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O Prof Godin
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Discussion Starter #1 (Edited)
…Milfontes é um paraíso…omeço com umas aéreas retiradas do:
http://photobucket.com/images/Vila Nova de Milfontes/



Vila Nova de Milfontes é uma freguesia portuguesa do concelho de Odemira, com 75,88 km² de área e 4 258 habitantes (2001). Densidade: 56,1 hab/km².

Foi sede de concelho entre 1486 e 1836. Era constituído pelas freguesias da vila e do Cercal. Tinha, em 1801, 1 559 habitantes. Em 1836 foi integrado no concelho do Cercal, tendo passado a Odemira somente em 1855.

Património


* Forte de São Clemente ou Castelo de Vila Nova de Milfontes
* Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina

(wikipedia)


Rotunda Mirador



Porto de Pesca

 

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Αλέξανδρ&#
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tem sim sr :yes: actualmente enche mto mas a uns anitos era uma paz passar ali um tempinho de praia...
 

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O Prof Godin
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Discussion Starter #4 (Edited)
Iconografia









 

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Discussion Starter #5
Fotografia História



anos 40



anos 30





XIX-XX





 

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Discussion Starter #6
Vistas Gerais

Old







Actuais























…continua…
 

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Discussion Starter #9
Refs Fotos e textos

…extraido de, António Martins Quaresma, "O turismo no litoral alentejano – do início aos anos 60 do século XX. O Exemplo de Milfontes",in, © Milfontes.net – Ano 2003

39
Origem das ilustrações
1 GEORGE LANDMANN, Historical, Military and Picturesque Observations on Portugal, II vol.
(Military and Picturesque Observations on Portugal), Londres, T. Cadell and W. Davies, 1818, entre pp.
144 e 145.
Capa, 2, 3, 5 e 7 Ilustração Portuguesa, II série, n.º 404, 17 de Novembro de 1913, pp. 586 e 587.
4 ÁUREA PAES FALCÃO, Pequena Monografia do Concelho de Odemira, 1943, dactilografado,
inédito (cópia cedida por Raul Almeida), p. 38, foto Penha de Almeida.
8 Postal cedido por D. Rosária de Jesus.
9, 10 e 12 Cedidas por D. Maria Augusta Baptista Brás.
13 Cedida por José Maria dos Santos.
14 Do Arquivo Fotográfico do Diário de Notícias.
15 Cedida por Comandante Joaquim Cabeçadas Silva Reis.
6 e 11 Origem desconhecida (cópias do arquivo pessoal do autor).
16 Cedida pelo arq.º Luís Soveral Varella.
17 e 18 Cedidas por Sérgio da Silva Marques

ver também, António Martins Quaresma "RIO MIRA MOINHOS DE MARÉ", in, WWW.MILFONTES.NET, MILFONTES, 2001
 

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Discussion Starter #10
Moinhos de Marés

Este não é moinho



Moinhos


Moinho da Asneira, hoje transformado num pequeno resort




Planta de Localização de Moinhos




Sistema Construtivo



 

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Discussion Starter #11
Plantas Google






…continua…
 

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Discussion Starter #13
Forte de Milfontes / Castelo de Milfontes / Forte de São Clemente

Forte de Milfontes / Castelo de Milfontes / Forte de São Clemente

IPA
Monumento

Nº IPA
PT040211110002

Designação
Forte de Milfontes / Castelo de Milfontes / Forte de São Clemente

Localização
Beja, Odemira, Vila Nova de Milfontes

Acesso
Junto ao estuário do Mira, a cerca de 1,5 Km da barra

Protecção
IIP, Dec. nº 95/78, DR 210 de 12 Setembro 1978. Incluído no PDM de Odemira, Resolução nº 114/2000, DR 196 de 25 de Agosto de 2000

Enquadramento
Urbano, outeiro, borda d'água. Inserido na povoação, está implantado na vertente sul de pequeno outeiro, a pique sobre o rio Mira.

Descrição
Planta poligonal irregular. Cobertura em terraço e em telhado; guarita cilíndrica no ângulo NE., cubelo ameado assente no terraço do lado N.. Muralha em talude, rematada a N. e E. por canhoneiras, rodeada do mesmo lado por fosso, cruzado por ponte levadiça que conduz à porta de acesso, em arco redondo, com pedra de armas, no pano E.. Os panos O. e S. são rasgados por vãos de verga redonda. No interior os alçados do edifício de habitação, de 2 pisos, abrem para o pátio que deita sobre o rio.

Descrição Complementar
Não definido

Utilização Inicial
Militar

Utilização Actual
Turística (Turismo de habitação)

Propriedade
Privada: pessoa singular

Afectação
Não definido

Época Construção
Idade Moderna

Arquitecto | Construtor | Autor
Alexandre Massay (documentada)

Cronologia
1598 - Alexandre Massay é encarregado pelo Conselho de Guerra do reconhecimento da foz do Mira e do estudo da sua defesa contra os ataques constantes de que era alvo pelos corsários magrebinos. 1599 / 1602 - construção do forte. 1621 - o forte necessitava de reparação; estava artilhado com 5 peças de artilharia, arcabuzes e mosquetes, mas sem munições nem guarnição. Estava então entregue a Diogo Fernandes, um rico homem da vila. 1693 - conclusão das reparações. A praça tinha 2 companhias de soldados. 1906 - o forte é vendido em hasta pública. 1931 - a Junta de Freguesia delibera a expropriação e a demolição, que não acontece por falta de dinheiro. 1937 - novo pedido de demolição, contrariado pela DGEMN. 1939 - compra, seguida de restauro, por Luís Manuel de Castro e Almeida.

Tipologia
Arquitectura militar, fortaleza, maneirismo, romântica. Antes das alterações a fortaleza, mostrava planta poligonal, com muralha em talude, rematado por canhoneiras, 2 baluartes triangulares salientes nos cantos NO. e SO., a que correspondiam 2 plataformas em níveis diferentes, separadas por casamatas, casas do governador, armazéns e capela. Os panos N. e E. eram rodeados por fosso, defendido por 2 terraços com revelins triangulares salientes. Fortaleza maneirista de tipo abaluartado adaptada a residência; ambiente romântico criado pela construção de um cubelo medieval ameado na cobertura e pelo revestimento a hera das fachadas N. e E..

Características Particulares
A fortaleza estava integrada no plano de defesa da costa a S. do Sado. O projecto do forte do Pessegueiro, do mesmo arquitecto, não chegou a ser concluído, subsistindo os problemas de protecção da costa e das embarcações.

Dados Técnicos
Não definido

Materiais
Cantaria, alvenaria de pedra e tijolo, telha cerâmica, tijoleira, madeira, vidro

Bibliografia
ALMEIDA, J., Roteiro Monumentos Militares Portugueses, vol. III, Lisboa, 1948; CALIXTO, Carlos Pereira, O Forte de S. Clemente de Vila Nova de Milfontes, in O Dia, 6 Setembro de 1979; QUARESMA, António Martins, Apontamentos Históricos sobre Vila Nova de Milfontes, Odemira, 1988; GUEDES, Lívio da Costa, Aspectos do Reino do Algarve nos séculos XVI e XVII - A "Descripção" de Alexandre Massaii (1621), in Boletim do Arquivo Histórico Militar, Lisboa, 1988.

Documentação Gráfica
DGEMN: DSID

Documentação Fotográfica
DGEMN: DSID

Documentação Administrativa
DGEMN: DSID

Intervenção Realizada
Propiretário: 1939 / 1944 - efectuados restauros (obras fiscalizadas por Florindo Pereira Albuquerque e executadas pelo mestre João Damásio, segundo lápide em azulejo no interior do castelo).

Observações
A adaptação a residência e posterior utilização como pousada pode ser considerada como uma iniciativa pioneira no campo do turismo de habitação.

Autor e Data
Isabel Mendonça 1994

Actualização
Não definido
 

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Moinho de Maré Asneira / Moinho de Maré do Freixial

Moinho de Maré Asneira / Moinho de Maré do Freixial



IPA
Monumento

Nº IPA
PT

Designação
Moinho de Maré Asneira / Moinho de Maré do Freixial

Localização
Beja, Odemira, Vila Nova de Milfontes

Acesso
Complexo Turístico do Moinho da Asneira, acesso por caminho de terra batida a partir do lugar das Brunheiras.

Protecção
Inexistente

Enquadramento
Rural, isolado, ribeirinho, na margem direita do vale onde corre o rio Mira, numa zona de sapal, assente sobre o muro que delimita a caldeira que se desenvolve para N.; a O. as edificações do complexo turístico, de 1 e 2 pisos. Para N. fica o Moinho do Bate-Pé (v. ).

Descrição
Planta longitudinal, rectangular, simples e regular. Massa simples disposta na horizontal com coberta homogénea em telhado de duas águas. Fachada S. de um só pano rematado superiormente por beirado; ao centro rasga-se pequena janela; inferiormente três contrafortes rampeados, em alvenaria pétrea argamassada; entre eles rasgam-se 2 caboucos, em arco alteado; à direita desenvolve-se o muro da caldeira e à esquerda a comporta, encimada por passadiço de madeira que liga ao outro troço do muro da caldeira. Fachada O. de um só pano rematado superiormente em empena, rasgado por porta a que se acede por passadiço de madeira que transpõe a comporta. Fachada N. cega, rematada superiormente por beirado. Fachada E. de um só pano rematado superiormente por empena, rasgado por porta entaipada, tendo à esquerda um poial. INTERIOR: espaço único, com cobertura em tecto de duas águas com estrutura de madeira e forro de canas, apoiada em asna central; pavimento lageado com fragmentos de mós; pequena janela virada a S. e porta virada a O.; do sistema de moagem subsiste apenas um casal de mós, cujo mecanismo motriz foi desmantelado.

Descrição Complementar
Não definido

Utilização Inicial
Industrial: moinho de maré

Utilização Actual
Turística: bar

Propriedade
Privada: pessoa singular

Afectação
Sem afectação

Época Construção
Séc. 17

Arquitecto | Construtor | Autor
Desconhecido

Cronologia
1488 - remontam a esta data os mais antigos registos que se conservam, relativos aos moinhos deste rio; por eles é possível verificar a permanência desta tipologia e do modelo económico em que se inseria, sendo o moleiro pago com uma percentagem do cereal moído; 1950, década de - adquirido por António Domingos dos Santos (vulgo António Casa-Branca), que foi o seu último moleiro, ao lavrador da Samoqueira por 22 contos; foi então profundamente recuperado pois estava em muito mau estado; 1960, década de - deixa de laborar regularmente; 1970, década de - fim definitivo da laboração, tendo sido vendido e convertido em parte integrante de um complexo turístico; 1980, década de - desmantelamento da maquinaria de moagem e adaptação a bar.

Tipologia
Arquitectura civil, popular, vernácula. Moinho de maré, onde é bem visível a austeridade e funcionalidade que caracterizam a arquitectura popular do Alentejo, despojada de qualquer elemento decorativo sobressai a força do volume caiado, rigorosamente pontuado pelos vãos e alicerçado fortemente no sapal com três sólidos contrafortes.

Características Particulares
Moinho de maré característico do rio Mira, onde é visível pela pequena escala a dimensão da economia em que se inseria, onde até meados do séc. 20 dominava uma economia de subsistência baseada na troca directa e onde o dinheiro pouco corria. O presente exemplo é aquele que se encontra em melhor estado de conservação dos poucos exemplares que chegaram aos nossos dias, apesar de já ter sido amputado da sua maquinaria.

Dados Técnicos
Paredes autoportantes

Materiais
Paredes de alvenaria de pedra e cal, rebocadas e caiadas, telhado de telha de canudo assente em estrutura de madeira com forro de canas, pavimento lajeado com fragmentos de mós, porta e caixilharia de madeira.

Bibliografia
QUARESMA, António Martins, Rio Mira, Moinhos de Maré, Aljezur, 2000.

Documentação Gráfica
DGEMN: DSID

Documentação Fotográfica
DGEMN: DSID

Documentação Administrativa
Não definido

Intervenção Realizada
Não definido

Observações
Não definido

Autor e Data
Ricardo Pereira 2001

Actualização
Não definido
 

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Vila-a-Dentro















 

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Zambujeira do Mar



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La Vie au Grand Air








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