enfraquecem e o risco de chuva intensa diminui.

 

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O fórum tá devagar. A chuva cai no litoral. Recife com a chuva que caiu boa parte do Domingo fez a média do mês ser alcançada
 

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Chuvas devem oscilar entre o normal e acima da média nos próximos três meses
BAHIA



Em conjunto com os Centros Estaduais de Meteorologia do Nordeste, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) divulgou um prognóstico de tendência climática para o Nordeste brasileiro, visando os meses de julho, agosto e setembro de 2020, construído durante uma reunião virtual. Este trimestre faz parte do final do período mais chuvoso em grande parte da faixa leste do Nordeste brasileiro (abrangendo as regiões da zona da mata e agreste desde o leste do estado do Rio Grande do Norte até o Recôncavo baiano), onde os valores médios históricos variam entre 300 mm e valores acima de 500 mm.

Coordenada pela Diretoria de Recursos Hídricos e Monitoramento Ambiental (DIRAM) do Inema, na reunião de análise das condições atmosféricas e oceânicas para o setor Leste do Nordeste do Brasil (NEB), técnicos dos centros de meteorologia de todos os estados do Nordeste, bem como do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/ INPE) e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), avaliaram que os modelos de previsão climática sazonal indicam a persistência da situação de neutralidade do fenômeno ENOS (El Niño -Oscilação Sul) na região equatorial do Oceano Pacífico no decorrer do trimestre, enquanto no Oceano Atlântico, junto à costa do NEB, a Temperatura da Superfície do Mar (TSM) deve permanecer acima da normalidade.

“Segundo analisado, no início deste período ainda podem ocorrer Distúrbios Ondulatórios de Leste (DOL), porém em menor frequência, mesmo com a previsão de águas oceânicas mais quentes que o normal adjacente à costa leste da Região Nordeste. No entanto, permanece a possibilidade de um escoamento em baixos níveis mais intenso, favorecendo a formação de nebulosidade estratiforme entre o Rio Grande do Norte e o leste da Bahia, nos meses subsequentes”, avalia a coordenadora de Estudos de Clima e Projeto Especiais (COCEP), do Inema, Greice Ximena Oliveira.

Os modelos de previsão climática sazonal de precipitação, bem como a análise das condições oceânicas e atmosféricas observadas em maio de 2020, indicam maior probabilidade de chuva dentro da normalidade no Rio Grande do Norte.

Já para a faixa que vai do leste da Paraíba ao Recôncavo baiano, a previsão indica totais pluviométricos que podem variar de normal a acima da faixa normal climatológica. Ainda podem ocorrer episódios de chuvas extremas nos meses de julho e agosto, os quais compreendem o final do período mais chuvoso ao longo da costa leste da Região Nordeste. As demais áreas encontram-se dentro do período normal de estiagem.

Em relação às temperaturas, estas deverão ficar em torno da normal climatológica em toda a Região Nordeste ao longo destes três meses.

Comportamento das chuvas no mês de junho – Ao longo do mês de junho, as chuvas se concentraram na faixa leste do NEB, além do noroeste do estado do Maranhão, distribuição espacial típica deste período. Quando comparado à climatologia, os volumes de precipitação ficaram acima da média em grande parte da zona da mata e agreste do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, e em pontos isolados do sertão destes mesmos estados. Por outro lado, no norte do Maranhão e em uma área entre o Sergipe e o Recôncavo baiano foram observadas anomalias negativas de precipitação. Já no restante da região Nordeste, que se encontra fora do seu período chuvoso, estes volumes ficaram próximos à normalidade.

Participaram do projeto técnicos dos Centros Estaduais de Meteorologia do Nordeste (LABMET/NUGEO/UEMA/MA, SEMAR/PI, FUNCEME, EMPARN/RN, AESA/PB, APAC/PE, SEMARH/AL e SEDURBS/SE), do INMET e CPTEC/INPE, além de outros colaboradores regionais.

 

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Salvador teve 1º semestre mais chuvoso em 36 anos, diz diretor-geral da Codesal

Salvador registrou em 2020 o primeiro semestre mais chuvoso em 36 anos. É o que informa o diretor-geral da Defesa Civil de Salvador (Codesal), Sosthenes Macêdo. Em entrevista ao BNews realizada no início da tarde da última sexta-feira (3), ele conversou sobre o índice de chuvas verificado em Salvador nos primeiros seis meses deste ano e fez um balanço das ações do município na última “Operação Chuva”, cujo decreto foi assinado pelo prefeito ACM Neto (DEM) em março.
“Nosso monitoramento apontou que tivemos um acumulado entre junho e março de 1540,8 mm, que superou em mais de 56% a média esperada para o período”, afirmou. Macêdo complementa que dentro deste semestre, abril acabou despontando como o mês que registrou mais chuvoso em 14 anos.
Dados reunidos pela Codesal apontam também que esse foi o mês mais chuvoso dos últimos seis, registrando um índice pluviométrico de 545,5 mm. Na sequencia, despontam os meses de maio, março e junho – com 454,2 mm, 271,1 mm e 270 mm, respectivamente. Sob a coordenação geral da Secretaria de Sustentabilidade, Inovação e Resiliência (Secis) e coordenação executiva da Codesal, a iniciativa envolve diversos órgãos dentro do Sistema Municipal de Defesa Civil.
O objetivo central da ação é preparar a capital baiana para enfrentar o período tradicionalmente mais chuvoso do ano, verificado entre março a junho. “Esse ano batemos todos os recordes. Foram mais de 10 mil vistorias realizadas no período da operação chuva entre março e junho. Isso mostra que nossa comunicação com a população vem funcionando. A população vem entendendo a necessidade de chamar a codesal para fazer a vistoria e afastar o risco às suas vidas”, avaliou.
Macêdo destaca que as vistorias, atendimentos, foram realizados em plena pandemia do novo coronavírus, garantindo a segurança dos profissionais envolvidos. Ele conta que adaptações foram realizadas nas viaturas do órgão possibilitando que os membros das equipes lavassem as mãos com água e sabão – além do uso de álcool gel e máscara. Além disso, a Codesal também promoveu a entrega de máscara e água sanitária em comunidades de Salvador.
“Graças ao bom Deus deu tudo certo. As áreas de risco da cidade passou por problemas, mas as vidas foram salvas, de forma que todas as localidades em que acionamos sirenes não houve registro de vítimas fatais”, concluiu. Atualmente, a Codesal conta com 52 pluviômetros instalados pela capital baiana, e essa estrutura permita ao município monitorar com maior precisão onde está chovendo e em que intensidade.


 

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Devido ao aumento de nebulosidade e chuva até em alguns periodos Recife não bateu recorde de mínima do ano. Deu 18° essa semana.
A média de chuva ficou levemente abaixo da média em boa parte da RMR e na média na zona da mata e agreste, mas é importante frizar que ao invés de ter sido chuva frequente, foram eventos de chuva forte que fizeram com que a média não ficasse muito abaixo. Normalmente temos chuvas durante todo o periodo e que vão adicionando na média e junto delas, essas chuvas extremas.
A situação dos reservatórios continua não comfortável. Apenas o reservatório que sempre verte, Piraparama, esta vertendo. Os outros que são importantes para abastecimento da RMR estão com menos de 50%.
 
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