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Volvo apresenta um novo conceito em ônibus urbanos
Em uma atitude pioneira, montadora busca atender futura demanda da Copa do Mundo

Escrito por Redação Webtranspo - Fotos: Divulgação - 29.6.2009 - 11h59



Neste mês de junho, a Volvo Latin América apresentou em primeira mão ao mercado brasileiro uma novidade que promete mexer com o segmento de transporte coletivo de passageiros no território nacional. Na verdade, são duas as novidades que a empresa acaba de disponibilizar aos clientes dos grandes centros urbanos.

São eles: os chassis urbanos Volvo B9SALF Articulado e B9SALF Biarticulado, cuja principal característica é oferecer ao usuário uma condição diferenciada tecnológica de acessibilidade a partir de seu piso 100% baixo. Outros destaques são os atributos de conforto, economia e rentabilidade para as empresas.

Leia também:
Tecnologia embarcada: um dos principais atributos

De acordo com informações da montadora, a iniciativa é pioneira. “A Volvo é o primeiro fabricante a oferecer ônibus articulados e biarticulados com piso 100% baixo na América Latina e o que oferece a melhor acessibilidade do mercado”, declara Per Gabell, Presidente da Volvo Bus Latin América.

O fato de a montadora investir em tecnologias embarcadas nos novos ônibus não é por acaso. A empresa busca ganhar espaço na corrida com seus concorrentes para atender a demanda das cidades, principalmente com o advento da Copa do Mundo de 2014, que se realizará em solo brasileiro pela segunda vez. [Companhia pretende oferecer conforto e acessibilidade aos usuários]

“É um chassi que deverá atender a todas as cidades que têm demandas por esses atributos, em especial a acessibilidade e a alta capacidade de transporte”, observa Euclides Castro, Gerente de ônibus urbanos da marca sueca.



Mais passageiros transportados

Testada e aprovada no sistema de transporte coletivo de Santiago, capital do Chile, a tecnologia B9SALF da Volvo lançada recentemente no mercado automotivo nacional traz algumas atualizações da verificada no país vizinho. Segundo a empresa, as inovações melhoram o modelo. Como por exemplo, o aumento da capacidade de transporte.

“Conseguimos lançar um veículo que transporta até 20% a mais de pessoas com praticamente o mesmo custo operacional, e isto faz a diferença”, considera Castro.

Esse ganho se revela pela nova distribuição de peso aplicada. O motor vem localizado no entre-eixos dianteiro, o que possibilitou o crescimento dos chassis – o articulado possui 20 metros de comprimento e o biarticulado 27 metros.



A versão articulada foi desenvolvida para transportar 139 usuários. Já a capacidade do B9SALF biarticulado – segundo a Volvo – varia de acordo com o layout pretendido pelo cliente.

Os lançamentos são tratados pela montadora como a melhor opção de acessibilidade para o frotista brasileiro, além de permitir ao consumidor do produto uma redução de custo operacional por passageiro transportado.

“Somos reconhecidos em todo o mundo como uma companhia que oferece e ajuda a desenvolver sistemas integrados de transporte de passageiros”, salienta Gabell.

Fonte: Webtranspo - Notícias
Link: http://www.webtranspo.com.br/modais...senta-um-novo-conceito-em-onibus-urbanos.html
 

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Discussion Starter · #2 ·
Tecnologia embarcada: um dos principais atributos

Tecnologia embarcada: um dos principais atributos

Escrito por Redação Webtranspo - Fotos: Divulgação - 29.6.2009 - 11h54



Quando se observa os lançamentos realizados por montadoras de ônibus e caminhões, a primeira pergunta que surge é quais são os principais diferenciais tecnológicos aplicados nos veículos. Com a Volvo Bus não ocorre fenômeno diferente.

No caso dos chassis B9SALF da Volvo Bus Latin América, as inovações formam um leque variado, pois elas foram desenvolvidas visando o bem estar do passageiro transportado. A começar pelo motor de última geração de 9 litros com 360 cavalos de potência, o que lhe confere a capacidade de atingir 1600 NM de torque.

De acordo com palavras da marca sueca, tal propulsor assegura níveis mais baixos de emissões de gases e tem comunicação com a caixa de câmbio via CAN (protocolo de comunicação para veículo).

A tecnologia embarcada BEA-2, segundo a montadora, faz com que os módulos de comando do veículo, motor, freio, suspensão e luzes sejam interligados entre si e transmitam todos os códigos de falha no mesmo momento até o condutor no painel.

O diagnóstico de falha elétrica ou eletrônica aumenta o processo de disponibilidade do veículo com redução de tempo de manutenção.

O painel, que possui um computador de bordo com mais de 50 funções, “posicionado estrategicamente para melhor visualização do motorista, contribui para o monitoramento de dezenas de informações vitais da operação de transporte”, salienta Fábio Lorençon, Engenheiro de vendas da Volvo Bus.



Segurança

Como não poderia ser diferente, a Volvo se preocupou em agregar itens para garantir a segurança dos passageiros. O B9SALF oferece de série freios a disco com EBS (Eletronic Bracke System) em todas as rodas, com ABS e controle de tração. Tal tecnologia se caracteriza pelo controle dos freios como o ASR que iguala a força de tração nas rodas.

Outro cuidado da montadora na produção dos chassis é o conforto. O destaque fica por conta da suspensão eletrônica, que fornece mais estabilidade para o modelo, além de conforto e segurança para condutores e passageiros.

Ajoelhamento



Ainda de acordo com informações da Volvo Bus Latin América, a nova suspensão – totalmente pneumática – possibilita funções de levantamento e rebaixamento do conjunto e ajoelhamento individual em ambos os lados do veículo.

Essas características tecnológicas, aliadas ao piso 100% baixo, traz ao passageiro uma comodidade adicional de embarque e desembarque, em especial aos que possuem mobilidade reduzida como os cadeirantes.

Fonte: Webtranspo - Clipping
Link: http://www.webtranspo.com.br/modais...ia-embarcada-um-dos-principais-atributos.html
 

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Massa! Só andei de ônibus com piso baixo em São Paulo. Em Curitiba não precisa subir escada porque é do mesmo nível das plataformas (só andei de biarticulado), mas acho que é alto também... Aqui em Joinville já bati a cabeça nos ferros de segurar a mão em cima :S
 

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Do jeito que o empresário brasileiro de ônibus urbano corre de chassi com motor traseiro e piso baixo como o diabo foge da cruz (eles preferem os "caminhônibus" e as gambiarras de OF's articulados que a ABNT acaba de proibir), infelizmente o B9 SALF estará presente em poucas cidades do Brasil.

Este ônibus seria perfeito para algumas linhas metropolitanas com alta demanda de passageiros, como a 396 (São Paulo-Pinheiros - Terminal metropolitano de Cotia).
 

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Pois é como já disseram vai demorar ver desses circulando, as prefeituras são totalmente negligentes quanto a qualidade dos ônibus que circulam nas cidades.
 

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O que é esse negócio no teto do primeiro carro? Ar-condicionado? Se sim, por que é diferente dos equipamentos similares encontrados em outros ônibus?

Obs: pelo visto a carroceria ainda não foi homologada, pois está usando placa de fabricante (verde com letra branca)
 

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O que é esse negócio no teto do primeiro carro? Ar-condicionado? Se sim, por que é diferente dos equipamentos similares encontrados em outros ônibus?
É o radiador do ônibus. Como o chassi possui motor na lateral esquerda, não houve espaço para a instalação do sistema de refrigeração do mesmo, e a tomada do ar é feita pelo teto.
 

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meu sonho seria ver a CMTC de goiânia adotar esses onibus!
garanto que esse tipo de onibus rodando em nossas cidades com corredores exclusivos, faria a população deixar os carros em casa e andar de onibus
 

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Alguem pode me responder se esse tipo de onibus é mais rentavel q um VLT ??

Eu achava q o VLT era mais rentavel pelo menor gasto com "combustivel" e naum entendo como cidades q possuem grandes corredores de onibus ( como curitiba ) naum adotam o VLT........
 

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^^

Tudo depende de capacidade e custo operacional. Um VLT também é mais caro, com uma manutenção mais cara e sistemas mais complexos.
 

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Discussion Starter · #15 ·
Os VLTs, como eu já disse em outro thread, são mais baratos que BRT a longo prazo (horizonte de 20 a 50 anos), e poluem bem menos. Já o BRT é bem mais barato de se implantar que o VLT. Tem também um fator importante: um sistema de VLT internaliza todos os custos referentes à construção (vias, estações e sistemas, incluindo material rodante) operação (energia elétrica) e manutenção (vias, sistemas e material rodante). Já um BRT não contabiliza todos os custos de operação, por exemplo, porque geralmente a manutenção do sistema viário fica a cargo de outros órgãos que não a empresa que opera os BRTs. O custo do diesel é menor que a energia elétrica também, mas os custos de manutenção dos ônibus são maiores.
 

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...?...
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curioso...





a mulher que entra de cadeira de rodas, é a mesma que sai andando...

poxa, a volvo tem dinheiro para contratar mais modelos, pô!!!
:lol:
 

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Morri de paixão pelos onibus

Massa! Só andei de ônibus com piso baixo em São Paulo. Em Curitiba não precisa subir escada porque é do mesmo nível das plataformas (só andei de biarticulado), mas acho que é alto também... Aqui em Joinville já bati a cabeça nos ferros de segurar a mão em cima :S
Em Curitiba existem onibus de piso baixo em algumas linhas convencionais e talvez em linhas alimentadoras tbm nao sei dizer com certeza ...
 

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É o radiador do ônibus. Como o chassi possui motor na lateral esquerda, não houve espaço para a instalação do sistema de refrigeração do mesmo, e a tomada do ar é feita pelo teto.
Valeu pela informação! E também gostei do detalhe da foto, hahaha!
 

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Massa! Só andei de ônibus com piso baixo em São Paulo. Em Curitiba não precisa subir escada porque é do mesmo nível das plataformas (só andei de biarticulado), mas acho que é alto também... Aqui em Joinville já bati a cabeça nos ferros de segurar a mão em cima :S
Precisa subir só as escadas no tubo, nos Ligeirinhos e nos Bi-articulados. No resto é ônibus com o piso normal mesmo. O que eu já vi foi um ônibus de piso baixo central.
 
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