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Bons updates! :applause:
 

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Polis dá visibilidade à Cava de Viriato

A Viseu Polis conclui em Outubro as obras de requalificação na Cava de Viriato, monumento que ainda é por muitos desconhecido. Mas nem tudo são rosas. Quem lá mora chora os lameiros perdidos e fala em granito a mais.

Palmira Ferreira Coelho apagou ontem 87 velas. Tantas quantos os anos que leva de vida. Mas fê-lo com o coração mais apertado do que é habitual. Residente na rua do Coval, uma via na envolvente à Cava de Viriato - monumento nacional [1910] que está a ser requalificado pela Sociedade ViseuPolis - teme pelo futuro.

"Dizem-me que mais dia menos dia, a casa onde vivo vai abaixo. E que isso só ainda não aconteceu por falta de dinheiro", explica a mulher, que teme ser "atirada" para um qualquer bairro suburbano.

"Vim para esta casa, que já era da família do meu marido, com 19 anos. Tudo aqui à volta, até ao rio Pavia, eram terras férteis, com cinco poços de água, onde semeei muita batata e feijão que me ajudaram a criar quatro filhos", lembra.

A alegada destruição do potencial agrícola da zona e o "fantasma" da mudança de casa, são duas "espinhas na garganta" da octogenária. Que a impedem de vibrar mais com melhoramentos que, reconhece, "estão a deixar esta zona muito mais bonita".

Pedro Silva, morador na alta urbana, confessa que havia uma cidade por detrás dos taludes altos da Cava de Viriato que desconhecia totalmente.

"Passo muitas vezes de carro de por aqui. Mas a única referência era a estátua de Viriato. Cheguei a trazer aqui amigos, mas ficava-me pelo que estava à vista. Esta obras vão ajudar-nos a descobrir o monumento", disse ao JN.

Em Novembro de 2007, quando a Sociedade Viseu Polis consignou por dois milhões de euros os trabalhos de requalificação da Cava de Viriato, o presidente da Câmara Municipal de Viseu (CMV), Fernando Ruas, defendeu que a intervenção iria dar mais visibilidade a um monumento "que foi ignorado durante muito tempo".

Sobre um projecto do arquitecto Gonçalo Byrne, elaborado em 2001, os trabalhos incluem - à excepção do centro de interpretação e de equipamentos nas áreas do Desporto e do Ambiente que não avançaram por falta de recursos financeiros -, trabalhos de recuperação e arranjo paisagístico, limpeza, criação de espaços verdes, iluminação, sanitários e enterramento de infra-estruturas.

As obras ainda não acabaram, mas já há quem faça sugestões e críticas. É o caso de Alfredo Santos, que fala em "excesso" de pedra de granito no monumento, uma fortificação defensiva, que era toda feita em terra batida.

"Além do excesso de pedra, a calçada que está a ser posta ao longo do talude tem brechas onde cabe um pé. Será um perigo para crianças, idosos e deficientes. E há uma calçada muito inclinada que, com o sol, não deixa as pessoas verem onde põem os pés. Ainda há tempo de corrigir", diz.

JN
 

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Para quem perdeu o primeiro jornal da SIC, em que apareceu o bar giratório de Viseu, é só seguir a hiperligação em baixo. Quando aparecer a 2ª parte do jornal, é só esperar, ou puxar o coisito, até ver lá as 14.01 em ponto. Quem tiver uma ligação lenta à internet, terá de ter 1 pouco de paciência, mas depois vai ver que vale a pena. Mas melhor ainda será ir lá beber 1 fininho ou 1 cafezito.
PS: O vídeo inicia com a hora 13.57, 4 minutos depois dá a coisa.

Vídeo: bar giratório
21-08-08
 

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^^ Eu só fui de noite :lol:

Alguem tem o projecto do funicular? é que eu não sei mesmo como é que aquilo vai ser :lol:
 

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SRU melhora acessibilidades e avança com reconstrução do edifício junto ao Teatro Viriato

A Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) Viseu Novo anunciou que vai gastar perto de 80 mil euros para melhorar as acessibilidades na chamada "Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística" da cidade.
"O projecto proposto visa implementar medidas que consubstanciem uma melhoria real das acessibilidades na zona histórica de Viseu", justifica a SRU, que anunciou o lançamento do concurso público da respectiva empreitada.
A Viseu Novo elaborou um estudo do cenário actual e diagnosticou vários obstáculos à circulação de pessoas com limitações de mobilidade.
Entre os principais impedimentos detectou "o revestimento de pavimentos em mau estado de conservação ou em material irregular, a existência de dissuasores de estacionamento não tipificados de várias dimensões" e "a inexistência de passeios ou de reduzida largura".
Muitos destes passeios estão também "parcialmente ocupados por iluminação pública, sinalização vertical, expositores comerciais", acrescenta.
A SRU conta ter-se também deparado com "cabines telefónicas, marcos de correio, caixas multibanco e parcómetros que não permitem acesso a utilizadores em cadeira de rodas".
Com esta empreitada, que tem um prazo de execução previsto de dois meses, a sociedade Viseu Novo espera "dirimir estes obstáculos e possibilitar a todos os cidadãos que possuam ou venham a possuir qualquer limitação definitiva ou temporária de mobilidade, melhores acessos à via e aos edifícios públicos", para "uma maior integração social".

Cultura

Outro dos projectos que a SRU quer concluir é a reconstrução de um edifício junto ao Teatro Viriato, que vai acolher a escola da companhia de dança Paulo Ribeiro, cujo concurso público já foi lançado.
Situado na Avenida Emídio Navarro, o edifício é da Santa Casa da Misericórdia de Viseu, mas será cedido à autarquia por 30 anos, "para que, por si ou por terceiros, o afecte a fins de interesse social e cultural".
Segundo a SRU, a área de 865 metros quadrados do edifício será destinada ao comércio e também à escola da companhia de dança contemporânea, fundada em 1995 na sequência de vários anos de trabalho do coreógrafo Paulo Ribeiro e que é, desde 1998, residente no Teatro Viriato.
Com um preço base de 550 mil euros e um prazo de execução de 240 dias, a empreitada prevê "a reconstrução total do imóvel, preservando contudo as paredes exteriores" e dotando-o "de todas as infra-estruturas, tais como telecomunicações, isolamento acústico, sistemas de aquecimento e segurança contra o risco de incêndios", explica a SRU.
A autarquia está a apostar naquela zona da cidade, junto ao Largo Mouzinho de Albuquerque, onde funciona o Teatro Viriato e que tem projectado um parque de estacionamento subterrâneo.
"O edifício apresenta características arquitectónicas únicas na cidade de Viseu, prevendo-se que com a sua reabilitação se devolva à cidade um imóvel singular e que, juntamente com as restantes intervenções previstas para o Largo Mouzinho de Albuquerque, venha a consti- tuir-se como um novo 'cartão de visita' de Viseu", refere.
O edifício manterá as duas lojas comerciais do rés-do-chão, dando o piso térreo acesso à escola. No primeiro andar ficará a recepção, uma sala de dança e instalações sanitárias.
"Aproveitando a existência de uma pequena varanda acessível na parte posterior do edifício, voltada para os recintos desportivos da Escola Emídio Navarro, optou-se aí pela instalação de uma cafetaria/bar para apoio aos alunos", justifica a sociedade Viseu Novo.
No segundo andar haverá outra sala de dança, instalações sanitárias e balneários. O sótão servirá para arrumos da escola.
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finalmente vão recuperar aquele edificio.. já merecia :banana:
 

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Centro Histórico pode vir a contar com video-vigilância

O Centro Histórico de Viseu poderá vir a contar com um sistema de video-vigilância, cujo objectivo será aumentar a segurança, numa das zonas que os viseenses consideram ser das mais problemáticas da cidade. A hipótese foi avançada pelo presidente da Câmara, depois de anunciar que o município vai candidatar-se a um contrato local de segurança

A autarquia viseense quer assinar um contrato local de segurança com o Ministério da Administração Interna, permitindo assim ao município sugerir formas e locais onde a PSP e a GNR deveriam actuar com mais frequência. O anúncio foi feito ontem, no final da reunião do executivo municipal, pelo presidente da Câmara, Fernando Ruas.
Segundo o edil, o objectivo é aproveitar a existência do Conselho Municipal de Segurança para contribuir no combate à criminalidade, alertando as autoridades para as zonas que, na opinião daquele organismo, necessitam de mais policiamento e avançando com possíveis meios a utilizar.
"Os elementos que com- põem o Conselho - entre os quais párocos, presidentes de junta e representantes da população - poderão dar um bom contributo", sublinhou o autarca. Questionado pelos jornalistas, Fernando Ruas mostrou-se relutante em avançar com algumas zonas onde gostava de ver mais intervenção por parte das autoridades, mas acabou por revelar que o Centro Histórico seria um dos espaço, que poderia ser sugerido, acrescentando que a instalação de câmaras de vigilância seria um dos meios a escolher para incrementar o sentimento de segurança junto dos cidadãos.
O presidente do município lembrou que a ideia de colocar um sistema de vídeo-vigilância na parte antiga da urbe é um "sonho" que já tem vários anos e que nunca foi esquecido. No entanto, lembrou que, para já, é preciso esperar que o Ministério aprove a candidatura, recordando que a única cidade com contrato local de segurança é até agora o Porto.
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Ontem fui dar uma volta na Cava de Viriato e no no recinto da feira semanal. Aproveitei para tirar algumas fotos.
 
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