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Vale construirá queimador de fumaça para reduzir poluição

O diretor do Departamento de Tecnologia e Assistência Técnica em Ferrosos da Vale, Pedro Gutemberg, informou ontem que em até 30 dias terá início a construção do primeiro queimador de fumaça na Fazenda Monte Líbano, em Açailândia, uma das 11 unidades produtoras de carvão vegetal da empresa no estado que abastecem a usina de gusa em Marabá, no Pará. Inicialmente, a empresa está investindo R$ 500 mil na construção de nove queimadores na fazenda, onde há 71 fornos retangulares, que produzem mensalmente 4 mil toneladas de carvão vegetal.
Segundo Pedro Gutemberg, a Vale desenvolve processos contínuos que permitem, na produção de carvão, gerar o mínimo possível de impacto ao meio ambiente. A tecnologia do queimador de fumaça é inédita nas regiões Norte e Nordeste do país. “Com a instalação dos equipamentos, os fornos irão operar com significativa redução na emissão de fumaça, que deve chegar a 90%”, explica.
Nas 11 unidades de produção de carvão vegetal, a Vale utiliza somente madeira de reflorestamento. A área tem 34 mil hectares plantados, com 38 milhões de árvores de eucaliptos. Além disso, são preservados 38 mil hectares de reserva legal no estado.

A base florestal de eucalipto da Vale no Maranhão abrange os municípios de Imperatriz, Açailândia, São Francisco do Brejão, Buritirana, Governador Edison Lobão, Cidelândia, Vila Nova dos Martírios e São Pedro da Água Branca.

No município de Cidelândia, (Fazenda Boa Fé) a empresa tem um viveiro com capacidade para produzir 20 milhões de toneladas de mudas de eucalipto por ano.”Nas atividades florestais e de produção de carvão, a Vale emprega 2.200 pessoas nesses municípios”, assegura Pedro Gutemberg.


Empregos

Por conta da necessidade de transporte da madeira para as unidades de produção de carvão e por conseqüência deste insumo para a usina de ferro-gusa, cerca de 200 empregos diretos e terceirizados são gerados no Maranhão com a manutenção de estradas.
Essas pessoas prestam serviços nos 696 km de estradas florestais construídas pela Vale, as quais demandaram investimentos da ordem de US$ 13, 8 milhões. “Só na estrada Carne de Sol, trecho público entre os estados do Maranhão e Pará, a Vale gasta US$ 250 mil com manutenção”, observa Pedro Gutemberg.


Produção

Para a produção anual de 350 mil toneladas de ferro-gusa na usina de Marabá, a Vale utiliza 240 mil toneladas de carvão vegetal, além de cerca de 25 mil toneladas de fino carvão (esse aproveitamento contribui para a redução no corte de floresta).
A utilização de finos de carvão e minério de ferro por meio aglomeração é uma nova tecnologia que a Vale está desenvolvendo no processo produtivo de ferro-gusa, que além de viável do ponto de vista econômico, evitará o corte de 10 a 15 mil hectares de florestas por ano. O projeto de briquetagem de finos, porém, depende de licenciamento ambiental.

Toda a produção de gusa da usina, uma das mais modernas do distrito industrial de Marabá, instalada em outubro de 2005 equipada com dois mini alto-fornos de 250 m³, é exportada para o mercado norte-americano.
 

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Queimador de fumaça.Vivendo e aprendendo.
 
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