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Subway and train Forever!
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12/11/2010 - Revista Ferroviária

“O padrão de excelência e qualidade atingido pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) se deve à iniciativa de investir em modernização da malha como um todo e não em um ou outro ponto específico”, resume Sérgio Avelleda, diretor presidente da CPTM, que mostrou pontos importantes de modernização nas Linhas da companhia durante o painel “Planos de Negócios das Operadoras Metropolitanas”, realizado nesta quinta-feira (11/11) no Seminário Negócios nos Trilhos, que aconteceu em São Paulo.

Segundo Avelleda, a CPTM adquiriu cerca de 100 veículos novos foram, dotados da mais avançada tecnologia, que permite diminuir o intervalo entre os trens. “Em 2007, o intervalo dos carros era de 20 minutos, hoje é de apenas 10 e em horários de pico chegamos a sete minutos, mas a meta é reduzir o tempo para cinco minutos.
Epaminondas Duarte, assistente da diretoria do Metrô de São Paulo, enfatizou as inovações tecnológicas da Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, que deve ser usada como exemplo para a modernização da malha antiga e construção de nova. A linha tem monitoramento remoto podendo trafegar sem a necessidade da presença do condutor, devido à moderna sinalização ao longo dos trilhos.

Para Epaminondas, o uso de esteiras rolantes nas integrações da Linha 4 é necessária, pois a distância a ser percorrida não é curta e, também, pode ser usada como um instrumento de controle do fluxo de passageiros. Chamada de “linha da integração”, ela se conectará à Linha 1-Azul, a 2-Verde, a 3-Vermelha e 9-Esmeralda (da CPTM), com isso, a previsão é de transportar 900 mil passageiros por dia.
Já Fortaleza está recuperando trechos de malha, antes usados apenas no transporte de cargas, e instalando novas linhas para o transporte de passageiros. A primeira linha nacional de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) em funcionamento no Brasil foi implantada em dezembro 2009 na região do Cariri e liga às cidades de Crato a Juazeiro do Norte. As características da região foram levadas em conta na construção das estações, por exemplo, foram usadas telhas e ventilação especiais para driblar o calor da região.
“O mais importante nas nossas obras é a utilização de produtos fabricados pela indústria nacional, desde os VLTs produzidos pela indústria cearense Bom Sinal até equipamentos instalados nas estações. Com isso, conseguimos fomentar o nosso mercado”, afirma Rômulo dos Santos Fortes, diretor presidente da Metrofor (Companhia Cearense de Transporte Metropolitano).
 
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