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Expansão São Paulo
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A média de quilômetros rodados por falha, registrada em toda a frota de janeiro a março de 2005, foi de 3.538 km contra 2.992 km no primeiro trimestre do ano passado. Um aumento de 18,25%.



Isso significa que as composições da CPTM estão rodando 546 km a mais, em média, sem apresentar problemas técnicos que possam tirar o trem de circulação.



O índice internacional que mede a "confiabilidade" dos trens é o MKBF (Mean Kilometer Between Failure), sigla em inglês equivalente à quilometragem média rodada entre falhas ou avarias. Os trens mais "confiáveis" contribuem para que os intervalos também continuem cada vez mais regulares, o que já vem acontecendo na CPTM nos últimos anos. Em 2005, o índice de intervalos realizados em relação aos programados está em 91%, contra 90,6%, do ano passado e 89,5% em 2003.



Para se ter uma idéia, o último mês de fevereiro registrou um MKBF de 3.956 Km, número acima da média do trimestre (3.538) e 38,86% superior a fevereiro de 2004, com 2.849 Km por falhas. As composições das linhas A (Luz-Francisco Morato) e D (Luz-Rio Grande da Serra) apresentaram a maior evolução do MKBF: 4.045 Km rodados por avaria no trimestre, contra 2.951 Km por falha de janeiro a março de 2004 - acréscimo de 37,06%.



Com o melhor índice entre os pares de linha estão os trens das linhas B (Julio Prestes-Itapevi) e C (Osasco-Jurubatuba): 4.255 Km por falha em 2005, 33,64% a mais que os 3.184 km por problema apresentado nos três primeiros em 2004.



A CPTM possui uma frota de 349 trens, distribuídos em 11 séries (modelos) diferentes. Para alcançar esses resultados positivos, a Gerência de Manutenção do Material Rodante (GOR), da CPTM, desenvolve o programa "Trem Disponível e Confiável", que estabelece mais de 20 ações para melhoria da manutenção da frota.



Os altos índices de MKBF registrados nos últimos meses já são frutos desse trabalho, que teve início em 2002 e se tornou mais intenso desde abril de 2004, quando foi criado o "Plano de Gestão por Processos da GOR", que prioriza, justamente, o aumento de trens disponíveis, com foco em equipamentos mais confiáveis e na segurança do tráfego
 
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