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Obras de nove milhões na cidade

O centro da cidade de Viseu vai entrar em obras. "Será o início de um ciclo enorme de intervenções no espaço urbano", sublinha o presidente da autarquia. Os trabalhos podem arrancar ainda este mês.

É uma mão cheia de obras. Quase todas de reabilitação. Desde edifícios na zona histórica de Viseu, propriedade da autarquia, à requalificação e pavimentação de ruas, intervenções em bairros sociais, em zonas verdes, e alterações na circulação do trânsito, à instalação de espaços museológicos, às obras no Rossio e na Avenida Alberto Sampaio, entre outras. Tudo no miolo da cidade.

O pacote, anunciado, ontem, por Fernando Ruas, presidente da Câmara de Viseu, faz parte da candidatura de regeneração urbana, aprovada no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), no valor de 9,2 milhões de euros. O estado comparticipa com 70 por cento, a autarquia suporta o resto.

"Será o início de um ciclo enorme de intervenções", disse o autarca, que puxou dos galões e revelou estudos que atribuem "nota máxima" a Viseu em matéria de capacidade de iniciativa municipal e gestão urbana.

As obras de reabilitação de várias casas na zona histórica, património da autarquia, vão custar quase 1,3 milhões de euros. E a reabilitação do Rossio, 750 mil euros. Destaque aqui para o pavimento da praça, que vai ficar ao nível das ruas que a circundam. "As passadeiras serão feitas de um material que os invisuais saberão distinguir", enfatizou Ruas.

A Avenida Alberto Sampaio terá só um sentido (ascendente), "libertando mais espaços para estacionamentos e zonas pedonais", sublinhou o autarca.

Haverá obras de pavimentação nas circulares. O auditório Mirita Casimiro será melhorado, o antigo matadouro requalificado e entregue depois ao Orfeão de Viseu, dois novos espaços museológicos protocolados com a Santa Casa da Misericórdia e a diocese de Viseu.
 

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Altarrão
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Fico perplexo quanto à requalificação do Rossio. Não estou nada a imaginar como é que isto vai ficar.

Esclareçam a minha vergonhosa dúvida: a Alberto Sampaio é a avenida que vai do Rossio até aos bombeiros municipais, não é?
 

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:D

A oferta hoteleira de luxo não pára de crescer no distrito de Viseu. Ao todo, são seis hotéis de cinco estrelas (três já abertos e três a abrir) que fazem do distrito o quarto do país com mais unidades de topo, logo depois de Lisboa, Porto e Faro.

Três hotéis abertos (Montebelo Palácio dos Melos e Aquapura), dois na calha para abrir (Pousada de Viseu e Casa da Ínsua) e um em projecto de desenvolvimento (Solar de Santar, em Nelas, que não aparece na caixa ao lado). Seis ao todo, que transformam Viseu no quarto distrito do país com mais unidades hoteleiras de cinco estrelas, logo a seguir a Lisboa, Porto e Faro.

É uma oferta de luxo e uma aposta forte dos empresários no turismo de topo e de charme em Viseu.

E há mercado para tanto equipamento sumptuoso? Machado de Matos, director-geral dos hotéis da Visabeira Turismo, a empresa que detém o Montebelo, o Palácio dos Melos e a Casa da Ínsua, diz que sim. Sublinha até que a procura "vive momentos de crescimento e de grande vitalidade".

"Não temos a força do litoral, mas o melhoramento da rede viária, que liga as regiões do interior, em geral, e a cidade de Viseu, em particular, está a transformar o paradigma. As pessoas procuram cada vez mais o interior do país. O que é excelente para a economia da região", explica Machado de Matos.

A aposta nos "cinco estrelas" e a alta do mercado explica-se, em parte, na oferta diversificada de serviços disponibilizada pelos hotéis.

"É o alojamento de qualidade associado ao prazer e bem-estar, com os Spa, os restaurantes de degustação, os programas de animação ou o golfe. Tudo isto faz aumentar a procura", lembra o director-geral da Visabeira Turismo, que tem o Montebelo como coroa de glória. "A sua capacidade hoteleira anda próxima dos 70 por cento. Baixou ligeiramente, depois das obras de ampliação, de 100 para 172 quartos, mas está a recuperar", garante Machado de Matos.

O Palácio dos Melos, que abriu em 2007, "também está em velocidade de cruzeiro e a impôr-se no mercado, de forma clara, já que 2007 foi o ano zero", refere.

O aparecimento da hotelaria de luxo "é uma prova do dinamismo dos empresários viseenses", diz João Cotta, presidente da Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV).

E a aposta neste segmento de mercado "faz puxar a economia". "Estamos a falar de turistas que consomem, que visitam museus, que vão aos restaurantes, que fazem compras e deixam dinheiro, muito dinheiro. Isso já é algo que está a acontecer hoje. É uma prova da capacidade da região em atrair este tipo de turismo e sabê-lo aproveitar, potenciando-o e dinamizando-o", enfatiza o presidente da AIRV.

A opinião é partilhada por Jorge Loureiro, que fala na dupla qualidade de empresário hoteleiro e de dirigente da Agência Regional de Promoção - Centro de Portugal.. "Viseu tem pontos de interesse, riqueza patrimonial e cultural com forte capacidade atractiva de um turismo sofisticado", reforça.

E o mercado "faz-se, atrai-se, está em permanente evolução", diz, acrescentado que "os empresários arriscam, mas não nunca de forma irresponsável, para perder dinheiro. Sabem que quando apostam, neste caso em hotéis de cinco estrelas, é com vista à rápida obtenção do retorno do investimento", lembra Jorge Loureiro, que explora o Hotel das Termas do Carvalhal, em Castro Daire, uma das cinco estâncias termais do distrito de Viseu, com as termas de S. Pedro do Sul como referência.
in JN

:cheers:
 

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Isso foi só para fazer pouco dos desgraçados dos conimbricenses que no tópico ao lado discutem a ausência de hoteis de 5 estrelas na cidade, não foi? :evil: :D

Estou a brincar, Viseu realmente está de parabéns. É uma cidade muito dinâmica e que regista um crescimento muito assinalável. Excluindo a questão dos centros comerciais (que me parecem existir em número excessivo para a dimensão da cidade) penso que está no bom caminho. ;)
 

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:eek: Coimbra sem hoteis de 5, e Viseu com 4 :rofl:

Coimbra que não se ponha a pau... é que o Concelho de Viseu é quase tão populoso.. e está a crescer mais depressa em população e infraestruturas. é claro que de repente coimbra tambem pode fazer logo gandas cenas.
 

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:lol: és terrível..

mas tb só podia.. um do Porto, outra de Lisboa.. lua de mel a meio caminho, em território neutro :D
 

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Viseu 5 estrelas

Aposta nos hotéis topo de gama para atrair um turismo cada vez mais sofisticado
A oferta hoteleira de luxo não pára de crescer no distrito de Viseu. Ao todo, são seis hotéis de cinco estrelas (três já abertos e três a abrir) que fazem do distrito o quarto do país com mais unidades de topo, logo depois de Lisboa, Porto e Faro.
Três hotéis abertos (Montebelo Palácio dos Melos e Aquapura), dois na calha para abrir (Pousada de Viseu e Casa da Ínsua) e um em projecto de desenvolvimento (Solar de Santar, em Nelas,). Seis ao todo, que transformam Viseu no quarto distrito do país com mais unidades hoteleiras de cinco estrelas, logo a seguir a Lisboa, Porto e Faro.
É uma oferta de luxo e uma aposta forte dos empresários no turismo de topo e de charme em Viseu.
E há mercado para tanto equipamento sumptuoso? Machado de Matos, director-geral dos hotéis da Visabeira Turismo, a empresa que detém o Montebelo, o Palácio dos Melos e a Casa da Ínsua, diz que sim. Sublinha até que a procura "vive momentos de crescimento e de grande vitalidade".
"Não temos a força do litoral, mas o melhoramento da rede viária, que liga as regiões do interior, em geral, e a cidade de Viseu, em particular, está a transformar o paradigma. As pessoas procuram cada vez mais o interior do país. O que é excelente para a economia da região", explica Machado de Matos.

A aposta nos "cinco estrelas" e a alta do mercado explica-se, em parte, na oferta diversificada de serviços disponibilizada pelos hotéis.
"É o alojamento de qualidade associado ao prazer e bem-estar, com os Spa, os restaurantes de degustação, os programas de animação ou o golfe. Tudo isto faz aumentar a procura", lembra o director-geral da Visabeira Turismo, que tem o Montebelo como coroa de glória. "A sua capacidade hoteleira anda próxima dos 70 por cento. Baixou ligeiramente, depois das obras de ampliação, de 100 para 172 quartos, mas está a recuperar", garante Machado de Matos.

O Palácio dos Melos, que abriu em 2007, "também está em velocidade de cruzeiro e a impôr-se no mercado, de forma clara, já que 2007 foi o ano zero", refere.
O aparecimento da hotelaria de luxo "é uma prova do dinamismo dos empresários viseenses", diz João Cotta, presidente da Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV).
E a aposta neste segmento de mercado "faz puxar a economia". "Estamos a falar de turistas que consomem, que visitam museus, que vão aos restaurantes, que fazem compras e deixam dinheiro, muito dinheiro. Isso já é algo que está a acontecer hoje. É uma prova da capacidade da região em atrair este tipo de turismo e sabê-lo aproveitar, potenciando-o e dinamizando-o", enfatiza o presidente da AIRV.
A opinião é partilhada por Jorge Loureiro, que fala na dupla qualidade de empresário hoteleiro e de dirigente da Agência Regional de Promoção - Centro de Portugal.. "Viseu tem pontos de interesse, riqueza patrimonial e cultural com forte capacidade atractiva de um turismo sofisticado", reforça.
E o mercado "faz-se, atrai-se, está em permanente evolução", diz, acrescentado que "os empresários arriscam, mas não nunca de forma irresponsável, para perder dinheiro. Sabem que quando apostam, neste caso em hotéis de cinco estrelas, é com vista à rápida obtenção do retorno do investimento", lembra Jorge Loureiro, que explora o Hotel das Termas do Carvalhal, em Castro Daire, uma das cinco estâncias termais do distrito de Viseu, com as termas de S. Pedro do Sul como referência.

texto de Rui Bondoso in Jornal de Notícias de 14-07-2008
 

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Governo lança via pedida há 20 anos

Viseu e Sátão vão ser ligadas por uma nova estrada, com perfil de auto-estrada, que era reclamada há mais de 20 anos. Vai custar 21 milhões de euros, sendo a obra mais cara de um "pacote" de 50 milhões que o Governo anuncia.

Uma estrada com características de auto-estrada, vai ligar Sátão a Viseu e o actual traçado da EN 229, entre os dois concelhos vizinhos, será beneficiado.

O estudo prévio da nova via rápida, reclamada por autarcas e populações, há mais de duas décadas, está a ser elaborado. É um corredor novo, de 15 quilómetros, que vai custar 21 milhões de euros. Terá início em Pereiro, junto à variante Sátão/Vila Nova de Paiva, e desembocará na A25, na zona do Caçador (Viseu), na curva conhecida pela "bossa do camelo". Já a beneficiação da EN229 vai custar 7,8 milhões de euros.

O anúncio foi feito, ontem, pelo deputado socialista José Junqueiro. "É a concretização das promessas do primeiro-ministro, José Sócrates, na reunião que realizou, a 29 de Março passado, com todos os presidentes de câmara do distrito ", lembrou Junqueiro.

A nova obra é aplaudida, também, pelo autarca de Sátão, "porque se trata de algo que nós e as populações reivindicávamos há muitos anos", afirma Alexandre Alves, eleito pelo PSD. "É fundamental para o desenvolvimento do Sátão, mas também ganham os concelhos do norte do distrito, comoVila Nova de Paiva, Moimenta da Beira e Sernancelhe. A ligação de Sátão a Viseu poderá ser feita em 10 minutos, contra os actuais 45, pela EN229, cheia de curvas e piso em péssimo estado", sublinha Alexandre Vaz. O pacote de obras, anunciado por José Junqueiro, inclui, também, a construção da EN230, entre Tondela e Carregal do Sal, passando Santa Comba Dão, com 11 quilómetros e custo estimado de 13,6 milhões de euros. E a variante a Vila Nova de Paiva, entre as EN323 e 329, quatro quilómetros que custarão 8 milhões de euros.

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A autarquia de Viseu deverá aprovar amanhã, quinta-feira, a abertura do concurso para a construção de uma via rodoviária que liga a cidade à A24. A estrada, que terá quatro faixas, custará 5 milhões de euros e, segundo o edil local, Fernando Ruas, terá um comprimento de cinco quilómetros ???, fazendo a ligação de Moselos à rotunda de Abraveses, no cimo da Avenida da Europa. Citado pela agência Lusa, o autarca explicou que a nova estrada terá de ter algumas rotundas, para não obrigar os moradores a muitas inversões de marcha.
 

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VISEU | 210 Estacionamentos
Centro de Viseu ganha 210 estacionamentos
2008-07-25
TERESA CARDOSO
Câmara aprovou, esta quinta-feira, o lançamento do concurso para a construção de dois parques subterrâneos junto à Sé e ao Teatro Viriato. Quem ganhar ficará com os parquímetros à superfície mas terá de baixar hora de 60 para 40 cêntimos.

O executivo municipal de Viseu deu o seu aval unânime ao lançamento do concurso público, até 31 de Dezembro, para a construção de dois parques de estacionamento subterrâneo nos largos de António José Pereira (traseiras do Museu de Grão Vasco) e do Soldado Desconhecido (junto ao Teatro Viriato). Quem ganhar a concessão assumirá a gestão dos cerca de mil parquímetros distribuídos pelo centro urbano. Mas terá de baixar o custo do estacionamento à superfície de 60 para 40 cêntimos.

O primeiro equipamento terá duas dezenas de lugares podendo o segundo ultrapassar os 190. No total serão disponibilizados, no prazo de 24 meses a partir da data de adjudicação (tempo definido para construir e concluir a empreitada), 210 novos espaços para estacionamento. O investimento global ascende a 2,5 milhões de euros.

Os dois projectos estão a ser elaborados pela autarquia viseense. O vice-presidente, Américo Nunes, avisa que a empresa à qual os trabalhos venham a ser adjudicados "terá de respeitar" os materiais previstos para cada um dos parques. Materiais que terão em linha de conta as zonas nobres de implantação.

Enquanto aguarda o parecer do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) aos projectos de arquitectura, a autarquia já adjudicou as sondagens ao subsolo. Uma tarefa que contará, neste caso, com um sistema de radar que fará uma espécie de radiografia para detecção de eventuais vestígios arqueológicos.

O regulamento que será disponibilizado às empresas interessadas em concorrer à construção dos parques contém uma série de condicionantes. Desde logo, uma hora de estacionamento num parquímetro passará a custar 40 cêntimos contra os 60 actuais. E o tempo subsequente terá custos diferenciados: 15 cêntimos no primeiro quarto de hora, cinco cêntimos no segundo, cinco cêntimos no terceiro, e novamente 15 cêntimos no último. Estacionar em zona de parquímetros passará a custar dinheiro a partir das nove horas e não das oito como sucede agora. Os residentes terão mais um hora de estacionamento livre no período de almoço (entre as 12.30 e as 14.30 horas).

in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pai...celho=Viseu&Option=Interior&content_id=971373
 
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